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12 de agosto de 2010

AMOR A PRIMEIRA SENTADA.

Depois de um dia estressante de trabalho, cheguei em casa com uma fome voraz, pois tinha passado o dia todo só comendo besteiras. Tomei um banho demorado e me dirigir à copa cozinha, pois o jantar já estava a postos. A minha fome voraz produzia um efeito impressionante, com o aroma do jantar quentinho a mesa, a minha mulher sabia como me prender, em casa com seus quitutes maravilhosos!
Sentei a mesa com ela e saboreamos aquele maravilhoso jantar.
Fiz uma coisa e outra e lá para onze da noite foi deitar. Minha mulher já dormia, mal deitei sentir algo estranho dentro de mim. Ruídos diversos suavam da barriga, custei a crer que aqueles sons viam de mim, mas ao apurar a audição constatei. Ouuuuuuuuuuuuuuu! Croooooooooooooooooooo, chuááááááááááááaá, os sons cada vez aumentava mais, para que não bastasse, comecei a sentir como se a barriga fosse se deslocar do corpo, como não fizesse parte de mim. Até ai tudo suportável. A coisa foi se agravando, troooooooooooo, crooooooooooo, chuááááááááááááá´, ouuuuuuuuuuuuu, Além dos ruídos que ela emitia, comecei a sentir um insuportável dor. Os sons se alternavam de baixo para cima e cima para baixo, contraindo o meu furiquinho. Decididamente constatei que se tratava de uma terrível dor de barriga, mas continuei ali com preguiça de levantar, de repente, não tive tempo de pensar em nada! Só no vaso sanitário! Pulei da cama com o cú travado, pois se desse uma folga o óvni nascia, caminhei prudentemente, passo a passo apertando o botuim, até o sanitário. Quando o vi, mal tive tempo de sentar, o óvni nasceu com uma pressão assustadora. Mesmo andando com as pernas parecendo que estavam apiadas, não adiantaou muito, foi aquela melança. Sentei no vaso para terminar minha façanha. Um alivio terrível! Caguei até não querer mais. Limpei a sujeira em silêncio, para não acordar minha mulher, pois ela é radical com a limpeza! Tomei um banho demorado para sair aquele odor horroroso e voltei para cama. Mal comecei a cochilar, novamente a barriga começou a reclamar, uma dor insuportável, os espasmos eram pank, os sons agora eram mais fortes. Minha barriga parecia uma cachoeira, as contrações de cima para baixo e de baixo para cima. Bom diante da situação resolve que se soltassem os gases aliviariam aqueles espasmos, coloquei e bumbum para o lado e soltei um pum inibido, percebi que além o gás que saiu, outro produto estranho saio, algo que melara minha cueca e as partes intimas, levantei fui novamente ao sanitário, e descobrir a meleira, sentei no vaso, e resolvi que iria ficar ali sentado até que todos os gases saíssem, mais cada vez que soltava a coisa saia descontroladamente, fiquei ali por um bom tempo, até me aliviar. Novamente lavei minhas partes e mau eu acabasse de me assear, outra contração insuportável, corri para o vaso e ali fiquei por mais um tempo. Após longo período resolvi voltar para cama, dei descarga me assei novamente e partir em direção a cama, ates que chegasse, chuááááááááá´, crooooooo, troooooooooo, minha barriga uivava, e dor era mais forte do que antes, corri novamente para o vaso. Minha mulher acordou e ao ver o meu desespero, perguntou: - O que está acontecendo? Não é nada amor, é só uma dor de barriga. Respondi com os dentes cravados uns nos outros, abraçando a minha barriga. Ela virou para o outro lado e voltou a dormir. Isto aconteceu durante um longo período, até que decidir, que ficaria ali do lado do vaso sanitário, coloquei uma espreguiçadeira ao lado do vaso, tirei toda a roupa e de um e um minuto pulava da espreguiçadeira para o vaso. Começava ai uma relação de amor com o vaso, mal olhava para ele e ele já me queria.
Do sanitário dava para ver a cama e minha mulher deitada, ela acordou olhou para mim sentado no vaso e falou, - Ainda está ai? Sim, esta coisa não passa, respondi. Ela levantou caminhou em minha direção. Posso fazer xixi? Não respondi de pronto. Vá fazer no outro sanitário este vaso aqui é meu. O que é isso meu bem, respondeu ela.
Daí em diante, descobri que existia uma relação afetuosa. Com vaso e eu. Era amor a primeira sentada. Ela sorriu! - Você que um chá? - Ah sim se puder para essa coisa, vai ser bom.
Não demorou em que ela chegasse com um chá e um remédio para estancar aquela coisa. Ficou alguns minutos comigo, mas o sono lhe atormentava, me chamou para ir para cama. Não posso, estou preso aqui, você não vê. - Sim, então vou para cama, você ficará bem? - Sim, enquanto estiver do lado do vaso, estará tudo bem. Eu a vi deitar na cama e eu resolvi deitar na espreguiçadeira, do lado do vaso. Olhava para cama! É minha mulher me perdeu para o vaso. A minha relação com o vaso era uma coisa inexplicável, como uma coisa visceral, nunca tinha atinado da sua importância, e que minha mulher havia me perdido para o vaso sanitário. Sentia-me fraco de tanto trepar a noite toda no vaso. Pensei! . Conformei-me com aquela presente situação, até que o dia amanhecesse. E daquele dia em diante, pude perceber da importância do vaso sanitário em minha vida.
Texto Rita Cidreira.

