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14 de janeiro de 2009

Biografia de uma das maiores Jornalistas Brasileira.

LILLIAN WITTE FIBE

Lillian Witte Fibe, nascida em São Paulo aos 21 de outubro de 1953) é uma jornalista brasileira.
Lilian é formada pela Universidade de São Paulo, e já trabalhou nos jornais Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil.
Iniciou a carreira televisiva na Rede Bandeirantes, como comentarista econômica. No fim dos anos 80 passou a apresentar um programa de economia na Rede Globo: o Globo Economia. Entre 1989 e 1990 foi comentarista do Jornal Hoje, do Jornal Nacional e do Jornal da Globo. Participou, a essa época, de um projeto de regionalização do Jornal da Globo (Lílian apresentaria uma edição paulista desse telejornal juntamente com William Bonner), que acabou não se concretizando.
Entre 1991 e 1993 trabalhou no SBT, onde apresentou o Jornal do SBT. Em 1993 voltou para a Rede Globo e passou a ancorar o Jornal da Globo, cuja produção fora transferida para São Paulo. Com a reformulação do jornalismo da emissora a partir de 1996 - comandada por Evandro Carlos de Andrade - assume a apresentação do Jornal Nacional com William Bonner. Em 1998 reassume o Jornal da Globo, telejornal que apresentaria até 2000.
A partir de 2000, deixou a televisão e passou a ancorar noticiários na internet. Apresentou o Jornal da Lilian no portal Terra. Em 2005 voltou à televisão, sendo contratada pela Rede 21 para apresentar o Jornal 21, que acabou precocemente logo após sua estréia.
Por dois anos, entre setembro de 2004 e setembro de 2006, foi âncora do UOL News, no portal da internet UOL. No dia 4 de setembro ela encaminhou um e-mail de despedida aos colegas de trabalho. Procurada pelo portal Imprensa, a jornalista confirmou a informação, mas não citou o motivo da saída.
Atualmente, participa da mesa-redonda intitulada Meninas do Jô, ao lado das jornalistas Lúcia Hippólito, Cristiana Lôbo e Ana Maria Tahan, que vai ao ar às quartas-feiras no Programa do Jô, pela Rede Globo.
Assumiu a apresentação do programa Roda Viva, da TV Cultura, a partir de junho de 2008.
Mãe de dois filhos, Lilian é casada desde 1979 com o jornalista Alexandre Gambirasio.
Lillian protagonizou uma cena no mínimo inusitada na história do jornalismo brasileiro ao sofrer uma crise de riso enquanto noticiava o caso de uma senhora de 81 anos que havia sido presa, acompanhada do namorado de 56, com cápsulas de ecstasy, mas seu parceiro alegava ser viagra. O vídeo é, ainda hoje, um sucesso na Internet (ver Ligações Externas).
Ela tem fama de autoritária, durona, “reclamona”. Mas quem tem o privilégio de passar alguns momentos com ela, fora do ambiente de trabalho, perceberá que aqueles traços são mais evidências de firmeza e perfeccionismo do que de um pretenso “salto alto”. E que por detrás de uma até certa rudeza profissional aflora uma mulher doce, bem-humorada, de beleza sem artifícios e malhações. Com 35 anos de profissão, Lillian Witte Fibe, a atual âncora do Roda Viva, da TV Cultura, sabe o que quer e qual o seu lugar no mundo, mas se recusa a revelar peso e voto. Casada há 30 anos com o também jornalista Alexandre Gambirasio, não consegue tirá-lo da frente dos livros, embora concorra com o marido porque trabalha até comendo. Quando criança, preferia muito mais jogar bola com o irmão do que as brincadeiras de menina, mas soube desde o colégio o que queria fazer na vida: jornalismo, profissão cujas características ela diz serem ética, informações, respeito à verdade e compatibilidade com suas ideologias – políticas, ambientais, sociais, éticas e étnicas. Mas evita fazer juízo de valor ou classificar o jornalismo que outros fazem; quando acha que não tem qualidade, simplesmente não vê ou não lê. Um pouco da vida pessoal e profissional dessa young lady do jornalismo brasileiro.
