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16 de dezembro de 2008

Dezembro mês dos raios e trovões colaboração Izabel Vasconcelos



04 dezembro

dia de Santa Bárbara e Iansã

Bárbara, a santa católica, protetora nas explosões, raios e tempestades, foi identificada, pelo sincretismo religioso que aconteceu entre a religião dos escravos com a religião dos senhores, com Iansã.

Iansã —rainha dos raios e das tempestades— é a segunda mulher de Xangô, guerreira, agressiva, corajosa e contrapõem-se à Oxum (a primeira).

Oxum é a fútil, a frágil, a vaidosa que vive a mirar-se no espelho.

A crença que veio da África negra já identificava a dualidade feminina, o conflito entre o papel social que se deu às mulheres e a natureza naturalmente guerreira de todo ser humano.

Santa Bárbara nasceu na Nicomédia, Ásia Menor.

Viveu não se sabe exatamente quando, entre os séculos III e IV DC.

Tornou-se cristã, à revelia de seus pais, que eram pagãos.

Diz a lenda que ela era uma jovem belíssima e muito inteligente. E seu pai, Dióscoro, ciente do efeito que a beleza da filha poderia causar nos homens, trancafiou-a numa torre.

A torre tinha duas janelas. Bárbara abriu uma terceira, evocando assim a Santíssima Trindade.

Aproveitando-se da ausência de Dióscoro, que partira para uma viagem, Bárbara foi batizada por seus amigos cristãos.

E isso seu pai, quando soube, não podia perdoar.

Então entregou a própria filha às autoridades que perseguiam os cristãos. Julgada, sua sentença foi ser exibida nua por todo o país, depois ter os seios extirpados e o corpo queimado. Seu próprio pai cortou-lhe a cabeça com uma espada. (Freud explica)

Porém, assim que acabou de matar a própria filha, Dióscoro morreu, sob uma tempestade repentina, atingido por um raio. Por isso a santa é invocada nas tormentas.

A imagem de Santa Bárbara é representada tendo ela uma palma (significando o martírio), um cálice (sua proteção aos doentes terminais) e uma espada (instrumento de sua morte).

Na África, um importante rio que atravessa a Nigéria, é a morada da mulher mais poderosa, a mãe de nove filhos, do rio de nove braços, a mãe do nove: Iansã.

É a deusa do rio, mas seu elemento é o fogo. É a contradição nascida da água da tempestade e do raio de fogo que corta os céus. Seu símbolo é a espada.

Iansã é a guerreira, muito mais identificada com as atividades tradicionalmente masculinas, rejeitando o papel feminino cultural.

Mas não se masculiniza: é ardente, fogosa, sensual. Foi mulher de Xangô e amante de quase todos os orixás.

Sem subterfúgios, direta e sincera, vence todas as batalhas.

Suas cores: marrom, rosa e vermelho.

Seu símbolo: a espada.

Seu domínio: Vendavais, raios e tempestades.

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