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10 de dezembro de 2010

Declaração Universal dos Direitos Humanos e dia do Palhaço

10 de Dezembro

 

Um mapa da igualdade

Ao adotar a Declaração Universal dos Direitos do Homem, no dia 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas - ONU quer deixar para trás todos os horrores que o mundo viveu com a Segunda Guerra Mundial.
Quer também manter vivo e respeitado os direitos naturais de todo ser humano, independente do país em que nasceu, da cor, do sexo, da religião, do partido político ou da opção sexual. As condutas nazista e fascista deixaram marcas e traumas que, se dependesse da ONU, não viriam a se repetir jamais na trajetória histórica do homem.
A Declaração é pensada, então, como um guia, uma espécie de mapa, para que as nações passem a evitar qualquer forma de violência e crueldade.

O Direito em sua origem

As necessidades de cada época é que determinaram os direitos dos povos e o esforço para colocá-los em prática. Em tempos remotos, quando o homem vivia em pequenas tribos, os problemas ou desentendimentos que apareciam eram resolvidos pelo uso da força, ou seja, não existiam regras de bem viver.
Mas a partir do momento em que as sociedades começaram a ficar mais complexas, as normas e os pactos precisaram ser estabelecidos como forma de organização política, social, econômica e religiosa.
A tradição oral, transmitida de geração em geração, podia ser quase sempre deturpada (quem conta um conto aumenta um ponto, já diz o ditado). Com a escrita, no entanto, ficou mais fácil ou mais seguro manter as regras da sociedade registradas.
O caráter religioso dessas normas também foi mudando com o tempo. Se antes, as leis que orientavam o comportamento humano eram providas, de certa forma, de uma inspiração divina, hoje estão mais de acordo com as características de cada nação.

Tempos Modernos

O primeiro documento a reconhecer os direitos naturais (a vida, a liberdade e a propriedade) foi o "Bill of Rights", declaração inglesa de 1689, que continha um grande avanço: a retirada do direito divino dos reis e o conceito do "inglês livre por nascença". Mas o documento não era de todo justo porque excluía a liberdade natural dos outros povos que não fossem os ingleses.
Com a Revolução Francesa, em 1789, a universalização dos direitos vai na frente da história quando a Assembléia Nacional proclama os Direitos do Homem e do Cidadão, que vale para todos os indivíduos. Infelizmente, na prática, não garantiu de fato todos os direitos "naturais, inalienáveis e sagrados do homem".
Um exemplo disso foi Olympe de Gouges, que, em 1791, propôs uma declaração para os direitos femininos, e por isso foi mandada para a guilhotina. Ainda nesse ano, as dez primeiras emendas à Constituição americana foram confirmadas e apesar de garantirem a liberdade de culto, da imprensa e de reuniões pacíficas, não asseguraram a igualdade entre os homens, pois a Constituição manteve a escravatura.
Apesar dos pontos negativos, esses três documentos contribuíram muito para a criação da Declaração dos Direitos Humanos de 1948. Após o horror, as atrocidades e o extermínio ocorridos na Segunda Guerra Mundial, a Declaração estende a todos os homens a liberdade e a igualdade, inclusive nos âmbitos financeiro, social e cultural.

Declaração Universal

Em seu primeiro artigo, a Declaração é bastante clara: "Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade".Se lermos com atenção, esse primeiro artigo já dispensaria qualquer outro. Liberdade, igualdade e fraternidade são palavras-chave para que qualquer ato ou atitude de um homem em relação a outro venha de mãos dadas com a justiça.
Fonte: www.ibge.br


10 de Dezembro

Dia do Palhaço

Entre os personagens que trabalham no circo, como os domadores, mágicos, trapezistas, acrobatas, dançarinas e equilibristas, o palhaço exerce a principal função.
É ele que, com suas palhaçadas, faz o público adulto esquecer os problemas do dia a dia.
As crianças, principalmente, vão ao circo só para ver o palhaço.
Dia do Palhaço
Com sua roupa desengonçada, sempre está com a calça larga caindo, sapato de nadador e cara pintada. Sua cabeleira é estranha e seu nariz é sempre uma pelota vermelha.
Dá piruetas por todos os lados; cai, levanta, pula, sobe, desce, anima os espectadores com suas artes e piadas engraçadíssimas.
O palhaço é um circense muito competente e indispensável na apresentação de um espetáculo.
Na história do circo, muitos palhaços ficaram famosos, como:
Arrelia
Chique-chique
Pirolito
Carambola
Teco-teco
Pipoca
Pingulin
Bozzo
Carequinha
Picolino.
O palhaço representa a alegria, pois está sempre sorrindo.
Quando se desenha a figura de um palhaço, é de uma pessoa muito alegre.
Sua boca chega perto da orelha. Muitas vezes dá aquela gargalhada, mas... não sabemos como está o seu coração. É o seu trabalho!

