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2 de junho de 2010

O direito à prosperidade

Sonho de consumo "Status"
Fotos: Net
O direito à prosperidade

por Plínio Oliveira
Muito mais do que uma sociedade tecnológica, a sociedade do século XXI continua sendo uma sociedade de consumo.
Mas esse padrão comportamental em escala global é, sobretudo, reflexo dos valores que o mundo abraça. Vivemos, sem sombra de dúvida, num mundo materialista (embora 95% da população diga acreditar em Deus).
Numa análise acelerada do espiritualismo, que se antepõe ao materialismo, pode-se erroneamente concluir que os espiritualistas negam o dinheiro, dispensam a prosperidade e amam a pobreza.
A questão é mais profunda.
Por reconhecer que as coisas do mundo são efêmeras, passageiras, e que não trazem a felicidade que a propaganda promete - embora produzam conforto - os espiritualistas não fazem da prosperidade material uma prioridade.
Eis uma história que ilustra docemente essa maneira de pensar:
Um norte-americano, visitando o Egito, chegou à casa de um reconhecido sábio e se surpreendeu com a falta de mobília: apenas havia uma cama, um cabideiro, uma escrivaninha e uns poucos utensílios.
- Onde estão as suas coisas? Indagou o visitante.
- E onde estão as suas? Respondeu o sábio.
- Ah, sorriu o americano, é que eu estou de passagem.
- Eu também, concluiu o sábio.
Os bens materiais são voláteis, não nos pertencem, porque eles, como nós, também estão aqui de passagem. Eis a compreensão espiritualista.
Entretanto, isso não quer dizer que neguemos o progresso, o desenvolvimento econômico e a prosperidade. Muito pelo contrário, o resultado de uma vida plena também se reflete nas conquistas materiais.
Você tem, sim, o direito de prosperar, de ter um bom automóvel, se de fato precisar dele, de ter uma boa casa, uma boa escola para os filhos, dinheiro para o lazer e uma poupança para garantir as épocas difíceis – que sempre virão como também passarão.
É que, considerando o ponto de vista espiritual, acumular bens, especialmente em detrimento da paz e do amor, é, na verdade, acumular problemas.
Simplicidade, despojamento, vida sem ostentação, liberdade e generosidade, são coisas muito mais importantes para quem anseia pela construção de uma civilização fundamentada em valores espirituais. A riqueza da alma é, de fato, a única que nunca se perde, esgota ou termina.
Paz no coração, filho, não tem preço.
Pra terminar, lembro de Gandhi, em Londres, sorrindo diante da vitrine de uma joalheria. O lorde que o acompanhava perguntou-lhe se desejava alguma das jóias, com a qual sua majestade folgaria em presenteá-lo.
- Não, não, disse o Mahatma, apenas estou rindo das coisas que não preciso mais.
Prospere, sem medo de ser feliz, tendo sempre na lembrança que só somos verdadeiramente donos daquilo que soubermos compartilhar.
"Quer saber o tamanho da sua riqueza? Faça uma lista das coisas
que você tem e que o dinheiro não pode comprar ."
Recebido por e-mail de amigos.

Fotos: Internet

7 comentários :

  • Observando e Absorvendo says:
    2 de junho de 2010 20:53

    PASSA NESSES ENDEREÇOS AQUI
    http://reflexodalma.blogspot.com/
    http://ob-servandoeab-sorvendo.blogspot.com/
    http://meusreflexoscontostextoseafins.blogspot.com

  • Vampira Dea says:
    2 de junho de 2010 23:25

    Espero que as coisas mudem, senão no final das contas só sobrará uma montanha de lixo.

  • Guará Matos says:
    3 de junho de 2010 08:55

    Eu comprar o que e com quê?
    Hahahahahaha!
    Bj.

  • Denise Guerra says:
    3 de junho de 2010 10:00

    Oi Lu e Rita, este negócio de comprar é febre que dá e passa tão logo as carteiras estejam vazias. gosto de coisas novas e de preferência boas. Uso tudo o que compro se por acaso eu não usar alguma coisa do que tenho acabo doando. Sou apegada as minhas escolhas e não ligo para a moda, se me interessar eu compro se não interessar passo batida. Nenhum vendedor me convence de nada, só compro o que gosto e analiso os preços porque tem coisa que tem preço além do que vale, mas, tem coisas que não tem preço mesmo e eu quero pagar quanto for: Paz, felicidade, amor, amizade... bjs!

  • Iza says:
    3 de junho de 2010 20:17

    Olá!

    Penso assim também. Apenas luto para sobreviver em nosso mundo consumista. Não dispenso um pouco de conforto mas, sei que nada levarei e portanto não necessito de muita coisa. A felicidade, para mim, independe do material.

    Que adiantaria se eu ficasse milionária? Seria escrava do dinheiro e só.

    Beijo!

  • Wanderley Elian Lima says:
    3 de junho de 2010 21:09

    Olá amigo
    Felizmente não sou consumista, só compro o absolutamente necessário, não que seja pão duro, mas sou controlado rsrsrsrs
    Abração

  • Cris says:
    6 de junho de 2010 20:44

    Nada é maior pra mim do que a saúde dos meus filhos.
    Bjos.

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.