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7 de abril de 2017

APROVEITE A OPORTUNIDADE!

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A Páscoa esta chegando e é tempo de celebrar mais uma festa em família. E nada melhor do que aproveitar a data para incentivar a leitura daqueles a quem queremos tão bem, APROVEITE A OPORTUNIDADE! Adquira agora seu exemplar é só entrar no site e solicitar a compra. Trata-se de um romance uma trama muito interessante. 
Para ajudar, o Clube está com uma promoção de até 25% de desconto no livro impressos entre os dias 06 e 14 de abril! Confira diretamente no  site abaixo:

Rita Cidreira

1 de abril de 2017

Vejam! Vejam!...

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– A Economia estabilizou, Nossas dividas foram perdoadas.
– Nossa moeda é forte e valorizada.
– HÁ PAZ NO MUNDO!
– AS MOLÉSTIAS FORAM TODAS ERRADICADAS.
– SOMOS UM POVO TOTALMENTE FELIZ!
– Nosso Presidente não é o Temer.
– Os político citados na lava a jato estão na cadeia!
– Não existe mas: PMDB, PT, PSDB, PR, PP, PROS, e etc.
– Os Corruptos estão na CADEIA!
– Eu GANHEI NA MEGA SENA, AGORA SOU MILIONÁRIA!!

Dia da mentira 1º de abril

A Mentira tem pernas curtas? É o que dizem por ai… O povo também fala que ela nunca vai sozinha, pois se não for remendada com outra, logo arrebenta. E quem não se lembra do Pinóquio, o boneco de madeira que, quando mentia, via seu nariz crescer?
Tudo isso faz lembrar o 1º de abril, o dia mundial da mentira, que começou em 1564 na França, era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Tudo isso começou quando o rei Carlos IX da França determinou que o ano novo fosse comemorado no dia 1º de janeiro respeitando o calendário Gregoriano, houve resistência dos franceses que continuavam a respeitar o calendário Juliano, por dificuldade também em difundir a nova data, pois não existiam meios de comunicação, não havia jornais, rádios, nem televisão, pois a invenção da imprensa, por Gutenberg, só aconteceu muitos anos depois, em virtude disso ficou mantido o dia 1º de abril, que ficou conhecido como do Dia da Mentira, por forças das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade, em todo mundo.
No Brasil o dia 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, em 1 de abril de 1848, trazido pelos portugueses, com a mentira da morte de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte, tornou-se logo parte do nosso folclore! Tanto que alguns, mais competentes na arte da mentira, ganham fama: são exemplos os pescadores – quem nunca ouviu uma historia de pescador?
A Coisa pegou mesmo! Recebeu o nome de Fool’s Day, nos países de língua inglesa. Hoje, a data não é tão festejada como antes. Para o sossego de muita gente, muitos não concordam com ela, pois acham errado existir um dia em que é permitido enganar. Afinal, mentira é isso mesmo: engano, fraude, falsidade, ilusão. Coisas que vemos muito nesta politicagem podre do nosso Brasil!… Em que políticos estão a todo dia vivendo o 1 de abril… Como seria bom! Viver esta data comemorativa, só no dia 1º de abril, no outro dia tudo já seria declarado que era mentira, mas é utópico pensar, que os nossos dirigentes viveriam o dia da mentira só no dia da mentira, eles prolongam suas mentiras dia a dia, como todos os dias do ano fossem 1º de abril, fazendo o povo acreditar piamente em suas promessas descabidas, em seus depoimentos e sorrisos hilários, para ganhar seus devotos. Com isso os cofres públicos são esvaziados, os anúncios das mais diversificadas fraudes: mensalões, sonegação fiscal, trafico de armas, troca de favores entre eles, recebimento de propina , super faturamento das obras, tráfico de influências, rede organizada de pedofilia, tráfico de drogas, falsidade ideológica… São constantes, aumentando no nosso país a falta de educação, elevando o caos na saúde e a segurança publica nem é bom falar!… Nossas matas desaparecendo dia após dia! Nossas estatais sendo privatizadas, a intolerância desenfreiada… Tornando nossas vidas um caos total, sinalizando para cada cidadão, que o dia da mentira é só dia 1º de abril, que os outros dias do ano temos que estar atentos na busca incansável da VERDADE!
Texto de: Rita Cidreira

29 de março de 2017

A cidade da beleza, Parabéns Salvador da Bahia, Brasil

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Por ser baiano e soteropolitano da gema, de Itapagipe cidade baixa, Boa Viagem, este autor não poderia de deixar sua homenagem a cidade mãe, "Salvador da Bahia", por isso, este post está acompanhado de um vídeo, com fotos antigas e modernas para ser contemplado pelos nossos leitores.


