Quem sou eu

Minha foto
Sou Guerreira, romântica, poeta, escritora, paciente, prudente, perseverante, amante da natureza...

Follow by Email

Minha lista de blogs

Dias de Vida do blog

Total de visualizações de página

29 de julho de 2011

Princesa Isabel - Seu Nascimento 29-07-1846

Princesa Isabel - Seu Nascimento 29-o7-1846

Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança Bourbon e Orléans, Princesa Imperial e Regente do Império do Brasil (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 — Eu, 14 de novembro de 1921), Princesa Imperial do Brasil, Regente do Império do Brasil por três ocasiões e terceira imperatriz do Brasil (De Jure), era filha do imperador Pedro II do Brasil e da imperatriz Teresa Cristina. Foi cognominada A Redentora por ter abolido a escravidão no Brasil.

Nascimento e infância

Dona Isabel nasceu no Palácio de São Cristóvão, e foi a segunda filha dos imperadores do Brasil.
Batizada na Capela Imperial no dia 15 de novembro de 1846 pelo bispo capelão-mor Conde de Irajá, seu nome foi dado em homenagem à avó materna, a Rainha de Nápoles. Com a morte precoce de seu irmão Dom Afonso, Isabel tornou-se a sucessora de seu pai. Neste mesmo ano de 1847 nasceria a 13 de julho a sua companheira de toda a mocidade, a Princesa Leopoldina.
Em 1848 nasceu o seu segundo irmão varão, o príncipe D. Pedro, que morreu dois anos depois. Para herdar o trono do avô, restava uma princesinha de quatro anos de idade, designada doravante como Princesa Imperial. O reconhecimento oficial como sucessora e herdeira do pai teve lugar a 10 de agosto de 1850, quando a Assembléia-Geral, reunida no Paço do Senado às 11 horas da manhã, proclamou-a herdeira do Trono na forma dos Artigos 116 e 117 da Constituição do Império.
A 29 de julho de 1860 completava D. Isabel 14 anos e, de acordo com o artigo 106 da Constituição Imperial, deveria prestar o juramento de "manter a religião Católica Apostólica Romana, observar a Constituição política da nação brasileira e ser obediente às leis e ao imperador."
A fim de prepará-la para seu papel, começou Dom Pedro II a preocupar-se com a formação da futura imperatriz. Desde cedo, porém, o Imperador iniciou entendimentos para dar às filhas uma preceptora. Por indicação da tia das princesas, a Princesa D. Francisca, a escolhida foi a Condessa de Barral, filha do diplomata Domingos Borges de Barros, Visconde de Pedra Branca e esposa do nobre francês Conde de Barral. A Condessa iniciou suas funções em setembro de 1855.
Para a educação da Princesa Isabel e da sua irmã, numerosos mestres foram designados, que elaboraram um severo programa de estudos. Mas sua infância teve momentos de descontração. Em seu diário ela diz: "Petrópolis, residência de verão, residência deliciosa: jardins floridos, canais cortando a cidade... " Ou mais adiante: "Eu fui de Petrópolis a pé até a cascata de Tamarati. A mana andou tão pouco a cavalo." Em São Cristóvão, para amenizar o ambiente carregado de estudos e deveres, pequenas peças teatrais eram levadas à cena em que as princesas desempenhavam os principais papéis na companhia dos amigos de infância.

A República e o exílio

Isabel.Pouco mais de um ano depois de testemunhar o júbilo popular com a Abolição, D. Isabel veria a monarquia no Brasil ser extinta. Insuflados pelos radicais positivistas e apoiados pelos fazendeiros, os militares depuseram o gabinete do Visconde de Ouro Preto e instauraram uma ditadura republicana. D. Isabel seguiu com sua família para o exílio, na madrugada de 17 de novembro de 1889. Lembrando-se da profecia de Cotegipe, declarou: "Mil tronos eu tivesse, mil tronos eu daria para libertar os escravos do Brasil". Os temores expressos na carta de três meses antes se confirmaram antes de que fosse possível legar aos negros libertos sua cota de justiça.
O Imperador Pedro II morreu em Paris, em 5 de dezembro de 1891 e Isabel passou a ser considerada pelos monarquistas imperatriz de jure do Brasil, ou sua imperatriz titular.
Apesar da dor do exílio, D. Isabel teve uma velhice tranqüila, instalada no castelo da família em Eu, na Normandia, propriedade de Gastão de Orleans. Rodeada pelos filhos e netos, fez de sua casa uma embaixada informal do Brasil. Recebia brasileiros de passagem, ajudou o jovem Alberto Santos-Dümont quando desenvolvia suas invenções. Passou os últimos anos da vida com dificuldades de locomoção. Em 1920 teve a felicidade de saber que a lei que bania a Família Imperial do Brasil havia sido revogada pelo presidente Epitácio Pessoa.
Com a saúde frágil, já abalada pela mortes dos dois filhos mais novos, faleceu em 14 de novembro de 1921. Foi sepultada no cemitério local, de onde seria trasladada em 6 de julho de 1953 para um jazigo no Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis.
Foi organizado em julho de 2006 pelo Museu Imperial, IPHAN e Ministério da Cultura, no Museu Imperial – Rua da Imperatriz, 220, – Petrópolis – Rio de Janeiro um seminário comemorativo dos 160 anos da Princesa Isabel, intitulado A Princesa das Camélias.
Novos estudos demonstrariam que Isabel foi uma mulher envolvida com a política de sua época, crítica do socialismo, vítima de intrigas palacianas e cujo catolicismo não se expressava apenas por meio de obras de caridade, mas servia de fundamento para sua compreensão do próprio papel como governante do país.
Fonte: pt.wikipedia.org

Saiba mais neste link: Blog Jornal do Ivie

0 comentários :

Comentários atuais

Seguidores

assine o feed

siga no Twitter

Postagens

acompanhe

Comentários

comente também

Uol

Gostou do Blog? Então doe um drinque?

Estamos no Google+

Google+ Followers

Lançamento do livro de Rita Cidreira

Lançamento do livro de Rita Cidreira
Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.