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5 de julho de 2010

ALUMÍNIO ÚTIL E MORTAL

Aluminío- heroi ou vilão
 
Não tenho a certeza das informaçãoes, mais é grave esta veículação a respeito do alumínio, temos o direito de ficar sabendo, e divulgar é preciso. Para uma melhor orientção dos estudos feitos, tem uma matéria no final da página publicada pelam Agência FAPESP.
Recebir esta matéria por e-mail de amigos/as e fiquei curioso, e, achei por bem postar aqui no nosso espaço, caso tenham uma outra informação que possa comfirmar a veracidade do problema entre en contacto conosco.
Lu Cidreira 

ALUMÍNIO


ÚTIL E MORTAL - Dr. Sérgio Teixeira

Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio...
Este metal, quando está em excesso no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo e sufocando a raiz dos cabelos.
Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai  perder muito cabelo. Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.
Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais...

E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na  patologia.
Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.

Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.

 
 E como o alumínio entra no organismo?

 
Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.
Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano.

É que as panelas de alumínio  contaminam a comida intensamente.

Para você ter uma ideia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que  vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.

Isso só ao preparar a comida. Se esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.

 
Viu por que vale a pena trocar de  panelas?

 
Mas não é só. Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil?
Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais.
Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais de alumínio do que se estivesse na garrafa.
E, além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros.

 
Prefira SEMPRE as garrafas, OK?

 
Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador  da França, pagou 150 mil libras esterlinas (mais ou menos 300 mil reais) por um  jogo de talheres de alumínio.
Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.
Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem.
Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores que leva ao sacrifício precoce dos animais. ..

A matéria acima foi  recebida por e-mail de amigos/as.




Notícias

Alumínio nos alimentos

12/12/2005
Por Thiago Romero Agência FAPESP - Pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), da Universidade de São Paulo (USP), acabam de escrever mais um capítulo na polémica questão de se preparar alimentos em panelas de alumínio. O estudo indica o potencial de comprometer a saúde do consumidor.
Durante o preparo de uma amostra de arroz com feijão, a engenheira Elaine Cristina Bocalon, coordenadora do estudo, detectou quantidades excessivas de alumínio tanto na água quanto no alimento. A transferência do metal em água com sal (na concentração de 10 gramas de sal para 4 litros de água) foi de 20 miligramas de alumínio por litro após 3 horas de fervura. De acordo com a literatura internacional, o limite aceitável de consumo diário de alumínio é de no máximo 14 miligramas.
O estudo também identificou que a transferência de metais cresceu com a introdução de uma maior quantidade de sal na água. Ao elevar a salinidade de 10 para 50 gramas por 4 litros, os pesquisadores verificaram que a concentração de metais na água aumentou 25%. "O sal eleva a condutividade da água, fazendo com que a panela libere uma quantidade de alumínio ainda maior", disse Elaine à Agência FAPESP.
Segundo ela, o excesso de alumínio no organismo pode trazer vários danos à saúde. "O alumínio tem forte relação com doenças como o mal de Alzheimerinflamatórios pelo organismo", ressalta. Para evitar problemas desse tipo, Elaine faz duas recomendações: adicionar o sal apenas após o cozimento dos alimentos e ter o hábito de utilizar recipientes de teflon. "As panelas de teflon contêm camadas de óxidos em suas paredes que parecem impedir a passagem dos metais tóxicos", diz.
O próximo passo da pesquisa será verificar se o teflon consegue barrar a passagem de metais tóxicos. Os experimentos serão realizados com água com partículas de alumínio para verificar os índices de transferência nas panelas. "Amostras de águas contaminadas serão aquecidas para verificarmos se o nível de metais tóxicos irá aumentar ou diminuir", conta Elaine.
O alumínio é um dos elementos químicos mais abundantes na crosta terrestre e as panelas feitas com o metal são de longe as mais populares. A associação do excesso de alumínio a doenças foi destacado em muitos estudos, mas questões referentes aos níveis de toxicidade e ao perigo do uso ao ser humano ainda permanecem obscuras.
Em artigo publicado na Revista de Nutrição (vol.13, nº 13), Késia Diego Quintaes, do Departamento de Planejamento Alimentar e Nutrição, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas, descreve diversas pesquisas sobre o uso do alumínio na indústria alimentícia e no preparo de alimentos.
"Praticamente todos os estudos sobre migração de alumínio dos utensílios para os alimentos deixam claro que estes fornecem uma importante contribuição na quantidade do metal consumida pelo homem, mas a ligação entre esta fonte e os efeitos biológicos possíveis ainda é confusa", diz a pesquisadora. Mas Késia destaca ser "recomendável evitar estes utensílios no preparo, na colocação e no armazenamento dos alimentos".
Para ler o artigo Utensílios para alimentos e implicações nutricionais, de Késia Diego Quintaes, na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Matéria veiculada no site: Agência FAPESP

Foto: Google imagem

17 comentários :

  • Guará Matos says:
    5 de julho de 2010 14:53

    É amigo e vamos correr pra onde?
    Só tem veneno!!!
    Bj.

  • Victor Faria says:
    5 de julho de 2010 14:58

    Já tinha visto isso. Parece ser a pura verdade.
    Alerta geral!

    Abraço!

