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14 de abril de 2010

A NUDEZ DA ALMA




















Estamos todos vestindo nosso corpo,
Protegendo das adversidades temporais.
Estamos todos vestidos de pensamentos diversos,
Muitas vezes pensamentos, contraditórios.
Nessa contramão da necessidade da vida humana.
Despimo-nos, para o prazer do desejo carnal...
Despimo-nos, para nos banhar...
Despimo-nos, diante do outro, para nos exibir...
Mas, não somos capazes de despimo-nos,
Para o outro que é nosso próximo, esquecemos
Que o outro está tão próximo e não tão distante...
E que o próximo pode ser eu amanhã.
È preciso desnudar as vestes da mente, as vestes da ALMA.
Que é vestido com o nosso corpo, corpo que é a proteção da ALMA.
Que humilde e simplesmente, expressa os desejos da ALMA.
Como instrumentos, para servir o outro.
È preciso desnudar a ALMA, para liberar o AMOR, contido...
Que reconhece o outro nas mais, diversas condições.
Desnudar a ALMA, para o próximo, que agora se encontra
Em condições degradáveis, que por hora somos o outro,
E que, de hora para outra, podemos naturalmente ser o próximo de amanhã...
De que serve o nosso corpo então? Só para cobrir a nossa ALMA?
O corpo expressa aquilo que somos de ALMA!
E se a ALMA não serve para servir, o corpo perde a sua principal
Funcionalidade, que é expressar ao outro, O mais profundo dos sentimentos, AMOR E SOLIDARIEDADE!
Texto de Rita Cidreira.

9 comentários :

  • Paulo Braccini says:
    14 de abril de 2010 14:26

    Quanta beleza, quanta sensibilidade, quanta emoção neste texto. Parabéns à Rita ... super emocionado ... O Homem precisa saber qdo e como se vestir de coragem e seriedade e também como se desnudar de preconceitos e alienação.

    bjux

    ;-)

  • Guará Matos says:
    14 de abril de 2010 14:35

    Belo poema, doce Ritinha.
    Despir-se, desarmar-se, servir e se solidarizar.
    São caminhos que esquecemos de seguir constantemente.
    Beijos demais!

  • Denise Guerra says:
    14 de abril de 2010 18:27

    Querida Rita, que lindo seu poema! O corpo é a nossa casa, a porta de entrada e saída da alma. Devemos cuidar para que ele esteja bem pois, como casulo da alma não pode estar ferido ou mal tratado. Bjs!

  • Cris says:
    14 de abril de 2010 18:39

    Bem verdade meu amigo!..E Gostei do seu texto também !

    Abraços Fraternos!

    Cris

  • Rita Cidreira says:
    14 de abril de 2010 18:58

    - Paulo, obrigada! Precisamos mesmo de muita coragem´para nos desnudar-mos... Beijos.
    - Guará, sinto muito sua falta, precisei muito de você para vesti-me com o calor de sua alma, mas você não entendeu menha mensagem, Beijis.
    Denise Querida, obrigada pela participação. Temos mesmo muito que cuidarmos do nosso corpo, para que esta ferramneta da alma esteja sempre pronta para as adversidades
    da vida! Beijos.
    - Cris, seja bem vinda, obrigada pela participação. Beijos

  • Felina Mulher says:
    15 de abril de 2010 17:12

    Rita minha linda, realmente é um belo poema. Precisamos despir a alma para enxergar e fazer o bem ao nosso próximo. Sabes, eu visito semanalmente um asilo, é claro que eles precisam de alimentos, material de higiene pessoal, mas acima de tudo o que eles mas sentem falta é de um carinho, msm que seja o carinho de uma estranha como eu, pois as familias simplesmente abandonam, filhos esuqecem que um dia ficarão velhos tbm.

    Nudez da Alma....belíssimo e reflexivo!


    Beijos.

  • Meias de Seda (Suzy) says:
    16 de abril de 2010 18:15

    Ritinha, minha flor, nem tenho muito a acrescentar ao que já foi dito sobre seu texto. Concordo com todos os comentários.
    Como bem disse Martha Medeiros, não existe strip-tease mais sedutor que despir nossa alma e mostrar pra valer quem somos e o que trazemos por dentro.
    Parabéns, querida.

    Bjos ;)

  • Dom Quixote (Thomaz) says:
    17 de abril de 2010 23:39

    Muito bom Rita! Sincero e muito bem escrito. A gente sente que lavou a alma! Beijos

  • Dom Quixote (Thomaz) says:
    17 de abril de 2010 23:44

    Lu, parabéns pelo novo lay-out. Se já era agradável e interessante entrar em seu blog, agora ficou ainda mais gostoso. Aquele amplexo, e sucesso.

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.