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28 de abril de 2010

Nair Bello

28 de abril
1931, nasceu Nair Bello
17 de abril, 2009, morreu Nair Bello.

A atriz e comediante Nair Bello, depois de passar cinco meses internada no hospital, por causa de uma parada cardíaca que sofreu quando estava no cabeleireiro, morreu no dia 17 de abril de 2007, onze dias antes de completar 76 anos de idade.
Uma das grandes damas da TV brasileira, era amiga íntima de outras duas: Hebe Camargo e Lolita Rodrigues.
Nair era supersticiosa, não usava marrom de jeito nenhum (igual ao Roberto Carlos) e se auto-intitulava “perua”: sempre de unhas e batom vermelhos, com acessórios enormes, brincões e colares imensos.
Sua marca era a alegria e ela fez o Brasil rir por décadas.
Nascida no bairro do Cambuci, descendente de italianos e cercada por italianos, ela costumava dizer: “Se tem um papel de italianona, chamam a Nair”. Nas muitas novelas em que trabalhou, fazia sempre a mãe e a italiana. Mas era, acima de tudo, uma comediante. “Adoro rir – dizia – e quando junta com a Hebe então, ficamos impossíveis. Não podemos ir nem a velório”.
A carreira de Nair Bello se iniciou na Rádio Excelsior, em 1949. Em 1950, ela era uma das garotas-propaganda da recém inaugurada TV Tupi de São Paulo. Logo depois, fez seu primeiro filme, contacenando com sua amiga Hebe Camargo:  Liana, A Pecadora, de Antonio Tibiriçá. Em 1952, estava de novo no cinema em Simão, O Caolho.
Nair afastou-se do meio artístico, por três anos, quando se casou com o publicitário Irineu Francisco e teve seus três filhos.
Mas, em 1956, foi para a TV Record.
O sucesso veio em 1959, quando Blota Jr., que percebera seu talento para a comédia, a escalou para um programa de humor.
Nair criou então a personagem Santinha que, contracenando com Renato Corte Real, agradou em cheio ao público e lhe valeu um troféu Roquette Pinto, em 1961. Aliás, ela considerava esta premiação como uma das mais alegrias de sua carreira. Nair Bello dizia que se inspirara em Lucille Ball (I Love Lucy) e também em Dercy Gonçalves.
Em 1962, Carlos Manga a levou para o Rio, onde, no programa de J. Silvestre, fazia o quadro O Riso é o Limite.
Só fez teatro uma vez, em 1976, na peça Alegro Desbum, de Oduvaldo Vianna Filho.
Em 1978 fez João Brasileiro, de Geraldo Vietri, na TV Tupi.
Em 1980, outra vez o sucesso nacional, desta vez na TV Bandeirantes: sua personagem, Dona Santa, uma motorista de táxi, virou antológico na história da televisão.
Depois disso, foi para a Rede Globo, onde fez inúmeras novelas e onde, por fim, retomou o personagem do começo de sua carreira na TV, a Dona Santinha, no humorístico Zorra Total.
Nair Bello, 52 anos de carreira, três filhos, quatro netos, viúva desde 1999, ria muito ao dizer que, além das italianas, só fazia papéis de mãe na TV e que nunca, na telinha, deu um beijo num galã.
Internada no Hospital Sírio Libanês, desde o dia 11 de novembro de 2006, morreu em 17 de abril de 2007.

7 comentários :

  • Guará Matos says:
    28 de abril de 2010 11:27

    Um atriz insuperável. Com uma veia de humor espetacular.
    Bjs.

  • Paulo Braccini says:
    28 de abril de 2010 12:21

    Belíssima homenagem a uma das maiores comediantes que conheci ... humor leve e simples que contagiou a muitos ...

    obrigado pelo carinho amigo

    bjux

    ;-)

  • Felina Mulher says:
    28 de abril de 2010 15:25

    É difícl falar de nair belo e não lembrar do sorriso dela né não?...Uma humorista fantástica e deixou muitas saudades.




    Cheiros proces.

  • Cris says:
    28 de abril de 2010 20:15

    Com certeza uma GRANDE atriz!
    E, de uma espontaneidade e humor, que não se vê em atores, hoje em dia!
    Adoro biografias Lu Cidreira, e acima de tudo, eu sou uma mulher saudosista e assumo isto!Quando vc escreve que ela nasceu no bairro do Cambuci em SP e que era descendente de italianos, penso em meu pai, pois a história deles é a mesma!Ele nasceu no bairro do Cambuci e, é descendente de italianos. Quem sabe os dois não se conheceram quando crianças?
    Beijos!

  • Meias de Seda (Suzy) says:
    29 de abril de 2010 09:04

    Essa faz muita falta.
    Parabéns pela homenagem.
    Bjinhos ;)

  • Lianara **Lia** says:
    29 de abril de 2010 13:08

    Olá amigos Rita e Lu!

    Bela e merecida homenagem!

    Que delícia ver a Nair com o Golias na foto. Saudades!

    Beijos

    Lia

    Blog Reticências...

  • Por que você faz poema? says:
    29 de abril de 2010 19:53

    Realmente, os bons morrem jovens, e não falo de idade física.

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.