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21 de março de 2017

A Convivência

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– A convivência nos faz parceiros e anda de mãos dadas com os sentimentos, exercitando continuamente nossa tolerância, que nos trás o crescimento da paciência e nos transporta para o mar das águas calmas e límpidas, apesar das ondas amedrontantes que repentinamente se transformam com o tempo e com o vento, remetendo-nos ao mundo dos pensamentos reflexivos da sabedoria, fazendo-nos desfrutar de sua grandeza e beleza na ciência do aprendizado do qual a natureza pode nos proporcionar. Ter a percepção do quanto é importante à convivência entre os seres e a natureza. Analisando tudo isso, percebe-se o quanto o ser humano mostra-se frágil neste exercício, pois na primeira tempestade o mundo cai e as mágoas aparecem…
Ter a convicção no cerne da alma de que a convivência deve ser afinada e intransponível de mágoas, de desentendimento, pois o coração e alma devem ser cristalinos, para uma boa convivência para que no banco dos relacionamentos e convivências possamos depositar nossos segredos, anseios vividos, contar as alegrias, as tristezas da vida e compartilhar aos de nosso convívio. Acumulando um tesouro, uma jóia de imprescindível valor e tornar-se amigo e parceiro na arte da convivência da vida, demonstrados através de atos, de sinceridade, de lealdade, de carinho e amor incondicional para com os de nossa convivência. Devemos procurar abrandar o ímpeto dos nossos destemperos, para não sangrar o coração, como uma tormenta seguida de tempestade com relâmpagos, que atingem nossa cabeça, no corpo descampado sem proteção e sai cortando queimando nosso coração, que faz a alma chorar como uma rosa que é despetalada pela inconsciência daqueles que não sabem apreciar a sua beleza, sua grandeza, que alegra, perfuma e colore os jardins dos sentimentos. Não é que se fala mais como se fala, pois o diálogo, o uso das formas das palavras exerce um poder incontestável. Nem sempre somos a verdade, nem sempre detemos o poder, nem sempre somos o dono da palavra, nem sempre podemos comprar os sentimentos e nem as pessoas. A autenticidade a simplicidade nos conduz ao ápice da convivência.
Quando não podemos mudar a pessoa que amamos do nosso convívio, temos que desfrutar da sua presença e conviver com seus defeitos e virtudes, pois se amamos é porque existe sincronia, se não podemos mudar a pessoa então devemos amar, e amar, e amar… com brandura, com respeito e com verdade… Pois, atrelados a todos estes temperos do bem viver do amor, os defeitos e erros cometidos a cada dia irá mudar a pessoa, sem ferir ou magoar, pois quando se ama de verdade o amor é tão forte que resiste às tempestades, os tsunami da vida, que derruba que arrasa e destroem o nosso ser e muitas vezes nos faz perder nossos bens materiais, mas persevera a tolerância, preserva o nosso bem maior, a nossa caixa de tesouro contido na alma e no coração, poupados durante a vida no banco dos sentimentos, que nos refaz e nos anima a continuar a viver e reconstruir bens matérias perdido, como a beleza do sol nascente, trazendo consigo a força do sopro da luz do viver, transbordando mais e mais, o amor pela vida!… Não estamos sozinhos, não somos ilhas, somos sim, a partilha sem exigências de bens materiais, que nos é concedido por Deus, quando ele nos permite administrá-los aqui nesta vida. A relação de convivência deve ser sem demasiadas exigências de preferências sexuais, de religião ou partido político, deve ser ancorado nas bases de verdade, sabendo que nem sempre estamos imune aos erros, somos o que somos e o amor não exige, não aprisiona e sim liberta!
Ninguém é perfeito, eu também não sou! Mas se podermos ajudar alguém a se aperfeiçoar ótimo! Desde que seja usada à razão e não a emoção e seja ponderada a nossa maneira de pensar e que a nossa verdade não seja a que tenha que prevalecer, pois ela pode ser a nossa verdade e não a dos outros, aí sim as palavras entram com brandura e maciez.
Por fim, saliento que a caixa de tesouro da alma e do coração, depositados no banco dos sentimentos deve render juros e juros da convivência, com o certificado de garantia, atestado e reconhecido firma pela lei do amor e peço que nunca percas a chave do cofre deste tesouro para que não se feche dentro dele o AMOR!
Texto de Rita Cidreira.

18 de março de 2017

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Este é o meu irmão Luiz Cidreira

É Assim... Estamos vivos mortos! Enquanto estivermos com os pés nessa terra a qualquer instante podemos não estarmos mais, portanto somos da vida e somos da morte.
É com muita tristeza e Dor deixo registrado aqui a morte do meu Querido irmão Luiz Cidreira que fez a viagem no dia 13/03/2017 pela manhã, de infarto.
A Todos os seguidores deste blog agradeço e peço ajuda para eu Rita Cidreira continuar a manter ele ativo.
Sem mais,
Rita Cidreira. 