A roda viva de Lillian Witte Fibe
A menina achava que "comer era a coisa mais chata do mundo", não aprendeu andar de bicicleta, brincava mais com o irmão porque gostava de bola, pingue-pongue, empinar papagaio no terreno de sua casa. Não era exatamente um modelo de menina anos atrás. Enquanto outras brincavam de "amarelinha", ela corria por uma bola. Enquanto outras folgavam, ela estudava e era, para a ciumeira geral, sempre a que tirava as notas mais altas. A menina cresceu, estudou Jornalismo e descobriu que, embora o diploma da faculdade seja exigência para exercer a profissão, é na prática que tudo acontece. Com ela aconteceu assim. Comandou o Jornal Nacional da TV Globo quando isso era quase impossível para mulheres (antes dela, apenas Valéria Monteiro havia tido esse privilégio) e, anos e muitas histórias depois, desenvolveu trabalho pioneiro em vídeo no Portal Terra, como diretora-responsável de noticiário multimídia e interativo, o Jornal da Lillian. Hoje está no comando de um dos mais longevos, respeitados e prestigiados programas jornalísticos da tevê brasileira, o Roda Viva, da Cultura. Ela não é muito chegada nessas coisas, mas não dá para ignorar. "A essa altura, mulher ou homem no poder não é novidade. Há tantas delas ocupando espaços importantes que o assunto ficou careta".Ponha de lado aquela imagem que alguns propagaram de que ela era “salto alto”, nervosa, autoritária. A Lillian Witte Fibe que eu imaginava brava e mal-humorada desmoronou quando abriu a porta de seu apartamento, no Morumbi, em São Paulo. Risonha, boa prosa, consciente de que seus dias não podem começar e terminar no trabalho. Vi uma mulher magra, não tem meio centímetro a mais no abdômen, o grande drama da vida da maioria das mulheres que tiveram ou não filhos (ela teve dois). Rosto leve, pele alva, raras marcas do tempo, divertida, serelepe, corpo sarado sem sofrimento de aparelhos, uma legítima representante do que os ingleses chamam de young lady, dona de uma beleza pura, diferente da que corre por aí.

Lillian e Alexandre estão casados há 30 anos, são atenciosos um com o outro, independente da paixão de Alexandre pelos livros e da paixão de Lillian por seu trabalho. "O mais importante numa união é a admiração recíproca", ela diz. E é com a admiração de seu marido e sua vontade de voltar à tevê aberta que ela aceitou o convite de Paulo Markun, presidente da Fundação Padre Anchieta, para comandar o Roda Viva, todas às noites de 2ª.feira, na TV Cultura. Dias antes de cada programa, pesquisa muito sobre o entrevistado que na 2ª.feira à noite estará na cadeira principal do estúdio. Com ela, com toda a certeza, o programa mantém a aura conquistada ao longo de todos esses muitos anos de vida confirmando a recorrente pergunta de quem goza de reputação: "sabe quem vai hoje ao Roda Viva?". É um desafio. Lillian sabe disso: "O sucesso do programa depende do entrevistado". E a escolha dos entrevistados, digo eu, depende de Lillian, de Markun e da produção, que há anos tem feito história na televisão brasileira, hoje com Marcelo Bairão, na direção.Por conta própria e sem nenhuma ambição de pesquisa ou enquete, perguntei para jovens, pais e mães, avôs e avós sobre quem gostariam de ver numa entrevista feita por vários jornalistas num programa de televisão. Apareceu de tudo, do educador que se empenha em aliviar um dos principais dramas do País, ao juiz que condena corruptos, do economista que não fale “economês”, ao técnico Dunga e ao que agora chamam de "new conservador" Caetano Veloso. E por aí vai: políticos, estudiosos... Em resumo, pode ser quem for, desde