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2 de agosto de 2010

Semana do aleitamento materno - Vamos incentivar?


Este Blog não podia deixar de divulgar:

A primeira semana de agasto começa as atividades da semana de aleitamento materno, este dia pretende sensibiliza as mães e pais a importância do aleitamento materno e dos benefícios para a saúde da criança e da mãe.

Aleitamento materno



Apoio social é 'significativo' para amamentação, diz especialista


O pediatra Renato Lourenço, especialista em aleitamento materno, destaca que o apoio social é um fator condicionante muito significativo na implementação e manutenção da amamentação.
“A família mais próxima e as relações de trabalho são peças fundamentais dentro desse processo. Se eles existirem de forma satisfatória, ajudam a propiciar a amamentação pelo tempo preconizado pela Organização Mundial de Saúde”, disse.
A nutricionista Rosane Rito, da gerência de Programas de Saúde da Criança da prefeitura do Rio, explica que as mulheres cada vez mais conhecem a importância da amamentação, mas na hora que o processo se dá, na prática, muitos fatores contribuem para o desmame.
“Muita gente acredita que pode ter leite fraco ou que o leite não está saindo em quantidade suficiente e acaba dando uma mamadeira para acalmar o choro do bebê, que pode estar associado a outras causas”, disse.
Ela defende que a família participe do pré-natal para garantir suporte ideal na hora em que as dúvidas surgirem. Rosane informou que no município do Rio as maternidades e a maioria dos postos de saúde da rede pública disponibilizam orientações específicas sobre a amamentação, oferecendo, em muitos casos, cursos para gestantes que abordam essa questão.
A médica parteira Claudia Orthof lembra que além das iniciativas governamentais, existem grupos de apoio no âmbito da sociedade civil, como o que coordena, chamado Amigas do Peito. Há cerca de 30 anos, a organização não governamental presta auxílio a mães que tenham dificuldade de amamentar. Entre outras ações, o grupo promove reuniões periódicas em que há troca de experiências e orientações sobre a prática do aleitamento.
“Muitas mulheres acabam se sentindo culpadas por não conseguirem amamentar. Com isso, ficam mais ansiosas e o processo torna-se mais difícil. É preciso que elas entendam que a amamentação é um direito não só da criança, mas também seu”, destacou Claúdia.
Essa angústia foi experimentada pela dona de casa Martha Mesquisa, quando começou a amamentar sua filha mais velha, há cinco anos.
“O bico do meu seio rachou e eu me senti muito culpada porque sempre ouvi que eu tinha o dever de amamentar. Tive que procurar a ajuda de um grupo de mães que se reunia no posto de saúde próximo à minha casa”, lembra.
Dados do Ministério da Saúde revelam que o panorama de aleitamento materno no Brasil vem melhorando ao longo dos anos. Segundo a assessora para assuntos relacionados a aleitamento materno da pasta, Lílian Córdova, o tempo médio de amamentação exclusiva no país passou de 23,4 dias para 54,1 dias nos últimos nove anos. Ela destacou os benefícios dessa prática para as crianças, mas também para as mães.
“O leite materno contém todas os nutrientes que as crianças precisam nos seis primeiros meses de vida. Além de proteger o bebê de diversas doenças durante toda a sua vida, como obesidade, diabetes e alguns cânceres, também garante menos chances às mães de desenvolverem câncer de mama e ainda favorece uma relação bastante íntima entre ela e o bebê”, diz Lílian.

Autor: Thaís Leitão
Fonte: Agência Brasil 

Estudo do Ministério da Saúde em 2009 mostra que crianças recebem outros tipos de alimentos nos primeiros seis meses de vida, quando o aleitamento materno exclusivo é recomendado

Pesquisa do Ministério da Saúde mostra introdução precoce de outros líquidos que não seja o leite materno na alimentação do bebê. Água (60,4%), chás (16,5%), sucos (37%) e outros leites (48,8%) foram oferecidos às crianças já nos seis primeiros meses de vida, período em que o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo. Além dessas bebidas, foi constatada a ingestão de alimentos não saudáveis como bolachas, refrigerantes e café por crianças com menos de 12 meses. O levantamento foi feito em 27 capitais e em outros 239 municípios, o que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças.

Cerca de 1/4 das crianças, entre 3 e 6 meses, já consumiam comida salgada (21%) e frutas em pedaço ou amassadas (24,4%). A Região Sudeste foi a que apresentou maior percentual de crianças recebendo comida salgada entre 3 e 6 meses de idade (28,9%), superando em mais de três vezes a Região Norte (8,9%).

Fatores maternos intervenientes no aleitamento materno exclusivo.Em contrapartida, cerca 27% das crianças entre 6 e 9 meses, período no qual se recomenda a introdução de alimentos sólidos/semi-sólidos na dieta da criança, não recebiam comida salgada. A Região Sudeste também foi a que mais as crianças recebem frutas precocemente, entre 3 e 6 meses (28,3%). A região Norte apresentou o menor índice (17,5%).

