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5 de fevereiro de 2011

Quase um quarto dos brasileiros sofre de depressão pós-férias


Você acaba de voltar das férias e já sente uma falta de energia inexplicável, dores no corpo e um desânimo enorme ao cumprir suas obrigações? É bem provável que você esteja com depressão pós-férias, mal que aflige 23% dos brasileiros, segundo estudo realizado pela Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil), instituição voltada para a investigação e gerenciamento do estresse.
A pesquisa contou com 540 profissionais de 25 a 60 anos de idade, residentes em São Paulo e em Porto Alegre, com uma média de tempo de trabalho de 12 anos.
Entre os participantes com diagnóstico de depressão pós-férias, os sintomas mais comuns foram dores musculares, incluindo cefaleia (comum a 87% deles), cansaço (83%), angústia (89%) e ansiedade (83%). Do total, 68% afirmaram usar medicamentos e 52% citaram o consumo de álcool como forma de aliviar o mal-estar.
A depressão pós-férias não deve ser confundida com o desconforto da segunda-feira, ou após um feriado prolongado, que produz sintomas menos intensos e duradouros, segundo a presidente da Isma-BR, Ana Maria Rossi.
Os profissionais mais vulneráveis à depressão pós-férias, segundo o levantamento, foram os de finanças, saúde, informática e aqueles que estão fora de sua área de formação.
De acordo com Rossi, o mal-estar na volta ao trabalho não costuma durar mais do que duas semanas, tempo que corpo e mente levam para se readaptar à velha rotina.
Mas os sintomas são um indicativo de descontentamento com o ambiente de trabalho ou com o próprio ofício. A pesquisa mostrou que 93% das vítimas de depressão pós-férias se sentem insatisfeitas profissionalmente; 86% não veem possibilidade de promoção ou desenvolvimento; 71% consideram o ambiente de trabalho hostil ou pouco confiável; e 49% têm conflitos interpessoais no local de serviço.
Outro ponto detectado é que, quanto mais tempo no mesmo emprego, maiores as chances de sofrer de depressão pós-férias. “Muita gente sabe que o trabalho lhe faz mal, mas não sai por causa do salário ou de algum outro tipo de benefício”, descreve. Essa relação de dualidade traz muita culpa e angústia, principalmente quando não há perspectivas de mudança: “Quando a pessoa sabe que o sofrimento é temporário, pois decide que vai ficar naquele trabalho só até cumprir determinada meta, fica mais fácil lidar com a insatisfação”, pondera.
Busque compensações
A especialista ensina que, no mundo ideal, a solução mais adequada para o problema seria buscar um emprego que proporcionasse mais satisfação. “Mas a gente sabe que isso não é tão simples”, admite.
A saída, então, é buscar compensações para a falta de motivação, procurando os amigos, dedicando-se a algum hobby prazeroso ou fazendo algum trabalho voluntário. “Sentir-se gratificado e saber que sua colaboração tem valor é importante até para manter a sanidade”, justifica.
Fracione as férias
Outra maneira de reduzir o risco de depressão pós-férias é fracionar o período de descanso. Rossi garante que os benefícios da medida já foram comprovados em pesquisas do Isma e de outras instituições. No entanto, a legislação brasileira só permite que a pessoa divida as férias em no máximo dois períodos de 15 dias.
A especialista acredita que pelo menos três pausas de dez dias são o ideal, pois exigem menor mobilização para deixar as coisas em ordem antes de sair e evitam o acúmulo de pressões e demandas. “Quando o efeito da pausa anterior passa, a pessoa já tem um novo período de descanso”, relata.
Não adie o descanso
Se você é do tipo que ama o que faz ou é viciado em trabalho, as férias podem até ser motivo de estresse. Nesse caso, o conselho é conciliar o período de descanso com algum curso. Como ressalta Rossi, deixar de fazer pelo menos uma pausa ao longo do ano prejudica muito a produtividade. E isso é algo que nem você, nem a empresa para a qual trabalha, vão querer que aconteça.
Fonte: por Tatiana Pronin - UOL
Matéria publicada por maisbrasilia.com em 13 de janeiro de 2010.

11 comentários :

  • Zil Mar says:
    5 de fevereiro de 2011 10:55

    Oi Lu....

    Achei interessante demais seu post...eu não conhecia essa Patologia....