13 comentários :

  • Folhas de Andreza says:
    12 de agosto de 2010 11:58

    ...e quem não ja passou por isso?!!!
    mas que é um prazer sentar no vaso...e se desfazer...ah,isso é...rsrsrsrs
    bjks doce ♥

  • Professora Carla Fernanda says:
    12 de agosto de 2010 12:23

    Lu, eu é que preciso agradecer por ter o prazer de ter uma obra tão linda no blog.
    Vc é muito talentoso!
    Carla Fernanda

  • Felina Mulher says:
    12 de agosto de 2010 15:22

    PQP...kkkkkkkkk...que noite heim!Pra mim uma novidade enorme esta tua maneira de escrever...kkkkkkk....gostei Rita!


    Beijosssssssssssss

  • Delírios Gourmet says:
    12 de agosto de 2010 15:54

    Adorei.... muito bom esse texto! Dei altas risadas... :)

    http://deliriosgourmet.blogspot.com

  • Sandra says:
    12 de agosto de 2010 16:20

    AGRADEÇO IMENSAMENTE O SEU CARINHO. Retribuo com meu carinho tbém...
    A CURIOSA AGRADEÇE A SUA ATENÇÃO. TEM UM SELINHO PARA VC. 80 MIL VISITAS.
    NA INTERAÇÃO DE AMIGOS TEM COLETIVAS MUITO INTERESSANTE.
    PASSE POR LÁ.
    http://sandrarandrade7.blogspot.com
    Um grande abraço.
    A amizade é o melhor abraço que recebemos de alguém muito especial- VOCÊ!!
    Que bom que vc veio.

    Sandra

  • Sandra says:
    12 de agosto de 2010 16:22

    Pelo jeito passou foi super malllll!!!!ou será que deu um sono danado rsrsrsrsrsr

  • Wanderley Elian Lima says:
    12 de agosto de 2010 17:07

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, que situação, essa ninguém merece. Adorei o texto.
    Bjux

  • Prof. Adinalzir says:
    12 de agosto de 2010 19:03

    Já passei por essa muitas vezes...
    É chocante! Rsrsrs...

  • Lily says:
    12 de agosto de 2010 23:17

    Vivo a namorar o vaso. Óh, vida, como sofro com estas colites!

    Adorei a narrativa, fiquei rindo e me lembrando de mim mesma. Descrição perfeita!

    Um abraço!

  • Rita Cidreira says:
    13 de agosto de 2010 11:23

    Andreza, agradeço a participação. Realmente quem já não passou por isso?
    Felina, linda! Foi um surto que me deu escrever assim. Que Bom que gostou. Beijos.
    Delírios, obrigada pela participação. Beijos.
    Sandra obrigada pela presença, beijos.
    Wanderley, agradeço muito sua participação, e o carinho que sempre você nos dá, deixando seus comentários. Beijos.
    Professora Adinalzir, tenho visto sempre seus comentários, obrigada pelo carinho, beijos.
    Lily, realmente é uma situação horrorosa! Obrigada pela participação. Beijos.

  • Paulo Braccini says:
    13 de agosto de 2010 15:16

    Ah! Rita ... adorável isto ... ri alto a cada parágrafo do relato ... via e sentia as emoções de cada cena ... perfeito ...

    uma verdadeira tragicomédia ... rs

    bjux a vc e ao Lu

    ;-)

  • FERNANDO says:
    14 de agosto de 2010 10:10

    Eis aí uma forma curiosa (e divertida) de se encarar o famoso "barro na louça".
    Abraços e até mais ler.

  • VELOSO says:
    19 de agosto de 2010 02:47

    Muito bom e bem humorada crônica muitas vezes tenho essa relação bastante intima com o vaso só não sabia do perigo de se apaixonar!

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.