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8 de maio de 2011

Homenagem a todas as MÃES

Imagem: google.com
História do Dia da Mães

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.


À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.

Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.

E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a  introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.

A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.

Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.


Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal

O Blog do Lu Cidreira não podia deixar de registrar este dia,  apesar de não ter a nossa mãe aqui conosco, pois a mesma já se foi ah muito tempo, achamos que os/as amigos/as e seguidores deste espaço blog devam sim homenageá-las com todo o carinho e amor que tens para acolhe-las e festejar o dia como uma grande festa. A todos as mães do mundo que neste dia  possa ser  amiga, irmã, filha, avó e principalmente MÃE, PARABÉNS.

8 comentários :

  • Victor Faria says:
    8 de maio de 2011 00:28

    Passando pra desejar um feliz Dia das Mães!

  • Maria Helena says:
    8 de maio de 2011 08:31

    Lu,
    Obrigada por tão bela e rica homenagem!
    As informações são preciosas e o carinho infinito!
    Um ótimo domingo!

  • Brasil Desnudo says:
    8 de maio de 2011 21:24

    Boa noite, Lu!

    Espero que seu dia hoje, junto de suas mamas tenha sido de muita paz, alegria e amor no coração de todos.

    Com todo carinho, do amigo.

    Marcio RJ

  • Lu Nogfer says:
    8 de maio de 2011 23:41

    Belo post Lu!

    Parabens a todas as maes pelo lindo dia de hoje!

    Beijos

  • Geyme Mannes says:
    9 de maio de 2011 09:03

    Nossa, que luxo de informacoes, Lu!!!! Ademais da homenagem, vc registrou tb um arquipélago de conhecimentos valiosos!!

    Feliz dia das maes para todas essas grandes mulheres, todos os dias!

    Beijokas!!!

  • Anne Lieri says:
    9 de maio de 2011 12:27

    Obrigada pelo carinho e lembrança,Lu!Seu artigo está maravilhoso e tem muitas coisas que eu não sabia sobre o dia das mães!Muito informativo e interessante!Bjs e boa semana!

  • Paulo Braccini says:
    9 de maio de 2011 12:40

    Mais que justa a homenagem ... Parabéns a todas as mamys ...

  • Meias de Seda (Suzy) says:
    9 de maio de 2011 21:17

    Boa noite, meu amigo.

    Esse foi o primeiro dia das mães que passei sem a minha, falecida ano passado. Mas, apesar da saudade que senti dela ontem, eu também sou mãe, e foi impossível fugir da comemoração.
    Enfim, é a vida.
    Obrigada pela homenagem!

    Diga à Ritinha que lhe deixo um grande beijo e que estou melhor dos probleminhas no ombro, mas ainda não posso abusar e precisei diminuir o tempo que passo na frente do PC...rs

    Um abraço ;)

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.