    Parabéns pela informação!

    bjo!


    Zil

  • Wanderley Elian Lima says:
    5 de fevereiro de 2011 15:14

    Oi Lu
    E não é pra menos. Só de lembrar que tem que acordar cedo, não tem como não ter depressão.
    Abração

  • Guará Matos says:
    5 de fevereiro de 2011 16:20

    Estou sofrendo de depressão da falta de grana, hahaha!
    Essa é foda!
    Um grande beijo Lu e Simone.

  • Brasil Desnudo says:
    5 de fevereiro de 2011 19:29

    Olá, meu querido Amigo Lu!!

    Desculpe a demora em vir agradecer sua visita e, comentário lá no Desnudo...

    Mas tirei uns dias de férias com as crianças, aproveitar os últimos dias deles de férias, e só cheguei hoje!

    Mas não sei se tenho essa de depressão pós-férias, mas como disse o nosso amigo Guará, só mesmo se for por conta da falta de grana, que todos nós voltamos pós-férias..rsrsr

    ótimo texto, Lu!

    Um grande abraço Amigo, e uma ótima noite pra Ti.

    Marcio RJ

  • Lindalva says:
    5 de fevereiro de 2011 23:48

    Oi Lu...tema interessante, vou fazer uma analise quem sabe eu sofra disso pq não consigo esquecer de Portugal, ou será do portugues? *risos* Um lindo e descansado domingo tenhas meu amigo. beijinhos doces na ponta do nariz!

  • Vampira Dea says:
    6 de fevereiro de 2011 00:54

    Lú eu não sofro disso pq não sei o que é férias rsrsr. Tenho periódo de convalescença depois de um trabalho como o que tive agora é o tempo de sentir o que é dormir e se alimentar direito, recuperar e voltar.
    Beijos e uma linda semana pra vc.

  • FERNANDO says:
    6 de fevereiro de 2011 08:05

    Oi, Luizão.
    Concordo com o Guará.
    O "adiantamento do férias" mais a metade do 13º salário (creditados ao empregado que entra em férias - pelo menos no meu tempo era assim) propicia uma falsa sensação de "bem de bolso".
    Aí, o infeliz se esquece de que o próximo contra-cheque será magrinho, e quando o recebe, é como cebola: basta abrir para começar a chorar.
    Abração.

  • Sérgio Filho says:
    7 de fevereiro de 2011 04:04

    Oi Lu,
    Descobri o meu problema, só pode ser isso. (Risos)

    Uma linda semana para você, querido.

    Aquele abraço!

  • Maria de Lourdes says:
    27 de junho de 2013 20:41

    Olá Lu! um dia esse mal tomou conta da minha vida e por pouco não passo desta vida pra outra. Os medicamentos com seus efeitos colaterais estavam me deixando uma pessoa inútil. Quando o nosso organismo reage e não aceita tais situações buscamos verdadeiramente a cura. E frequentando alguns grupos em busca da minha cura aprendi que quando nos focamos apenas em nós mesmos, quando nos esquecemos que lá fora existem pessoas precisando das nossas mãos ou das nossas atitudes para continuar vivendo e quando nos dispomos em colaborar para que as suas vidas não sejam tão miseraveis esquecemos de vez de olhar somente para o nosso umbigo e a cura da depressão começa. Dito e feito! Este foi o remédio que encontrei para curar a minha depressão, e devido ao sofrimento que ela me trouxe hoje eu não tenho tempo para ficar depressiva porque entendi que o tempo e a vida são empréstimos que devo utilizar muito bem, se quiser viver bem! Grande abraço!

  • Este comentário foi removido pelo autor.
    Maria de Lourdes says:
    27 de junho de 2013 22:19

    Este comentário foi removido pelo autor.

  • Djoni Filho says:
    3 de julho de 2013 14:34

    Eu não estou familiarizado com essa patologia. Em 4 anos, o máximo que tirei de férias foram 7 dias corridos.

    Mas certamente, 30 dias eu ia ficar perturbado, iria preferir fracionado.

    Mas eu conheço a depressão pós-final de semana, já viu? Quando chega domingo, por volta de meio dia, a pessoa já vive o terror de ter que voltar ao trabalho, à pressão. Pode até ficar como dica pra outra postagem. Abraços!

    Djoni Filho Debate

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.