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25 de março de 2015

Segredos para se tornar interessante


Imagem: Google

Três segredos científicos para você se tornar mais interessante
A ciência trabalha para o seu bem. Até na hora da paquera

A ciência trabalha para o seu bem. Até na hora da paquera. Vez ou outra os pesquisadores se dedicam a entender quem faz mais sucesso por aí. E as conclusões podem ajudar você a se dar bem. Confira abaixo três dicas para você se tornar mais interessante – e atraente.

ANDE EM GRUPO


Barney, de How I met your mother,estava certo: as pessoas parecem bem mais bonitas quando estão em grupos. O psicólogo Drew Walker, da Universidade da Califórnia, entregou a voluntários fotos de uma turma e pediram a eles para analisar a beleza daquelas pessoas. Em seguida, repetiram o julgamento, mas, dessa vez, com imagens separadas de cada um. E, sim, em grupo, as pessoas parecem mesmo mais bonitas. Culpa do seu cérebro. O sistema visual analisa de forma automática todos os rostos quando vê uma reunião de pessoas. Aí cada um acaba sendo classificado pela média de beleza do grupo – que, em geral, é considerada atraente, segundo o estudo.

CONTE PIADAS

Ser engraçado ajuda. E muito. Lá na Universidade Estadual da Pensilvânia, pesquisadores perguntaram a 164 homens e 89 moças quais eram as qualidades mais importantes na hora de escolher um parceiro. Ter senso de humor, ser divertido, gentil e brincalhão ficaram no topo das preferências femininas. Já para os homens senso de humor é o mais importante. “Esse jeito brincalhão nos homens pode sinalizar que ele não é agressivo e menos propício a machucar os futuros filhos. Nas mulheres, esse jeito divertido mostra juventude e fertilidade”, conta Garry Chi, um dos líderes da pesquisa.

LEIA

Ler deixa você mais interessante, isso é óbvio. Mas faz ainda mais que isso: deixa você mais legal. Pesquisadores da Universidade de Washington e Lee colocaram voluntários para ler pequenas histórias. Depois fizeram perguntas para saber quanto cada um tinha se identificado com os personagens. E, de propósito, deixaram cair um monte canetas no chão. As pessoas que mais haviam se envolvido com a história foram as que mais se levantaram para ajudar a recolher as canetas. O motivo é simples: empatia. Aí história faz a gente se importar mais com os outros na vida real.

Fonte: por Carol Castro - SUPERINTERESSANTE

Imagem meramente ilustrativa.
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22 de março de 2015

A ÁGUA E SUA RELAÇÃO COM O SER HUMANO



água é uma substância química composta de hidrogênio e oxigênio, sendo essencial para todas as formas conhecidas de vida na Terra.
É frequente associar a água apenas à sua forma ou estado líquido, mas a substância também possui um estado sólido, o gelo, e um estado gasoso, designado vapor de água.
Embora pequenas quantidades de água pareçam transparentes a olho nu, a água é um composto químico de coloração levemente azulada. Ao contrário da ideia popular, a água possui uma cor intrínseca que se deve ao espectro seletivo de absorção da luz. 
A água cobre 71% da superfície da Terra. Na Terra, ela é encontrada principalmente nos oceanos, de acordo com Paulo Carvalho de Noronha. 1,6%encontra-se em aquíferos e 0,001% na atmosfera como vapor, nuvens (formadas de partículas de água sólida e líquida suspensas no ar) e precipitação. Os oceanos detêm 97% da água superficial, geleiras e calotas polares detêm 2,4%, e outros, como rios, lagos e lagoas detêm 0,6% da água do planeta. Uma pequena quantidade da água da Terra está contida dentro de organismos biológicos e de produtos manufaturados.
A água na Terra se move continuamente segundo um ciclo de evaporação e transpiração (evapotranspiração), precipitação e escoamento superficial, geralmente atingindo o mar. A evaporação e a transpiração contribuem para a precipitação sobre a terra.
A água é essencial para os humanos e para as outras formas de vida. Ela age como reguladora de temperatura, diluidora de sólidos e transportadora de nutrientes e resíduos por entre os vários órgãos. Bebemos água para ajudar na diluição e funcionamento normal dos órgãos para em seguida ser eliminada pela urina e por evaporação nos poros, mantendo a temperatura corporal e eliminando resíduos solúveis, como sais e impurezas. As lágrimas são outro exemplo de eliminação de água.
Na indústria ela desempenha o mesmo papel de diluidora, transportadora e resfriadora nos vários processos de manufatura e transformações de insumos básicos em bens comerciais.
O acesso à água potável tem melhorado continuamente e substancialmente nas últimas décadas em quase toda parte do mundo. Existe uma correlação clara entre o acesso à água potável e o PIB per capita de uma região. No entanto, alguns pesquisadores estimaram que em 2025 mais de metade da população mundial sofrerá com a falta de água potável. A água desempenha um papel importante na economia mundial, já que ela funciona como um solvente para uma grande variedade de substâncias químicas, além de facilitar a refrigeração industrial e o transporte. Cerca de 70% da água doce do mundo é consumida pela agricultura.