que traga boas informações e, em especial, não inspire o sono.Lillian sabe fazer isso sem ser agressiva e arrogante, mas firme. Deve saber também que a programação da emissora vem com novidades nos últimos tempos. Seu primeiro entrevistado no Roda Viva foi o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que durante sua gestão como secretário do Meio Ambiente do Rio de Janeiro bateu recorde na concessão de licenciamentos: 2 mil licenças em 16 meses de governo, entre 2007 e 2008. Minc assumiu o posto assim que a ex-ministra Marina Silva saiu. Já na chamada do programa, que vai ao ar poucos minutos antes de o quadro começar, a apresentadora falou, incisiva: "A preservação da nossa riquíssima floresta tropical é pra ontem". Lillian encampou a postura crítica ao longo de toda a entrevista, inclusive nos intervalos do programa.Voltar à tevê aberta fez bem para Lillian. Voltar sem ter que passar o dia e parte da noite fora de casa faz bem para o marido, os amigos, os filhos e, principalmente, para ela mesma. É uma volta que não diminui sua paixão pelo jornalismo bem feito, ético, crítico e criativo que aprendeu fora da Faculdade de Jornalismo – "que, na verdade, pouco ensina sobre a prática da profissão". Lillian não fica de pernas para o ar na semana que antecede o programa. Pesquisa muito sobre o entrevistado da semana. O segredo do programa é ter um bom entrevistado", ela diz. "Tem um ótimo resultado e é legal."Os espectadores habituais se manifestaram sem censura, via internet, sobre a estréia dela. Disse um deles: "A TV Cultura parece ter encontrado seu turn point com a contratação de Lillian Witte Fibe". Outro: “A TV Cultura acertou em cheio... Ganhou em prestígio a TV Cultura, bem como em qualidade. Parabéns...". Um detalhe importante: Carlos Eduardo Lins da Silva, que a antecedeu no Roda Viva, é um jornalista de alto nível, ótimo companheiro (trabalhei com ele na Folha de S.Paulo) e, apesar de todas as suas qualificações pessoais e profissionais, razões pelas quais provavelmente foi contratado para fazer o programa, não revelou pique para dar sabor a ele. O que não é pecado. Um excelente jornalista, mas aquilo não era para ele. Voltou para a Folha de S.Paulo – esta, sim, a sua praia – como ombudsman. Jornalista desde o colégio Já Lillian descobriu a sua praia bem cedo. "Eu nunca quis trabalhar num lugar fechado, fazer serviço administrativo ou burocrático. Me veio então a idéia de que jornalista não ficava preso. Me lembro de que perguntei para minha mãe: para ser jornalista tem que estudar muito? Ela disse que sim. E eu fiquei com aquilo na cabeça. Quando estava na segunda série do ginásio, a professora perguntava 'o que você quer ser quando crescer?'. Eu dizia jornalista e nunca mais mudei de idéia. No segundo ano da faculdade percebi: aqui eu não vou aprender nada, preciso arrumar um trabalho. E foi à Folha de S.Paulo, onde Perseu Abramo, inesquecível, havia criado um programa de três meses para estudantes de Jornalismo. "Perseu estava viajando e outra pessoa me perguntou qual a área jornalística que eu preferia – a minha sorte foi falar educação sem muita certeza, justamente à área do mestre Perseu". Ganhou a sorte grande, como se dizia na época. Se havia alguém que sabia lidar com estagiários, esse era Perseu Abramo (ver quadro Saudades dos Abramo).Foi sapeca e estudiosa, independentemente dos que a chamavam de CDF – expressão, que hoje parece ter caído em desuso, destinada aos que estudavam muito e só recebiam notas altas. Aprendeu francês, inglês e alemão, idiomas que lê com certa facilidade e, admite, fala mau.

