Quem sou eu

Minha foto
Sou Guerreira, romântica, poeta, escritora, paciente, prudente, perseverante, amante da natureza...

Follow by Email

Minha lista de blogs

Dias de Vida do blog

Total de visualizações de página

3 de setembro de 2008

Pequena história de Emilinha Borba


31 de agosto
1923, nasceu Emilinha Borba

A eterna Rainha do Rádio, tremenda rival da cantora Marlene, Emilinha Borba foi um dos maiores fenômenos de popularidade nos áureos tempos da Rádio Nacional. Teve vários títulos, entre eles, “Favorita da Marinha”.

Com o declínio do rádio no Brasil e com o surgimento de novos ídolos e do sucesso da televisão, Emilinha passou 22 anos sem gravar nenhum disco.


Mas, quando gravou, em 2003, mostrou que ainda podia ser sucesso, lotando teatros e casas de espetáculos em shows que realizou por todo o país, até sua morte, em 2005.
Emília Savana da Silva Borba nasceu no bairro da Mangueira, no Rio de Janeiro, em 31 de agosto de 1923, filha de Eugênio Jordão Borba e Edith da Silva Borba. Era gêmea de José e tinha mais 4 irmãos. Manteve sempre uma estreita ligação com a escola de samba de seu bairro.

Começou a se apresentar em programas de rádio ainda criança e aos 14 anos ganhou seu primeiro prêmio como caloura na Rádio Cruzeiro do Sul.
Seu primeiro disco foi gravado em 1939 e logo depois foi contratada pelo Cassino da Urca, apadrinhada por Carmen Miranda. Trabalhou 27 anos na Rádio Nacional (líder absoluta de audiência nos anos de 1940 e 1950) e atingiu uma popularidade nunca alcançada por nenhuma outra cantora brasileira.
Em 31 de agosto de 1957, seu aniversário, casou-se com Artur Dousa Costa, corredor automobilístico e filho então Ministro da Fazenda de Getúlio Vargas. Teve seu único filho com ele: Artur Emílio.
Seus maiores sucessos, dentre centenas de discos de sucesso, foram o bolero Dez Anos, de Rafael Hernandez, com versão de Lourival Faissal e a marcha Chiquita Bacana, de João de Barro e Alberto Ribeiro.
Emilinha foi a personalidade brasileira que mais saiu em capas de revistas: 350 vezes, até 1995.

Participou de diversos filmes, entre 1939 e 1967. Neste período gravou 117 discos, o que a tornou a cantora de maior expressão nacional de todos os tempos.
Em 1968 ela completava 13 anos consecutivos como ganhadora do concursos Os Mais Queridos do Rádio e da TV quando teve um edema nas cordas vocais e fez três cirurgias. Mesmo afastada dos microfones, seu enorme fã clube se manteve fiel a ela.
O retorno de Emilinha só aconteceu em 1972, no Sistema Globo de Rádio, no Dia dos Marinheiros.

Ela só voltaria a gravar em 2003, aos 80 anos de idade. Ela passara as décadas de 1980 e 1990 fazendo espetáculos retrospectivos.
Emilinha morreu de infarte, em sua casa, em Copacabana no dia 3 de outubro de 2005, aos 82 anos.
Todas as emissoras de rádio e TV cobriram seu enterro, que teve as honras da Marinha do Brasil e transporte do caixão pelo Corpo de Bombeiros.

0 comentários :

Comentários atuais

Seguidores

assine o feed

siga no Twitter

Postagens

acompanhe

Comentários

comente também

Uol

Gostou do Blog? Então doe um drinque?

Estamos no Google+

Google+ Followers

Lançamento do livro de Rita Cidreira

Lançamento do livro de Rita Cidreira
Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.