Resumo da história da cidade do Salvador Bahia Brasil:
A região antes mesmo de ser fundada cidade, já era habitada desde o naufrágio de um navio francês, em 1510, de cuja tripulação fazia parte Diogo Álvares, o famoso Caramuru. Em 1534, foi fundada a capela em louvor a Nossa Senhora da Graça, porque ali viviam Diogo Álvares e sua esposa, Catarina Paraguaçu.
Em 1536, chegou à região o primeiro donatário, Francisco Pereira Coutinho, que recebeu capitania hereditária de El-Rei Dom João III. Fundou o Arraial do Pereira, nas imediações onde hoje está a Ladeira da Barra. Esse arraial, doze anos depois, na época da fundação da cidade, foi chamado de Vila Velha. Os índios não gostavam de Pereira Coutinho por causa de sua crueldade e arrogância no trato. Por isso, aconteceram diversas revoltas indígenas enquanto ele esteve na vila. Uma delas obrigou-o a refugiar-se em Porto Seguro, com Diogo Álvares; na volta, já na Baía de Todos os Santos, enfrentando forte tormenta, o barco, à deriva, chegou à praia de Itaparica. Nessa, os índios fizeram-no prisioneiro, mas deram liberdade a Caramuru. Francisco Pereira Coutinho foi retalhado e servido numa festa antropofágica.
Em 29 de Março de 1549 chegam, pela Ponta do Padrão, Tomé de Sousa e comitiva, em seis embarcações: três naus, duas caravelas e um bergantim, com ordens do rei de Portugal de fundar uma cidade-fortaleza chamada do São Salvador. Nasce assim a cidade de Salvador: já cidade, já capital, sem nunca ter sido província. Todos os donatários das capitanias hereditárias eram submetidos à autoridade do primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa. Com o governador vieram nas embarcações mais de mil pessoas. Trezentas e vinte nomeadas e recebendo salários; entre eles o primeiro médico nomeado para o Brasil por um prazo de três anos: Dr. Jorge Valadares; e o farmacêutico Diogo de Castro, seiscentos militares, degredados, e fidalgos, além dos primeiros padres Jesuítas no Brasil, como Manuel de Nóbrega, João Aspilcueta Navarro e Leonardo Nunes, entre outros. As mulheres eram poucas, o que fez com que os portugueses radicados no Brasil, mais tarde, solicitassem ao Reino o envio de noivas. Talvez Tomé de Sousa tenha sido o primeiro visitante a apaixonar-se pelo local, como muitos após ele, pois disse ao funcionário que lhe entregou a notícia de que o substituto estava a caminho: "Vedes isto, meirinho? Verdade é que eu desejava muito, e me crescia a água na boca quando cuidava em ir para Portugal; mas não sei por que agora se me seca a boca de tal modo que quero cuspir e não posso". Após Tomé de Sousa, Duarte da Costa foi o governador-geral do Brasil, chegou a 13 de Julho de 1553, trazendo 260 pessoas, entre elas o filho Álvaro, jesuítas como José de Anchieta, e dezenas de órfãs para servirem de esposas para os colonos. Mem de Sá, terceiro governador-geral, que governou até 1572, também contribuiu com uma grande administração. A cidade foi invadida pelos holandeses em 1598, 1624-1625 e 1638. O açúcar, no século XVII, já era o produto mais exportado pela colônia. No final deste século a Bahia se torna a maior província exportadora de açúcar. Nesta época, os limites da cidade iam da freguesia de Santo Antônio Além do Carmo até a freguesia de São Pedro Velho. A Cidade do São Salvador da Bahia de Todos os Santos foi a capital, e sede da administração colonial do Brasil até 1763. Em 1798, ocorreu a Revolta dos Alfaiates, na qual estavam envolvidos homens o povo como Lucas Dantas e João de Deus, e intelectuais da elite, como Cipriano Barata e outros profissionais liberais.
Em 1809, Marcos de Noronha e Brito, o conde dos Arcos, iniciou sua administração, a qual foi muito benéfica à cidade. Em 1812 ele inaugurou o Teatro São João, onde mais tarde Xisto Bahia cantaria suas chulas e lundus, e Castro Alves inflamaria a platéia com os maravilhosos poemas líricos e abolicionistas. Ainda no governo do Conde dos Arcos, ocorreram os grandes deslizamentos nas Ladeiras da Gameleira, Misericórdia e Montanha.
Em 1835 ocorre a revolta dos escravos muçulmanos, conhecida como Revolta dos Malês. Durante o século XIX, Salvador continuou a influenciar a política nacional, tendo emplacado diversos ministros de Gabinete no Segundo Reinado, tais como José Antônio Saraiva, José Maria da Silva Paranhos, Sousa Dantas e Zacarias de Góis. Com a proclamação da República, e a crise nas exportações de açúcar, a influência econômica e política da cidade no cenário nacional decresce; Em 1912 ocorre o bombardeio da cidade, causado pelas disputas entre as lideranças oligárquicas na sucessão do governo: é destruída Biblioteca e Arquivo, 
perdendo-se de forma irremediável importantes documentos históricos da própria cidade.



O Instituto Geográfico e Histórica da Bahia também estará com uma programação voltada para as mulheres por conta do mês de março fazer parte do mês da mulher juntamente com as comemoração do aniversário da cidade de Salvador.

Leiam no link abaixo


Fonte: Wikipédia, IGHB

SECOM Salvador Ba.
Vídeo You Tube: Luiz Cidreira
Fotos do vídeo: Secom
Arquivo do IPAC
Divulgação Ssa. Ba.
Luiz Cidreira

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.