1956 – aos 3 anos, no colo da minha adorada tia (“Tanti” Elfi Witte), que foi minha referência feminina: irmã solteira de minha mãe e muito, muito trabalhadora e independente. Morou comigo a vida toda, até morrer, há cerca de sete anos, aos 83
1958 – aos 5 anos, pulando ondas em Santos com tia Elfi
Lillian casou aos 25, fui mãe aos 26 e o Alexandre foi meu primeiro namorado. Foi uma menina tímida, mas não levava e não levo desaforo pra casa, não. Na escola, as matérias em que sempre levava nota 10 era português e de matemática. - E sempre fui péssima em desenho. Aliás, não me peça para fazer um trabalho manual. Aprendi a fazer crochê e tricô, mas o resultado sempre foi muito ruim. Ah!, mas botão que eu prego não cai nunca mais. Mérito da minha avó espanhola, nascida em Granada, que me ensinou quando eu era bem pequena.
Quando resolveu que seria jornalista, não conhecia nenhum. Minha filha, Cristina, fez faculdades de cinema e de jornalismo. Logo depois de formada, estava meio dividida, mas pisou numa redação de jornal e ali ficou. Isso há uns quatro anos. Como mãe baba mesmo – e eu não sou exceção –, ela fez uma ótima matéria hoje (17/7) sobre as uvas do Vale do Napa.





1968 – aos 15 anos, papai adorado (Mario Fibe), hoje com 85 anos, e eu, no baile de formatura do 1º grau (à época, ginásio); meu pai é tão acelerado quanto eu, mas tem memória melhor
O professor Armando Nogueira
Alexandre (dir.) e Armando Nogueira são do mesmo dia: 14/1; dei festa de aniversário pros dois no mesmo dia, em casa (1977)
Lillian Witte Fibe tem um amigo que muitos gostariam de ter: Armando Nogueira, reverenciado entre seus pares como o melhor entre os melhores. Apaixonado por Jornalismo (e por aviões desde o cinco anos de idade), ele atravessa seus 80 anos como um grande escrevinhador apaixonado, a paixão desembestada dos grandes jornalistas. Lillian conversa sempre com ele e diz que nunca desliga o telefone sem ter aprendido alguma coisa. Armando estudou Direito para atender a um pedido de seu pai, mas nunca foi buscar o diploma. Outra paixão dele é o futebol e nesse momento deve estar sofrendo muito com o desempenho de seu time, o Botafogo. Sentimento forte também revelam seus amigos por ele, como Juca Kfouri, sempre mandando beijos e abraços em programas da ESPN Brasil. Juca diz mais: "Ele foi uma das vítimas da ditadura militar. Deu guarida a muita gente perseguida". Vítima também da edição do debate entre Lula e Collor na campanha presidencial de 1989, que até hoje carrega a marca de que a Globo favoreceu o então “caçador de marajás”.Não falei com Armando Nogueira porque me senti muito intrometida, mas li na internet uma explicação plausível, que poucos se dispõem a ouvir: "Fiquei muito decepcionado, não com meus superiores e sim com os meus subordinados, que se portaram de maneira muito equivocada na adulteração do debate. Isso contribuiu, definitivamente, para eu sair da emissora”.Armando querido, não importa o que vão dizer de mim, mas tenho inveja de quem aprendeu jornalismo com você – oportunidade que nunca tive. O senhor, chamado de professor, não poderia me dar uma aulas de como escrever alguma frase que lembre as suas?