10 de março de 2017

O telefone e seu dia

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Esse é o dia do telefone


10 de Março

Dar um alô. O que não muda por causa de um telefonema? Aquele recado que a gente não recebeu e causou um desencontro. Ouvir a voz do namorado, lá longe, dando um alívio para a saudade... Aquela chamada que marcou a entrevista para o primeiro emprego. A fofoca que veio antes de mais ninguém da turma saber! E a desculpa esfarrapada, dizendo para a mãe que vai dormir na casa da melhor amiga... o que não muda por causa de um telefonema!
Desde o telefone convencional, tal como foi concebido por Graham Bell, até as mais novas concepções tecnológicas, as inovações na telefonia não pararam. Surgiram os aparelhos eletrônicos, os sem fio, os telefones móveis e os celulares, sempre pensando em melhorar a comunicação das pessoas e não deixar faltar aquele alô que muda tudo.
Paralelamente, o telefone veio a se associar a outras funções, nascendo daí a secretária eletrônica, os aparelhos de fax e os modems para conexão à Internet, entre outros.
A tecnologia de ponta em telecomunicações permite associar o telefone aos satélites, que ligam pontos muito distantes, e à fibra óptica, que permite mais ligações ao mesmo tempo. Os recursos vão mudando a cara do telefone, mas a idéia continua a mesma: aproximar as pessoas.

"Meu Deus, isto fala!"

D. Pedro II tomou conhecimento da invenção de Graham Bell em 1876, em uma exposição na Filadélfia, em que se comemorava o centenário da independência dos Estados Unidos. Interessado no trabalho do físico escocês (sim, Graham Bell era físico e era escocês!), D. Pedro quis experimentá-lo. Ao segurar o telefone, pôde escutar Bell declamando Shakespeare e ficou espantado. Daí surgiu a famosa frase: “Meu Deus, isto fala!”, proferida pelo imperador do Brasil na ocasião.
O primeiro telefone chegou ao Brasil em 1877, um ano após a Exposição do Centenário dos Estados Unidos. Segundo o Museu do Telefone da Telesp, há dúvidas sobre onde foi instalado o primeiro aparelho: uma versão afirma que foi na casa comercial “O Grande Mágico”, na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, ligando a loja ao quartel do Corpo de Bombeiros; outra versão diz que o primeiro aparelho foi um presente que D. Pedro II teria recebido de Graham Bell, com uma linha do Palácio de São Cristóvão até o centro da cidade.
Dia do Telefone

Por pouco, ninguém dá bola ao telefone

Bell apresentou o telefone em um estande bastante simples para o que seria um recurso tão importante no século XX. Na Exposição do Centenário, na Filadélfia, Graham Bell não pôde reservar um bom lugar para expor seu invento. Graças a um de seus financiadores – um dos comissários da exposição – Bell conseguiu um espaço a tempo. Mas teve que se contentar com uma singela mesinha, na área do Departamento de Educação de Massachusetts.
Com o pouco espaço que lhe coube, por pouco o invento de Graham Bell não passou despercebido. A exposição já estava no final quando a comissão julgadora passou pelo estande onde ficava o telefone. D. Pedro II fazia parte da comissão e já conhecia o trabalho de Bell como professor de surdos-mudos. Foi o único a se interessar pelo telefone e pediu uma demonstração. O resto, você já sabe: “Meu Deus, isto fala!”
Não fosse por isto, talvez, Graham Bell ainda teria que esperar algum tempo até obter reconhecimento por sua maravilhosa invenção.

Curiosidades

Concorrência entre funerárias impulsiona criação de central automática
Almon Brown Strowger era um empresário do setor funerário que levava muito jeito para criação de aparelhos elétricos e telegráficos. Sua principal invenção se deu por causa da esperteza da mulher de seu concorrente no ramo. Ela era telefonista e, sempre que recebia pedidos de ligação para a funerária de Strowger, “por acaso” não conseguia completar a ligação.
Para acabar com as “falhas técnicas” que lhe tirava muitos clientes, Strowger criou em 1892 a central telefônica automática, a primeira do mundo, com apenas 56 telefones.
A primeira central telefônica automática do Brasil chega em 1922. Instalada em Porto Alegre, é a terceira do mundo, depois de Chicago e Nova York.

Ninguém quer telefone?

O telefone demorou para ser aceito e compreendido, até se tornar indispensável. No início do século XX, por exemplo, a maioria da população ainda não tinha uma clara noção do que mudaria na sociedade após esta invenção.
Exemplo disto foi o problema das companhias telefônicas, que enfrentaram um duro caminho até começarem a ter rentabilidade no negócio. Para que o serviço de telefonia se tornasse mais popular, era comum que a companhia oferecesse telefones às residências, gratuitamente. A experiência muitas vezes era frustrante: o aparelho costumava ser devolvido por qualquer motivo que incomodasse o indivíduo.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Hoje em dia temos uma ferramenta que fala e ainda tem comunicação por texto e imagens que e os telefones celulares. Como evoluímos de la pra cá.

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Lançamento do livro de Rita Cidreira
Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.