  • Denise Guerra says:
    5 de julho de 2010 15:19

    Oi Lu, vi uma entrevista no Sem Censura uma vez sobre as diversas panelas que se encontram no mercado e cada uma delas tinha algum componente complicado pra saúde. A única que escapava a esta situação era a de vidro que por sinal é super difícil de se cozinhar pois queima os alimentos antes de estarem cozidos. Valeu pela informação! Bjs!

  • Tania regina Contreiras says:
    5 de julho de 2010 16:17

    Lu, já ouvi a informação de um médico competente, cientista,por sinal. procede, portanto. Até os sonhos ficam afetados quando há um excesso de alumínio no organismo.
    Abraços,
    Tãnia

  • Paulo Braccini says:
    5 de julho de 2010 16:20

    este espaço sempre com sua riqueza de informações fundamentais e de enorme cunho informativo ... sempre bom ler as suas notas ...

    bjux

    ;-)

  • Meias de Seda (Suzy) says:
    6 de julho de 2010 08:34

    Se manter saudável nos dias de hoje é missão impossível. Não bastassem os alimentos que vem carregados de agrotóxicos e hormônios, ainda tem esse tipo de agravante. Tem os utensílios de madeira, como colher de pau e tábua de carne, que são verdadeiros criadouros de fungos e bactérias. Isso sem falar nas esponjas de louças.
    Pare o mundo que eu quero descer!
    Beijos, meus amores ;)

  • Este comentário foi removido pelo autor.
    Meias de Seda (Suzy) says:
    6 de julho de 2010 10:29

    Este comentário foi removido pelo autor.

  • Meias de Seda (Suzy) says:
    6 de julho de 2010 10:30

    Uai! Cadê meu comentário que tava aqui? Juro que comentei esse artigo há umas 2 horas atrás.
    Enfim, vamos "noís traveiz"...
    Se não bastassem os alimentos contaminados com agrotóxicos, hormônios e outros venenos, ainda temos que nos preocupar com as panelas, os utensílios de madeira (verdadeiros criadouros de fungos e bacterias), microondas, potes plásticos (que possuem uma substância tóxica que não fica apenas no plástico, e vai para o alimento ou bebida que estiver armazenada neles), esponjas de lavar louça (também criadouro de bacterias e fungos), etc... Enfim, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
    Que situação, hein!
    Beijos, meu amores ;)

  • Marcos Mariano says:
    6 de julho de 2010 13:35

    Cara eu morria e não sabia, não sabia que existia tanto perigo nas panelas de aluminio e latinhas de refrigerante, acho que isso tinha que ser notificado na tv, vou rapidamente trocar as panelas aqui de casa valeu pela informação

  • Meias de Seda (Suzy) says:
    6 de julho de 2010 15:28

    O Blogger fez uma pegadinha comigo, sumiu com meu comentário e depois que comentei de novo o outro reapareceu...rsrs
    Bem, como eu ando em falta com vocês, já fica por conta, tá...rs
    Beijos

  • Felina Mulher says:
    6 de julho de 2010 21:04

    As informações colocadas aqui são sempre preciosas amigos.
    Gostaria de me dsculpar pela ausencia, é que estou me recuperando aos poucos.


    Um beijo enorme no caração dos Irmãos Cidreira.

  • Reflexo d Alma says:
    7 de julho de 2010 10:39

    Ei!
    Vim te ler, dizer ola
    e
    deixar
    bjins entre sonhos e delírios

  • Dom Quixote (Thomaz) says:
    7 de julho de 2010 11:32

    Lu, seria interessante contatar a ABAL - Associação Brasileira de Aluminio para ouvir sua versão sobre o assunto.

  • Dom Quixote (Thomaz) says:
    7 de julho de 2010 11:35

    Eis alguma coisa publicado no site da ABAL
    3 - O alumínio representa riscos à saúde humana?
    Não. Essa afirmação é amparada pela comunidade científica e médica, entre elas a FDA, U.S. Food and Drug Administration, órgão oficial de saúde dos Estados Unidos, que classifica o alumínio na categoria dos produtos reconhecidamente seguros (GRAS - Generally Recognized as Safe), legitimando a sua utilização em remédios, utensílios domésticos, embalagens de alimentos e produtos de higiene pessoal, entre outros, não representando riscos à saúde. (www.fda.gov).

  • Victor Faria says:
    8 de julho de 2010 01:26

    Pesquisarei sobre essa história do alumínio.

  • Victor Faria says:
    9 de julho de 2010 19:01

    Além do site da ABAL achei esse aqui: http://noticias.ambientebrasil.com.br/exclusivas/2007/10/18/34104-exclusivo-panelas-de-aluminio-sao-prejudiciais-a-saude-ou-nao.html

    Segundo eles, essa histório do alumínio fazer mal à saúde é uma lenda urbana, até já houve estudos que indicaram que o alumínio é muito prejudicial à saúde, porém pesquisas mais recentes dão conta de que o alumínio definitivamente não é prejudicial à saúde.

    Abraço!

  • Walkyria Rennó Suleiman, says:
    11 de julho de 2010 16:47

    Pelo sim pelo naço, aqui não uso alumínio.

    Lu, vim mesmo te agradecer pela presença no blog, os comentários pertinentes e amigos. Obrigada viu!

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.