A saída da Globo
O comunicado da Rede Globo à imprensa sobre a saída de Lillian da emissora foi curto e grosso: “Lilian Witte Fibe não é mais funcionária da emissora”. Segundo o comunicado, não houve acordo para renovar o contrato com a jornalista. O comunicado também informava que ela "vinha manifestando insatisfação com a sua qualidade de vida e também considerou insatisfatória a nova proposta financeira da Globo”. A empresa achou que não deveria aumentar a proposta feita. Lillian estava mesmo cansada de trabalhar até de madrugada – no caso, o Jornal da Globo, que ainda hoje não começa todos os dias no mesmo horário. Um jogo entre Santos e Palmeiras, por exemplo, só começa depois da novela da noite – hoje Duas Caras – e o jornal só tem início depois da partida, além dos comentários sobre a rodada do dia. Muitas vezes, mesmo quem gostaria de assistir é abatido pelo sono logo depois do “boa noite” inicial do excelente âncora Willian Waack. Essa história acabou há tempos para a própria Lillian, mas sempre que seu nome vem à tona, vêm junto as mais disparatadas explicações. Melhor entender que o dinheiro (ela diz que isso não aconteceu) compra quase tudo, menos o direito à preguiça em família. Direito à preguiça é um livro de Paul Lafargue, em que o autor faz a defesa do direito ao ócio, em oposição ao tão proclamado "direito ao trabalho". A luta pelo "direito à preguiça" é, segundo ele, a luta por meio da qual se construiria uma sociedade mais justa, regida pelo aproveitamento do tempo livre e não pela lógica de um esforço irracional e desumano. Filho de pai mulato e de mãe caribenha, além de genro de Karl Marx, Lafargue tornou-se um marxista singular no movimento socialista internacional e foi um dos fundadores do Partido Socialista Francês.

Saudades dos Abramo
É quase impossível encontrar hoje um professor como Perseu Abramo. Foi uma benção para Lillian, no começo de sua carreira, encontrá-lo na redação da Folha de S.Paulo. Perseu trabalhou 15 anos como professor do curso de Jornalismo da PUC-SP, de 1981 até sua morte, em 1996. Trouxe para a faculdade a sua experiência acadêmica na Universidade de Brasília e na Universidade Federal da Bahia, e sua experiência jornalística nas redações de O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e da imprensa alternativa (Movimento) e partidária (Jornal dos Trabalhadores, do PT). O professor Perseu Abramo orientou inúmeros projetos de iniciação científica e a produção de jornais laboratórios, além de uma pesquisa sobre a manipulação da informação e a distorção da realidade na imprensa brasileira, que resultou em textos e relatórios preliminares de excelente conteúdo, irrefutáveis nos chamados critérios científicos e de profunda atualidade até hoje.Seu irmão, Cláudio Abramo (1923-1987), foi o responsável pela ampla modernização das redações dos jornais paulistas O Estado de S.Paulo (1952-1963) e Folha de S.Paulo (1975-1976). Era trotskista e sempre fez questão de frisar que compreendia e trabalhava conforme a natureza do capitalismo.
As mulheres hoje já são maioria no jornalismo, embora ainda não tenham atingido essa maioria nos chamados postos de comando. Lillian reune Competência, dedicação, talento e inteligência é que precisam ser determinantes, e mostra como as mulheres podem fazer a diferença seja em que areas for principalmente na política.
Por onde andou Lillian Witte Fibe é formada pela Universidade de São Paulo. Trabalhou nos jornais Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil. Na tevê, apresentou noticiários especializados em economia na Rede Bandeirantes, onde ancorou programa de entrevistas Crítica & Autocrítica. Também foi repórter, comentarista de Economia, editora e apresentadora do Jornal Nacional, além de editora-chefe e apresentadora do Jornal do SBT e do Jornal da Globo. Em rádio, ela foi comentarista de Economia na Excelsior e na Bandeirantes AM. Em internet, desenvolveu trabalho pioneiro em vídeo no Portal Terra, como diretora-responsável de noticiário multimídia e interativo, o Jornal da Lillian. Foi ainda âncora do site UOL News. É a terceira mulher a comandar o Roda Viva em seus 22 anos de existência, depois de Roseli Tardelli e Mona Dorf.
Ataque de risos
Um episódio de que ela não gosta muito de lembrar mas que ficou bastante conhecido aconteceu quando apresentava o Jornal da Lillian, no Terra. Uma notícia a deixou desconcertada – para o bem: uma velhinha de 80 anos e seu namorado de 50 traficavam ecstasy. A velha, na verdade, fora iludida, pois achou que estava, na verdade, carregando o viagra matutino do parceiro. Todos foram para a cadeia. A notícia gerou alguns segundos de caos por conta do ataque de risos da apresentadora. Foi um riso incontrolável, mas muito, muito mesmo, engraçado.









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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.