Principais Doenças Relacionadas com a Água não tratada:

Por ingestão de água contaminada
Cólera
Disenteria amebiana
Disenteria bacilar
Febre tifoide e paratifoide
Gastroenterite
Giardiase
Hepatite infecciosa
Leptospirose
Paralisia infantil
Salmonelose
Por contato com água contaminada
Escabiose (doença parasitária cutânea conhecida como Sarna)
Tracoma (mais frequente nas zonas rurais)
Verminoses, tendo a água como um estágio do ciclo
Esquistossomose
Por meio de insetos que se desenvolvem na água
Dengue
Febre Amarela
Filariose
Malária
Cólera, febre tifoide e paratifoide são doenças freqüentemente ocasionadas por águas contaminadas e penetram pela pele.

VOCÊ SABIA?

Os seres humanos têm 65% do seu peso formado de água
Em um clima temperado, um adulto precisa ingerir cerca de 3 litros de água por dia
Em casa, 78% do consumo de água, em média, é gasto no banheiro
70% da terra é ocupada pela água
Cerca de 98% da água do planeta é salgada, 2% referem-se à água doce
Destes 2% apenas 10% servem para abastecimento
Mais de 1,1 bilhão de pessoas no mundo não possuem acesso a água de qualidade (água potável)
Disponibilidade mundial da água
97,30% - Oceanos. São impróprias para consumo e agricultura
2,34% - Gelo. Só pode ser aproveitada por meio de lençóis subterrâneos muito difíceis de acessar
0,36% - Rios, lagos e pântanos (água potável)
Distribuição da Água potável
80% desta água - agricultura
15% desta água - indústria
5% desta água - consumo humano
Fonte: OMS (Organização Mundial de Saúde)
Imagem: Google, meramente ilustrativa

Leiam no link abaixo mais sobre água:
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19 de março de 2015

O terrível mundo dos comentários na Internet


Imagem: superinteressante

Por 
Ana Prado

Por que sites de notícias e redes sociais são infestados de comentários cheios de ódio, rancor e extremismo? O que são haters e trolls? Do que se alimentam? Como identificá-los?





"À medida que cresce uma discussão online, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou nazismo aproxima-se de 100%." A Lei de Godwin, batizada em homenagem ao advogado americano que decretou isso no longínquo 1990, costuma ser certeira ainda hoje. A ideia contida na sentença diz que discussões digitais tendem a se radicalizar e mudar de foco. Faça o teste. Clique em qualquer notícia na internet e você encontrará postagens extremistas e ofensas gratuitas.

