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26 de novembro de 2008

Valtando a falar de FOTOGRAFIA




Continuação sobre fotografia, esta matéria refere-se a fotografia analógica/latente ou filme.

REGRAS BÁSICAS DE ENQUEDRAMENTO
Como já sabemos, fotografia não significa somente olhar pelo visor e apertar o botão disparador. Através do visor, devemos observar bem o objeto que queremos fotografar, compondo-o de maneira harmoniosa com outros elementos que fazem parte da cena. O objeto principal deva ocupar o primeiro plano da foto, de maneira à chamar pra si toda a atenção do observador. Esse tipo de situação, acontece constantemente e às vezes, uma simples mudança de ângulo, resolve o problema. Uma peça solta, fica bem melhor enquadrada, num fundo neutro, principalmente se esse objeto não tem contrate de luminosidade.

USO DO RETANGULO
As cenas horizontais devem apresentar-se sob esse plano, niveladas com as linhas do horizonte. Todos os objetos de forma retangular posicionado de forma horizontal, nesse plano deverá ser representado na fotografia. Da mesma forma, objetos situados no plano vertical, de ser representado, verticalmente, mudando a posição do retângulo, do visor.
O detalhe de uma porta por exemplo, não ficaria bem enquadrado no plano horizontal.

USO DO QUADRADO
Quando a área que dispomos é um quadrado, isso significa formato maior de negativo. Nesse caso, o ideal seria posicionar o nosso objeto, dentro de linhas. Podemos traçar essa linha que auxiliam o equipamento, mas geralmente esse visor 6x6 já as possuem. De qualquer forma, dividindo-se em três partes iguais de cima para baixo e da esquerda para a direita. Teremos o vidro despolido dividido em nove quadrados. O enquadramento perfeito se dará, nos três quadrados centrais, evitando os quatro contos.

Quando a cena fotografada, apresenta um objeto em ação, deve-se reservar determinado espaço para que haja maior expressão nesse sentido. O sentido de direção de uma cena, fica melhor representado para a visão humana, quando a ação se dá da esquerda para a direita.

Quando fotografamos um tema, temos consciência de que, na verdade, estamos transferindo uma imagem tri-dimensional, para o plano bi-dimensional do filme. Estamos colocando um objeto com três dimensões, em um plano formado por apenas altura e comprimento. Nesse sentido, existem alguns artifícios que pretendem dar à fotografia , uma profundidade, semelhante à terceira dimensão.
A existência de vários objetos de tamanho diferentes, quando bem arrumados e enquadrado, dão essa sensação
Objetos do mesmo tipo e tamanhos diferentes, também ajudam nesse sentido. Também o uso de linhas que convergem para um mesmo ponto, pode dar a sensação de tridimensionalidade.

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.