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18 de junho de 2011

Essa é nossa e não abrimos mão - A cachaça e sua História

Imagem: google.com.br

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmentepararam e o melado desandou !
O que fazer agora ?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado). Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado
O "azedo" do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e se formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente, era a cachaça já formada que pingava (por isso o nome PINGA).
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de "ÁGUA-ARDENTE".
Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
Hoje, como todos sabem, a AGUARDENTE é símbolo nacional !!!

A Produção de Cachaça

A cachaça pertence à nobre família das aguardentes. Trata-se de um destilado feito à base de cana-de-açúcar, leveduras e água. Seu processo de fabricação inicia-se com a moagem ou prensagem da cana, que produz um caldo ao qual adiciona-se água, resultando no mosto.
Sob o efeito das leveduras, o mosto entra em processo de fermentação.
Depois da decantação, na qual separam-se as borras, processa-se a destilação num alambique tipo cebolão ou espiral.
O primeiro corte, ou "cachaça de cabeça", contém muito álcool e, de todos, é o que apresenta o sabor mais forte. O corte do meio, ou "do coração", é que será industrializado. A porção final, ou "rabo", contém substâncias tóxicas. A cachaça de coração quase não apresenta gosto ou cheiro, que só irá adquirir com o envelhecimento em tonéis de carvalho, bálsamo ou vinhático.
Fonte: www.cachacaexport.com.br,  www.minimundodacachaca.com

5 comentários :

  • Carla Fernanda says:
    18 de junho de 2011 18:43

    E eu já passei férias em fazndas produtoras de cachaça lá em Minas e das boas. Tempo bom Lu!
    Beijos e bom final de semana!!
    Carla

  • Prof. Adinalzir says:
    18 de junho de 2011 19:19

    Um excelente post sobre a boa e velha cachaça. Parabéns!

  • Wanderley Elian Lima says:
    20 de junho de 2011 10:22

    Oi Lu
    Essa realmente é noda, e em Minas, estão as melhores do país. Apareça um dia pra provar, será um grande prazer.
    Abração

  • manoel says:
    20 de junho de 2011 11:26

    Já tinha lido muito sobre a cachaça e até visitei um alambique aqui na minha cdade, mas essa história eu não conhecia. Gostei!


    Manoel

  • Paulo Braccini - Bratz says:
    20 de junho de 2011 13:59

    Adoro uma pingoleta ... a melhor bebida do mundo ... #FATO

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.