Seu avô já dizia que discutir política, religião e futebol podia dar encrenca. Se esses embates podem ocorrer no bar com amigos, na terra de anônimos da internet a coisa beira a selvageria. No começo do ano, algumas mulheres criaram páginas no Facebook contra o assédio sexual. Uma causa séria e delicada. Menos para os homens que as ameaçaram de estupro. E a violência não se limita a questões de gênero, é claro. Em junho, em uma notícia publicada no portal Exame.com sobre os países com menores índices de violência, um usuário escreveu: "É muito difícil para algumas pessoas aceitar o fato de que, além de ser bonita e inteligente, a raça branca é a mais evoluída. Não estou cometendo racismo, apenas citando um fato." Há muito lixo na internet.

GARIS DIGITAIS

Durante um mês, mergulhei nesse lodaçal de comentários. Não me fez muito bem. Então imagine como é trabalhar todo dia com isso. É a função dos moderadores, que limpam diariamente blogs e sites do chorume da internet, a fim de remover frases ofensivas. É um trabalho enorme. Só no Facebook, mais de 1,2 bilhão de pessoas compartilham links e opiniões por mês. A moderação desse conteúdo conta com algoritmos que fazem uma filtragem prévia, mas isso é parte do trabalho, que ainda precisa de pessoas. Elas são, em grande parte, estudantes da Ásia, África e América Central que ganham cerca de US$ 4 por hora para ver e limpar conteúdo envolvendo abuso animal, violência, racismo, pedofilia, necrofilia, suicídios e coisas do tipo.

Bruna é uma delas. O nome é fictício porque seu trabalho a torna alvo de radicais da internet (mais sobre eles adiante). Ela trabalha em uma empresa terceirizada que modera comentários em fóruns, notícias e blogs de empresas de comunicação do Brasil. A regra geral é barrar todo conteúdo ofensivo, com apologia à violência, preconceito, homofobia ou palavrões. "Em redes sociais, os moderadores são obrigados a ver conteúdos que vão de gente mutilada a pedofilia. Em comentários de notícias, o que mais assusta é o preconceito, que é muito forte no Brasil", diz. Se esse preconceito fica mais nítido em páginas na internet do que na fila do mercado, um motivo é claro: o anonimato.

Em 1976, em um clássico estudo da psicologia social, pesquisadores da Universidade de Washington observaram cerca de 1,3 mil crianças na brincadeira de travessuras e gostosuras do Dia das Bruxas. Em 27 casas, elas eram recebidas por um adulto que lhes mostrava dois potes - um com dinheiro, outro com doces. As crianças não deveriam mexer no primeiro e só poderiam pegar um doce cada. Em parte das casas, a anfitriã perguntava nome e endereço de todos. Nas outras, não. Em seguida, saía de cena e deixava a garotada sozinha. O resultado foi o esperado: houve mais trapaça entre crianças em grupo, especialmente quando elas eram anônimas. Quando davam nome e endereço, 20% trapaceavam. Quando não diziam nada, 60% enchiam os bolsos de doces e, às vezes, até de moedas. A conclusão todo moleque que já quebrou vidraça do vizinho sabe. Grupos de anônimos são mais propensos a desrespeitar regras, pois acreditam que sairão impunes.

Essa desindividualização é comum. Parado no trânsito, você já se pegou fazendo coro a outros motoristas dizendo coisas horríveis ao fulano lá na frente que travou um cruzamento? E xingar a mãe do juiz no estádio? Somos um só nessa bagunça, não há um indivíduo definido. Não nos sentimos responsáveis.