REFRIGERANTES E SALGADINHOS - Em relação aos marcadores de alimentação não saudável, constatou-se consumo elevado, em crianças entre 9 e 12 meses, de café (8,7%), de refrigerantes (11,6%) e, especialmente, de bolachas e/ou salgadinhos (71,7%).

A recomendação do Ministério da Saúde é que o bebê deve se alimentar exclusivamente de leite materno até seis meses de idade. Não há necessidade nem de ingestão de água. Após essa idade, ao introduzir água, por exemplo, deve ser dada em copo e não em mamadeira. Pois tanto a chupeta e a mamadeira acostumam o bebê a sugar de maneira diferente, o que influencia na sucção do leite.

CAMPANHA - Esses e outros dados fazem parte da II Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e DF (PPAM), divulgada durante a Semana Mundial de Amamentação (veja outros dados do estudo, relacionados à amamentação, no Portal Saúde www.saude.gov.br). O estudo está sendo lançado em função do lançamento da nova edição da Campanha de Aleitamento Materno, durante a 18ª Semana Mundial da Amamentação (SMAM), de 1º a 7 de agosto.

Com o slogan “Amamentação em todos os momentos. Mais saúde, carinho e proteção”, a campanha do Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) defende a amamentação como resposta às situações de emergência, como enchentes, secas e outras catástrofes naturais. O tema foi definido pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA, sigla em inglês).

Importância da amamentação

  • O leite de peito é o alimento mais completo que existe para o bebê;
  • O leite materno é de fácil digestão e não sobrecarrega o intestino e os rins do bebê;
  • Ele protege o bebê da maioria das doenças;
  • É prático, não precisa ferver, misturar, coar, dissolver ou esfriar;
  • Está sempre pronto, a qualquer hora ou lugar;
  • Transmite amor e carinho, fortalecendo os laços entre a mãe e o bebê;
  • Proteja a mãe contra a perda de sangue em grande quantidade depois do parto;
  • Também protege a mãe da anemia;
  • A amamentação diminui as chances de a mãe ter câncer de mama e de ovário. 
Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno
Título Conteúdo  Semana Mundial da Amamentação - SMAM 2010

A Semana Mundial da Amamentação – SMAM, celebrada anualmente de 1º a 7 de agosto, foi idealizada pela WABA (World Alliance for Breastfeeding Action – Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) e é comemorada desde 1992, em mais de 150 países, com o propósito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno.
 
A cada ano, a WABA define o tema central da campanha, que passa a ser discutido nos diversos países, unificando as comemorações em todo o mundo. O tema definido para 2010 é “Iniciativa Hospital Amigo da Criança” (IHAC). A IHAC foi criada há vinte anos, a partir da Declaração de Innocenti, na qual foram determinadas metas e objetivos para a promoção da amamentação exclusiva até os quatro ou seis meses, e continuada até o segundo ano de vida ou mais.
 
Hospital Amigo da Criança é todo hospital que cumpre os “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno”, propostos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Esses passos garantem que o hospital tenha normas e rotinas que proporcionem a todos os bebês o melhor começo de vida possível, criando um ambiente de apoio ao aleitamento materno. Todo Hospital Amigo da Criança tem em sua entrada principal uma placa indicando a obtenção deste título e, para renová-lo, há uma reavaliação a cada três anos. Cerca de 28% das maternidades do mundo (em torno de 20.000), espalhadas por mais de 170 países, são credenciadas na IHAC. No Brasil, 335 maternidades já foram credenciadas na Iniciativa.
 
A campanha deste ano (conheça as peças), além de divulgar amplamente as vantagens e a importância da amamentação, visa estimular a revitalização da IHAC, enfatizando a contribuição dessa iniciativa para aumentar as taxas de aleitamento materno exclusivo; revitalizar atividades que apoiam as mulheres e seus filhos no seu direito de amamentar; estimular os gestores hospitalares a implementarem a Iniciativa Hospital Amigo da Criança; estimular os profissionais de saúde a se capacitarem adequadamente para aconselhar e apoiar a alimentação infantil ótima, além de envolver familiares e rede social, governo e sociedade civil organizada junto à mulher, uma vez que a amamentação depende, em grande parte, do apoio dado às mulheres durante a gestação, o parto e o pós-parto.
 
A comemoração da SMAM tem se mostrado um método efetivo de mobilização de todos os segmentos da sociedade em prol da promoção, proteção e apoio da amamentação. No Brasil, foi coordenada pela WABA até 1998 e, a partir de 1999, pelo Ministério da Saúde.
 
