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27 de agosto de 2009

Aniversário do Astro Pop Michael Jackson


Comemoração com saudades do astro Pop!
Tem algum tempo que queríamos falar e retratar algumas linhas sobre o rei do Pop Michael Jeckson, onde sua vida foi ceífada por um pseudo dono do mundo médico ao qual fez suas experiências malfadadas culminando em sua morte.
Hoje dia 29 de agosto de 2009 onde o astro pop faria seus 51º aniversário ficamos nós a meditar com as tantas confusões e disfunções no qual ele foi acometido, são tantas as coisas a falar e a dizer que de repente fogem da memória e passo a confundir a sua trajetória durante a passagem pelos seus cinqüenta e um anos vividos com conturbações por influencias, ou por imposição, e com isso tem alguns formadores de opiniões que dizem:
--- Free at last!
Tony Belloto sobre Michael Jackson - O ser mitotogico “Do ser mitológico diz-se que nasceu em meados do século XX. E que, tendo nascido homem, foi aos poucos transformando-se numa mulher. No fim, tornou-se um ser de aspecto hermafrodita, com sexualidade indefinível.
Sabe-se que o ser mitológico nasceu negro e morreu branco. Foi, na infância, um adulto: compromissos profissionais, responsabilidades, obrigações e pressão foram experimentados desde cedo em doses altas. Na maturidade, tornou-se uma criança: gostava de brincar, passear em carrosséis e montanhas russas, ter crianças por perto e jamais compreendeu exatamente do que se tratava o tal "mundo dos adultos"..
Do ser mitológico diz-se que foi acusado de abusar sexualmente de crianças, o que nunca se comprovou. O que se sabe com certeza é que foi brutalmente espancado pelo pai, na infância, e submetido por este a tortura e pressão psicológicas. É comprovado que durante sua existência o ser mitológico ajudou crianças pobres e doentes, não só com dinheiro, mas com carinho e compreensão verdadeiros. Com essas crianças comunicava-se da mesma forma com que são Francisco de Assis conversava com passarinhos.
Do ser mitológico compreende-se que revolucionou a música pop mundial ao elevar a música negra (é importante lembrar: não importa quantas transformações e mutações tenha o ser sofrido em sua existência, ele nunca deixou de ser um grande, talvez o maior, artista da música negra norte-americana) a um status nunca antes alcançado: qualidade musical irresistível, ousadia de produção, competência e muito - muuuiiito - suingue.
Quincy Jones, músico, maestro e arranjador de excepcional talento, ajudou o ser mitológico nessa jornada. Do ser mitológico aceita-se que tinha habilidades múltiplas - dançava, cantava e compunha como poucos - e que com elas conseguiu apaixonar pessoas do mundo inteiro, independente de suas raças, classes sociais, nacionalidades, religiões, crenças etc.
Dele compreende-se que foi coroado rei pelos humanos e amado por estes como um anjo. A morte chegou-lhe como alívio, inadaptado que era ao mundo estranho que o amou e não o compreendeu. Na morte sabe-se que a imprensa, que o criticara impiedosamente nos últimos anos de vida - e tanta atenção dera a suas bizarrices, idiossincrasias e excentridades - acabou por reconhecer que o que prevalecerá de seus feitos será tão somente a brilhante música que concebeu, cantou e dançou.
Diz-se por fim que, ao morrer, o ser mitológico livrou-se do corpo que era
ao mesmo tempo depósito de dons e talentos e também de dores e sofrimentos.
E que se lembrou, no último instante de vida, da frase do discurso de um grande e admirável conterrâneo: free at last!
CD...
.... Off The Wall, de 1979, o primeiro disco da fase adulta do ser
mitológico, e primeira parceria com o produtor Quincy Jones. Está tudo ali:
a riqueza da música negra, desenvolvida em décadas de trabalho por gravadoras como a Motown - e a mistura com elementos de rock e pop. É um disco que aprendi a amar graças a minha mulher, Malu - a quem dedico esta crônica -, uma das maiores devotas de Michael Jackson de que se tem notícia. Ela já passou essa paixão aos nossos filhos, também admiradores do grande músico negro norte-americano.”
Ninguém falou tão lindamente do Michael Jackson...
Por Tony Bellotto –
Sabemos que existem centenas de milhares de fãs do astro que só gostarão de ler, ver e ouvir coisas boas sobre sua vida, e isso o Tony fez com maestria e sabedoria uma afirmaçao de peso entre os muitos relatos ditos desde que o astro se foi.