Palhaço

Artista de circo, que faz pilhérias e momices para divertir o público; pessoa que, por atos ou palavras, faz os outros rirem.

Circo

grande e antigo recinto para jogos públicos; anfiteatro circular para espetáculos de ginástica, equitação.
Fonte: UFGNet

13 comentários :

  • Blog da Fofa says:
    10 de dezembro de 2010 01:45

    Oi Lu, nossa então a declaração dos direitos humanos faz aniversário? Bom saber. E do sia do palahçotbm, falando nisso aproveito aki para cumprimentar o Lupo palhacinho com nariz de palhaço e tbm o amigo Palhaço Poeta por levarem sorriso onde se encontra dor. Bjos

  • kleber says:
    10 de dezembro de 2010 07:00

    eu tiro o chapéu hoje para os palhaços voluntários nos hospitais escolas e outras instituições
    que essa corrente não possa ser quebrada por coisa alguma ao contrário, que possa crescer a cada
    bom dia a todos.

  • Guará Matos says:
    10 de dezembro de 2010 08:51

    A Declaração é fantástica, as atitudes sobre os Direitos Humanos São nefastas.~
    Bjs.

  • Lupo says:
    10 de dezembro de 2010 13:52

    Guará tem razão... =(

    Obrigado Carol! Pela definição (artista de circo, que faz pilhérias e momices para divertir o público; pessoa que, por atos ou palavras, faz os outros rirem) eu me sinto mesmo um palhaço! E com muito orgulho! rs

    Dez o post Lu!

  • Maria Helena says:
    10 de dezembro de 2010 15:07

    Olá!
    Hoje eu vou usar o direito de agradecer pelo privilégio da sua visita lá no Pintando o sete com a vida! Fiquei muito feliz com sua presença lá.Obrigada!

  • Blábláblá na rede says:
    10 de dezembro de 2010 15:21

    Oieeeeeeeeeeeee Lú... eu me lembro bem do palhaço Carequinha e do Bozo...ah...doces lembranças da infância, pena que passa tão depressa...rsrs....cherim miguxo, mais uma vez foi um prazer estar no seu mundo...khelen.

  • Brasil Desnudo says:
    10 de dezembro de 2010 19:51

    Oi, grande Amigo Lu!!

    Obrigado mais uma vez por sua visita e, sempre por seus comentários, de carinho lá no Desnudo!!

    Mas Lu!!

    Acho que fazemos parte da adoração pelo nosso país, onde expressamos de forma diferente, é claro, nossas opiniões!!

    Mas admiro em muito, a forma com que você expressa suas matérias, onde coloca sempre de forma histórica suas narrativas!!
    Você também engrandece Lu, com suas aulas de história e, lembranças do passado que tanto nos alegrou...
    Já havia lido sua matéria hoje cedo lá no Buzz, mas queria vir aqui para comentar, e não por lá...

    Uma noite e um fim de semana maravilhosa pra Ti, Lu!

    Abraços grande...

    Marcio RJ

  • FERNANDO says:
    11 de dezembro de 2010 07:13

    Oi, meu rei.
    Para nós, brasileiros, todo dia é dia do palhaço.
    Abraços e um bom f.d.s. pra vocês.

  • Denise Guerra says:
    11 de dezembro de 2010 07:58

    Oi Lu, obrigadão pelos seus comentários no meu blog, sua presença é sempre muito importante! Adoro circo e acho que o palhaço é um artista completo e tão próximo do público que só quem tem esta arte no sangue é que consegue realizar bem este papel. Que o mundo dê mais risadas, e que as palhaçadas sejam mais artísticas e menos políticas! Bjs!

  • ONG ALERTA says:
    11 de dezembro de 2010 15:24

    Aqui ninguém leva nada a sério, beijo Lisette.

  • brasildobem.net says:
    11 de dezembro de 2010 19:21

    Obrigada pela visita e comentário no Brasil do Bem, seja sempre bem-vindo. Gostei de saber do Dia do Palhaço. Grande abraço!

  • Professora Carla Fernanda says:
    12 de dezembro de 2010 00:15

    Boa noite Lu! Gosto mais dos presépios artesanais feitos pelas famílias. tem mais valor.
    Lembro-me desses alguns palhaços...kkkk
    Bom domingo,
    Carla Fernanda

  • Professora Carla Fernanda says:
    12 de dezembro de 2010 00:15

    Boa noite Lu! Gosto mais dos presépios artesanais feitos pelas famílias. tem mais valor.
    Lembro-me desses alguns palhaços...kkkk
    Bom domingo,
    Carla Fernanda

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.