A internet é isso, só que pior, porque não há corpo presente e a turba é incrivelmente maior. Assim, o usuário se sente ainda mais impune - e poderoso. E isso fica irresistível na hora de disparar impropérios contra aqueles que têm um ponto de vista diferente. Alguns desses sites e blogs são terreno fértil para a proliferação dos chamados haters, ou, em bom português, odiadores. É o caso do Blog do Sakamoto, do portal UOL. Responsável pela página sobre direitos humanos, o jornalista Leonardo Sakamoto atrai a ira de muitos brasileiros. "Estou acostumado. Sei que esse pessoal está aí para fazer bullying. Mas quem não está preparado pode ter a vida transformada em um inferno", diz. Mesmo assim, após oito anos de blog, ele continua se surpreendendo com as reações aos seus posts. "A ideia nunca foi criar algo polêmico. Mas não sabia que direitos humanos era um tema tão espinhoso no Brasil." Sakamoto não acredita que os comentaristas da internet representem um retrato fiel da população. "Os reacionários são minoria, mas são os mais barulhentos. Acho que muita gente que concorda comigo não comenta. Em blogs que defendem ideias de direita, quem é de esquerda é que pega mais pesado", afirma.

É o que acontece com outro blogueiro famoso por atrair detratores, Rodrigo Constantino, do portal Veja.com. "A maioria dos que criticam parte para ofensas pessoais, ataques chulos ou repetição automática de slogans marxistas", diz o economista. Personalidades polêmicas na internet costumam atrair haters. Mas todo mundo que posta alguma coisa, seja alguém de extrema direita, de extrema esquerda ou você reclamando do preço da passagem, é sujeito a levar pedradas. É um comportamento típico da internet. Odiadores odiarão, sentença que é mais conhecida no inglês: haters gonna hate.

POÇO DE ÓDIO

Os psicólogos Justin Hepler e Dolores Albarracín, das universidades americanas de Illinois e da Pensilvânia, respectivamente, publicaram um estudo em 2013 que ajuda a explicar o ódio online. Eles pediram para voluntários indicarem, em uma escala, como se sentiam em relação a estímulos variados. O resultado dividiu as pessoas em dois grupos: abertas ao desconhecido e fechadas. O primeiro grupo tende a ser mais curioso. O segundo não gosta de nada. Isso cria um padrão de comportamento em que o que é avaliado é menos importante do que quem avalia. Os haters pertencem ao segundo grupo, pois odeiam o desconhecido - que permanece desconhecido por causa de outro fenômeno, o viés de confirmação. Esse conceito da psicologia cognitiva diz que tendemos a ignorar ou desprezar fatos que contradigam algo em que acreditamos.

Outro estudo, da Universidade do Estado de Ohio, mostrou que as pessoas passam 36% mais tempo lendo um texto se ele se alinha com sua opinião. "Você fica tão confiante na sua visão de mundo que ninguém consegue dissuadi-lo", explica o jornalista americano David McCraney no livro Você Não é Tão Esperto Quanto Pensa. O conformismo de bater nas mesmas teclas alimenta o medo de absorver ideias novas - e vice-versa. No anonimato da internet, esse é o combustível para comentários inflamados de ódio e a razão da existência e proliferação dos haters. Para piorar, isso sustenta outra praga da internet, as teorias da conspiração. Se você procurar no Google apenas provas de que o homem não foi à Lua, vai encontrar várias - e se sentir aliviado por achar que está certo.

Mas e quando o anonimato recua e as pessoas mostram a cara? Uma TV americana, em parceria com a Universidade do Texas, fez o seguinte estudo: por 70 dias, ela lidou com 2,5 mil comentários postados em sua página no Facebook de diversas maneiras. Algumas vezes, um repórter famoso do canal interagia com as pessoas. Em outras, o perfil oficial da emissora respondia. Quando o repórter comentava, houve 15% menos insultos do que nos tópicos sem interação. O estudo concluiu que quando o lado de lá participa, como, por exemplo, ao elogiar comentários que acrescentam algo à discussão, as pessoas veem que atitudes têm consequências e que a internet, no fim das contas, é feita de pessoas.

Só que tem um problema: existem pessoas e pessoas. E algumas delas são trolls.