Em 7 de outubro de 2009, o Ministério da Saúde publicou a Portaria n.º 2394, que instituiu a Semana Mundial da Amamentação no Brasil e estabeleceu a parceria entre o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria nas comemorações.
 
 
Tudo sobre a amamentação:

    Fonte: Ministério da Saúde

    13 comentários :

    • Denise Guerra says:
      2 de agosto de 2010 21:52

      Oi Lú, excelente esta postagem! a vida humana agradece! bjs!

    • Sônia Silvino says:
      3 de agosto de 2010 00:24

      Tema importantíssimo, Lu!
      Parabéns pela escolha!
      Bjkas, muitas!

    • Prof. Adinalzir says:
      3 de agosto de 2010 20:17

      É um belo incentivo à vida!

      Passando também para agradecer a sua visita ao meu blog.

      Valeu mesmo!

    • Prof. Adinalzir says:
      3 de agosto de 2010 20:21

      Ah... já ia me esquecendo. Aí vai o link da Livraria da Travessa para você comprar o livro do vampiro:

      http://www.travessa.com.br/Busca.aspx?d=1&cta=1&tq=O%20vampiro%20que%20descobriu%20o%20Brasil

      Grande abraço! :-)

    • Reflexo d Alma says:
      3 de agosto de 2010 20:48

      Ei Lu!
      Sabe não vou cansar de dizer que seu blog é alem de muito bem cuidado ,tambem utilidade publica.
      Por isso dexo aqui meu relato de vida.
      Fui casei aos 19 e nosso planejamento familia me proprocionou se mae pela primeira vez aos 21 anos, ao primeiro ate os 4 anos quando ainda planejamento familiar
      engravidamos pela segunda vez e ai o amamentei ate os 3 anos, so desmamando porque eu trabalhava.
      Meus filhos crescrem formte, sem abalos na saude que não fossem os normais.Nunca me arrependi e
      o pra mim o mito de que os seios caem apos amamentação não valeu e digo isso ja sendo uma velha senhora de 47 anos.
      Amamentar é dar uma sobrevida aos bebês.
      E me perdoe se fui explicida demais.
      Bjins entre sonhos e delírios
      e me viste aqui nesse blog Reflexo d'Alma que é onde posto meus poemas
      desde 2006

    • Walkyria Rennó Suleiman, says:
      3 de agosto de 2010 20:49

      Lu, vim fazer um protesto. Vc é sim meu amigo, viu. Seus comentários, suas ideias, seu carinho, já estão na minha vida.
      E vamos dar força pra mulherada dar de mamar, que além de fazer bem à criançada, faz bem também pras mamães.

    • FERNANDO says:
      4 de agosto de 2010 09:28

      Oi, Luizão.
      Mamar no peito é muito saudável (e muito agradável, considerando que, para muita gente, esse hábito permanece até o fim do dias - risos).
      Brincadeiras à parte, cumprimento o amigo pela excelente postagem e deixo aqui o meu abraço fraterno.
      Tenha um ótimo dia, meu rei.

    • Marcos Mariano says:
      4 de agosto de 2010 10:52

      Ola amigo Lu
      informações importantes essas em,
      parabéns por a poiar e incentivar atravez de suas postagens a importancia do leite materno, pois nos dias de hoje a utilização indiscriminada da mamadeira tem colocado em risca a saude das nossas crianças, a praticidade da mamadeira e de outras bebidas que não são leite como vc diz nesse post, tem levado as mães a quase que despensarem o leite materno, acho que a correria do dia a dia tem levado a isso.

      parabéns pelo post
      bela iniciativa

    • Paulo Braccini says:
      4 de agosto de 2010 16:09

      o amigo Lu e seus postagens pertinentes e de grande relevância ...

      de volta da lua de mel pronto para rever os amigos da Blogsville ...

      obrigado pelo carinho por lá ...

      bjux

      ;-)

    • Meias de Seda (Suzy) says:
      4 de agosto de 2010 17:01

      Boa tarde, queridos!
      Não há palavras que possam descrever a sensação de se amamentar um filho. É divino!
      Saudades da Ritinha...
      Bjos, aos dois ;)

    • Wanderley Elian Lima says:
      4 de agosto de 2010 18:28

      Esse blog está virando de utilidade publica. Parabéns.
      Um abraço

    • Janeisa Tomás says:
      4 de agosto de 2010 18:58

      Ótimo post, é sempre bom vermos e lermos sobre saúde e prevenção.
      Obrigada pela visita e comentário lá no Brasil do Bem.
      Abraços

    • Iza says:
      5 de agosto de 2010 10:32

      Oi, lu!

      Minha filha única mamou até os dois anos e acho a amamentação uma linda forma de amor.

      Obrigada pelas palavras de conforto lá no diário. Estou sempre lembrando de você e da Rita.

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    Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.