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24 de agosto de 2011

Dizer não aos filho não arde!








Você costuma dizer "não" aos seus filhos?
Considera fácil negar alguma coisa a essas criaturinhas encantadoras e de rostos angelicais que pedem com tanta doçura?
Uma conhecida educadora do nosso País alerta que não é fácil dizer não aos filhos, principalmente quando temos os recursos para atendê-los.
Afinal, nos perguntamos, o que representa um carrinho a mais, um brinquedo novo se temos dinheiro necessário para comprar o que querem? Por que não satisfaze-los?
Se podemos sair de casa escondidos para evitar que chorem, por que provocar lágrimas?
Se lhe dá tanto prazer comer todos os bombons da caixa, por que faze-lo pensar nos outros?
E, além do mais, é tão fácil e mais agradável sermos "bonzinhos"...
O problema é que ser pai é muito mais que apenas ser "bonzinho" com os filhos. Ser pai é ter uma função e responsabilidade sociais perante os filhos e perante a sociedade em que vivemos.
Portanto, quando decidimos negar um carrinho a um filho, mesmo podendo comprar, ou sofrendo por lhe dizer "não", porque ele já tem outros dez ou vinte, estamos ensinando-o que existe um limite para o ter.
Estamos, indiretamente, valorizando o ser.
Mas quando atendemos a todos os pedidos, estamos dando lições de dominação, colaborando para que a criança aprenda, com nosso próprio exemplo, o que queremos que ela seja na vida: uma pessoa que não aceita limites e que não respeita o outro enquanto indivíduo.
Temos que convir que, para ter tudo na vida, quando adulto, ele fatalmente terá que ser extremamente competitivo e provavelmente com muita "flexibilidade" ética, para não dizer desonesto.
Caso contrário, como conseguir tudo? Como aceitar qualquer derrota, qualquer "não" se nunca lhe fizeram crer que isso é possível e até normal?
Não se defende a idéia de que se crie um ser acomodado sem ambições e derrotista. De forma alguma. É o equilíbrio que precisa existir: o reconhecimento realista de que, na vida às vezes se ganha, e, em outras, se perde.
Para fazer com que um indivíduo seja um lutador, um ganhador, é preciso que desde logo ele aprenda a lutar pelo que deseja sim, mas com suas próprias armas e recursos, e não fazendo-o acreditar que alguém lhe dará tudo, sempre, e de "mão beijada"
Satisfazer as necessidades dos filhos é uma obrigação dos pais, mas é preciso distinguir claramente o que são necessidades do que é apenas consumismo caprichoso.
Estabelecer limites para os filhos, é necessário e saudável.
Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer.
Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando ouviram o primeiro não, fora de casa.
Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não.
Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem.
O esforço pela educação não pode ser desconsiderado.
Todos temos responsabilidades no contexto da vida, nas realizações humanas, nas atividades sociais, membros que somos da família universal.

Fonte: www.reflexao.com.br
Edição de foto lucidreira

8 comentários :

  • Wanderley Elian Lima says:
    24 de agosto de 2011 10:12

    Oi Lu
    De tanto não ouvir "não" é que as crianças hoje são tão sem limites. Não respeitam nada nem ninguém, e ainda vem o Conselho Tutelar, para lhes dar corda.
    Grande abraço

  • Pelos caminhos da vida. says:
    24 de agosto de 2011 14:41

    Por não gostar de ouvir NÃO e o tutelar passar a mão na cabeça que minha filha com apenas 13 anos saiu de casa.

    beijooo.

  • Anne Lieri says:
    24 de agosto de 2011 19:42

    Lu,não sei se já viu um texto que circula muito entre educadores e se chama:MÃES MÁS? Fala exatamente isso,que temos que dar limites aos filhos,dizer não,ensinar a pescar porque na vida nada virá ás suas mãos com facilidade!Um excelente texto e abordagem perfeita!Adorei te ler!Bjs,

  • José María Souza Costa says:
    24 de agosto de 2011 20:11

    A falta de coragem dos pais, de falarem NÃO, aos filhotes. Muitas vezes causa lágrimas.

  • Geyme Lechner says:
    25 de agosto de 2011 09:53

    Oi Lu!!!!!

    Vc já viu aquele livro "Como educar seus pais"? haha Lembrou-me um pouco do tema agora. Hoje em dia as criancas tem o poder, é muito mais fácil para os pais atende-las, contanto que nao chorem ou facam um escandalo... fazer o que né? A responsabilidade de ser pai nos dias atuais é uma tarefa dificílima... Eles merecem um troféu (tamanho GG)!!!!

    Desculpa a "sumida", Lu! Ando de viagens em viagens, e trabalhando no meu terceiro livro... De vez em quando vou aparecer por aqui, pois nao quero perder o contato, viu, entao, nao some (olha quem fala, haha) e nao esquece de mim, please!!
    Beijo grande e bom final de semana, amigo!!

  • Prof. Adinalzir says:
    25 de agosto de 2011 21:54

    Hoje, ser pai, mãe e professor são tarefas muito difíceis. Sinto muitas saudades do meus tempos de menino. Havia muitas dificuldades, mas tinhamos respeito pelos nossos pais e professores e eramos até mais felizes. Tudo piorou depois que criaram o Conselho Tutelar e o ECA.
    Abraços!

  • Maria Lúcia Marangon says:
    26 de agosto de 2011 13:13

    Mães Más

    Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que hora regressarão.

    Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era uma boa companhia.

    Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram dos supermercados ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queriamos pagar”.

    Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

    Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas dos meus olhos.

    Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

    Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso ( e em alguns momentos até odiaram).

    Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:

    "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...

    As outras criianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas.

    As outras crianças bebiam refrigenrante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós faziamos com eles.

    Insistia que lhe disséssemos com quem iamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.

    E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!

    Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saissemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.

    Enquanto todos podiam voltar tarde, tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa ( só para ver como estávamos ao voltar).

    Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência.

    Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

    FOI TUDO POR CAUSA DELA!"

    Lu, eu fui uma mãe muito má e não me arrependo porque eu tenho um orgulho enorme do resultado.

    Beijos!

  • Lidiane Franqui says:
    4 de maio de 2013 10:08

    Querido Lu,

    Ótima reflexão que nos trouxe! Realmente a educação do não é fundamental para a construção do caráter do ser humano. As palavras foram muito bem colocadas fazendo analogias à desvalorização do ser e a valorização do ser quando existe a recusa em dizer não, em educar para os tempos difíceis.

    Parabéns por nos trazer o texto e um grande abraço!

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.