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3 de setembro de 2008

BIOGRAFIA E PEQUENA HISTÓRIA DE UMA GRANDE ARTISTA BRASILEIRA - Tarsila do Amaral

01 de setembro
1886, nasceu Tarsila do Amaral



Embora tenha convivido com a nata dos modernistas e seja uma das mais representativas artistas do modernismo, a pintora Tarisla do Amaral não participou da Semana de Arte Moderna, em 1922.



Casada, em segundas núpcias, com o escritor Oswald de Andrade, sua casa em São Paulo reunia o melhor da intelectualidade do país.

Inaugurou o movimento antoprofágico, em 1928, com o quadro Abaporu e, por toda a vida, esteve presente nas mais importantes manifestações artísticas brasileiras.


Tarsila disse: “Eu quero ser a pintora do meu país”. E, pelo jeito,conseguiu.
Tarsila do Amaral nasceu em Capivari, interior de São Paulo, em 1 de setembro de 1886. Sua família era muito rica e ela foi criada com todas as exigências de sua classe.
Estudou no Colégio Sion, um dos mais tradicionais da capital paulistana e foi completar os estudos em Barcelona, onde pintou seu primeiro quadro aos 16 anos.
Casou-se, em 1906, com André Teixeira Pinto, com quem teve a sua punica filha, Dulce.
Separou-se dele e começou a estudar escultura, desenho e pintura com Pedro Alexandrino, em 1916.

Em 1920 foi para Paris frequentar aulas na Académie Julien e participou, em 1922, do Salão Oficial dos Artistas Franceses.
De volta ao Brasil, uniu-se a Anita Malfati, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade para formar o Grupo dos Cinco, que tomou a frente do movimento modernista.
Em 1926 casou-se com Oswald de Andrade e é deste ano também a sua primeira exposição individual na Galeria Percier, em Paris.
Suas obras tornam-se então primitivistas e nativistas e é dela a pintura que desencadeia o movimento antropofágico nas artes, em 1928.
Pouco antes os modernistas que frequentavam o solar de Tarsila e Oswald em São Paulo haviam admitido em seu grupo a jovem Patrícia Galvão, a mais tarde famosa Pagu, que encantava a todos com seu espírito libertário.

Oswald acabou se apaixonado por Pagu e, em dezembro de 1929, deixou Tarsila para ir viver com Pagu.
No começo da década de 1930 as obras de Tarsila começaram a apresentar temas sociais. Nesta época ela começou a viver com o escritor Luís Martins. Ficaram juntos por mais de 20 anos, até meados dos anos 50.
Tarsila trabalhou como colunista nos Diários Associados de 1936 a 1952.
Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951. Fez sua retrospectiva na MAM, Museu de Arte Moderna, em 1960. Em 1963, ganhou uma sala especial na Bienal e participou também da 32º Bienal de Veneza.
Morreu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973, aos 86 anos, ela que nascera em 1 de setembro de 1886.

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