Também quero ressaltar uma bela CRÔNICA DE REPÚDIO do Sr. Escritor e jornalista PAULO NUNES JR.
Que diz...
”Em repúdio e não me reportando a textos e “balelas” sensacionalistas, exprimo aqui, a opinião, de forma a sedar aqueles que malogram a humanidade indefesa.
Com o respeito que reservo aos amigos e leitores, pronuncio com um misto de orgulho e resignação as contra-especulações de inescrupulosos escritores, sejam jornalistas ou juristas, quanto ao falecimento de Michael Jackson.
Um artista. Um mito. Ícone completo. Invejado.. Amado...
Como regra geral de vida, o caráter e a dignidade construída ao longo de uma caminhada ladeada pelos pais nos dá base para indignar-se com performances duvidosas de um mínimo de fineza na educação adquirida.
A morte de Michael Jackson foi cercada por mistérios. A imprensa sensacionalista injeta veneno na opinião pública para, contudo, chamar atenção e assim, aproveitar-se de mentes céticas e influenciáveis e adquirir o famoso “IBOPE”.
Não se fala na dor da família, na dor da perda. Simplesmente, especula-se...
Concordar ou discordar é um mero detalhe. A diferença é, no entanto, usar de uma pedestal intitulado de ‘respeito’.
Como de costume, sempre aparece algo para azedar e “sujar” facilmente a dor alheia. E isso iniciou a labuta dessa escrita..
- Que assim seja - Um protesto!
- Quem, em sã consciência, pode falar mal da vida de uma pessoa que somente agora, vive? – só para exemplificar:
a.. Vivia para o público;
b.. Infância roubada à luz do dia;
c.. Espancado e maltratado pelo pai;”
d.. Responsável pelo sustento da família com apenas 06(seis)anos! (pasmem!);
e.. Não foi comprovada a maledicência em torno do seu nome;
f.. A principal função era a de enriquecimento ilícito das supostas vítimas;
g.. Indenização era o alvo principal e não a dignidade;
h.. Viveu em um mundo que desconhecia;
i.. Era humilde sim!
j.. Uma criança grande...
Nessa descrição, ajusto aqui o seu carma, que percorrido pelo mundo, sentia a felicidade brotar no palco. Esse era a sua casa de fato. Tentou ser gente, mas não conseguiu.
E ainda hoje, depois de tudo, ouço, aqui a rondar em meus ouvidos, afirmações tímidas e incrustadas de maldade para autopromoção, que o artista não era exemplo digno.... Digno de que? Quem aqui é digno de algo mais que ele? Somos iguais perante Deus.
Agora me vem a maior dúvida: quem sois vós, ó abutres promocionais, a ter a ousadia de falar... Que fizeste da tua vida como arte? Que legado deixará? Que nome teu será lembrado? – e nessa negativa, abaixa-se a cabeça...
Não suporto nem de longe, ouvir agruras de formadores de opinião (como assim se intitulam) – para mim são paradigmas mentais.
Uma regra geral da vida no convívio social é a personalidade marcada por faculdade de tensões nos conflitos pré-existentes. Não tenho muito tempo para dispensar frente À TV, mas, outro dia, ouvi de uma cantora (reservarei o nome), quando foi indagada sobre a maldade da língua alheia – “Sinto inveja e pena dessas pessoas – inveja por não ter o tempo dela e pena por desperdiçarem esse precioso tempo com idiotices e bobagens que não levam ao crescimento pessoal.”
Essas pessoas convivem em uma indesejável sociedade de adversários em que todos litigam contra todos, o tempo todo.
O que me vem à mente são sempre os valores que cada um defende para si como princípios básicos de caráter e qualidades intrínsecas.
Isso implica em um cinismo social de verdadeiros atores em que vivem uma vida de glamour e sambam de sapato branco na lama.
Pronto. Publiquei aqui a minha indignação com os abutres de plantão.
Meu pedido?
1.. Respeito àqueles que não poden sequer se defender. A morte é algo que se desconhece e não deve ser desafiada.
2.. Que ajam dentro dos critérios de humanidade, tendo princípios de boa fé.
É o meu pensamento e desejo.
Sempre com todo o respeito, arriscando ser ingênuo, mas não me deixando levar pelo receio da tréplica.”
Por Paulo Nunes Jr.
Enfim o que queremos mesmo é dedicar uma bela e entusiástica homenagem ao Rei Astro Pop Mr. Michael Jacksom e que seus fãs espalhados pelo mundo afora reverenciem cantando e dançando seus sucessos com alegria e entusiasmo a qual ele o Rei deve estar maravilhado estaja onde estiver.
Fonte: Internet
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1 comentários :

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.