POR TRÁS DA TROLLAGEM

Os trolls apareceram na rede de fóruns Usenet nos anos 80. O termo vem da expressão trolling for suckers. Trolling é uma técnica de pesca em que linhas com iscas são deixadas na água e arrastadas a partir de um barco em movimento, à espera de peixes que as abocanhem. É isso o que o troll faz na internet, provocar e esperar alguém que se irrite. Hoje, o termo abrange diversos tipos de comportamento. Para a moderadora Bruna, o pior é aquele que conhece os limites do que pode ser publicado. Não ofende ninguém, mas é campeão de discórdia. "Eles entram numa notícia de uma celebridade só para falar mal dela e irritar os fãs. Você não pode chutá-los porque estão dentro das regras, mas muita gente se revolta e perde a linha - e no final elas acabam bloqueadas."

Tom Postmes, professor das universidades de Exeter (Inglaterra) e Groningen (Holanda), pesquisa o comportamento online das pessoas há 20 anos e notou que o estilo troll está cada vez mais bem definido. "Eles querem promover emoções antipáticas de nojo e indignação", diz. Segundo um estudo de 2013 do Centro de Pesquisa em Comunidades Online e Sistemas de E-Learning do Parlamento Europeu, na Bélgica, trolls têm muitas características em comum com pessoas que sofrem de um transtorno de personalidade antissocial. A causa seriam problemas de autoconfiança.
A internet é uma adolescente. Ela existe há 44 anos, mas começou a fazer parte da nossa vida para valer há no máximo 20. Então, estamos todos amadurecendo nosso comportamento. Lembra seus primeiros posts no Orkut, em blogs antigos ou logo que entrou no Facebook? Bateu uma vergonha? É normal. A web cresce assim. Aos poucos, a noção falsa de que há uma fronteira entre comportamento online e offline enfraquece. A internet não é uma terra amoral, onde vale tudo. Ela é uma extensão da sociedade. Para o bem e para o mal.
Bichos digitais

Como identificar os tipos de comentaristas na Internet


Extremista político

De direita ou de esquerda. Uns defendem o nazismo, outros chamam de nazista quem discorda deles. Também são vítimas fáceis dos trolls.

Povo da zoeira

Posta conteúdos engraçados em discussões alheias, muitas vezes mudando o rumo da conversa para algo mais anárquico. Finge-se de hater ao postar mensagens inflamadas só para confundir extremistas e conspiradores.

Sabichão

Sommelier de qualquer coisa, tem opinião formada sobre quase tudo. Gosta de insultar a suposta ignorância das pessoas ao redor.

Ista

Sonistas (fãs da Sony) e nintendistas (da Nintendo). Pessoas que defendem marcas de games como se estivessem em torcidas organizadas. O fenômeno ocorre em outros ramos, como tecnologia (Apple x Google x Windows) e fotografia (Nikon x Canon). São alvos fáceis de trolls, que detonam seus ídolos só para ver o circo pegar fogo.

Conspirador

Há muitas versões, como o dilmificador, que põe a culpa de tudo de errado no mundo no governo. Míssil derruba avião na Ucrânia? Culpa da Dilma. Outro tipo comum é o que duvida de tudo o que a "grande mídia" diz.

Monossilábico

Limita a participação a um "que legal" ou "que lixo". É inofensivo e não acrescenta nada a nenhuma conversa.

Confuso

Xinga, mas é difícil dizer o quê e por quê. Dispara um repertório variado de clichês e preconceitos, mas não dá para saber que lado está defendendo.

Troll de raiz

Usa o anonimato para assediar outros usuários, seja de forma sutil seja de um jeito mais agressivo.

Fofo
Traz novas informações à discussão e está pronto para responder cordialmente a todos os outros tipos.

Fonte: por Ana Prado  SUPERINTERESSANTE

Opinião: Achamos SUPER Interessante essa matéria divulgada na revista, matéria essa desenvolvida por Ana Prado com desenvoltura, pesquisas e orientações para nós leitores. Por conta disso o Blog do Lu Cidreira não poderia ler absorver o conteúdo sozinho, tivemos que colocar e ou passar para frente pois, temos que divulgar assuntos que interessam aos leitores de mídias eletrônicas.

Abraço

 


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