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11 de outubro de 2011

BRINCADEIRA DE CRIANÇA

Foto: Arquivo pessoal de Rita Cidreira

Numa época não muito distante existiam muitas formas de brincadeiras e se você quisesse se divertir tinha que usar a criatividade. As brincadeiras antigas para crianças mais famosas eram: Amarelinha; bolinha de gude; cantigas de roda; passa anel; roda pião; pipa; garafão; baleado (ou mais conhecido como queimado); durinho; peteca; estatua; vivo ou morto; salada de frutas; (onde a criança brinca e também aprende, usando o sorteio dos dedos da mão e apois descobrir qual a letra referente ao número, a associa-se a um tema, do qual todos tem que citar uma palavra); escorregar no barro com um pedaço de papalão; patinete; (confecçionada com rolimãs, tábua e madeira, de forma bem rudimentar); carro feito de lata de leite e etc. Enfim!... Tudo isso fazia parte do seu cotidiano e assim você se divertia por horas e dias.
Ah! Como era bom! As brincadeiras exigiam mais enérgias, lembro-me bem, que não sabia o que era ficar sem dormir, ou ter uma dor de cabeça, ficar stressado, ansioso, colesterol em excesso, isso nunca ocorria, era só o cançaso das brincadeiras diárias e a escola, eramos saudáveis, nunca parava de se movimentar. Eramos magros e não havia dietas! Que maravilhas!!!
Mas hoje em dia as crianças não devem nem saber o que são essas brincadeiras. A tecnólogia transformou o mundo deles e trouxe a tona brinquedos que não exigem criatividade, muito menos esforço. E ai, vem as complicações. Os problemas de saúde, falta espaço, pois o crescimento das metropolis, com construções de condominios verticais, para pessoais de baixa renda, não tem sequer áreas para as crianças brincarem, impossibilitando o saudável desenvolvimento. E os governantes não se preocupam em construir áreas de lazer para as elas. Ficam oprimidas, não sabem bem o que é ralar os joelhos, os cotovelos, se sujar, se empoeirar...
Se você quer que seus filhos retomem as brincadeiras do passado, nada melhor do que tirar algum tempo e ensinar para eles que para brincar, não é preciso gastar. Uma boa opção é leva-lo em um bom espaço (parque ou na praia) e ensinar para eles as brincadeiras que você mais gostava e assim também brincar junto com eles. Se não lembra mais ou está sem ideia, algumas dicas para ajudar:
- Cinco Marias – é preciso achar 5 pedrinhas de mesmo tamanho ou até mesmo saquinhos feitos com arroz ou areia. Jogue todas as pedrinhas no chão e tire uma delas, depois com a mesma mão jogue para o alto e pegue uma das que ficaram no chão. Faça isso até ter pegado todas. Na segunda rodada ao invés de pegar uma por vez, pegue duas. Na terceira rodada você pega três ao mesmo tempo e na última rodada você pega todas de uma vez só.
Roda – forme uma roda e cante cantigas antigas, como pau no gato, ciranda-cirandinha, a canoa virou, pirulito que bate bate, samba lelê, se esta rua fosse minha, serra serra serrador, etc.
Escravos de Jó – Duas pessoas cantam a música (escravos de jó, jogavam caxangá, tira, põe, deixa ficar, guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá). Cada um com uma pedrinha ou um bombom na mão e vai seguindo o que diz a música.
– Amarelinha: faça um risco no chão e numere de 1 a 10, no ultimo faça um arco representando o céu. Pule com um pé só dentro de cada quadrado, sem errar.
– Batata quente - As pessoas ficam em círculo e alguém fica de fora. Passem uma bola bem rápida de mão em mão e quem estiver fora diz: “batata quente, quente, quente, queimou!”, em quem a bola parar no queimou é eliminado.
Texto:. Rita Cidreira

4 comentários :

  • Aleatoriamente says:
    11 de outubro de 2011 07:03

    Bom dia LU.
    Algumas destas eu conheço e
    a d o r o!
    Teu texto está cheio de alegria.
    A criança dentro de mim, agradece a criança que há em ti.

    Beijinho amado

  • manoel says:
    11 de outubro de 2011 17:20

    Bons tempos esses! Infelizmente tudo se acabou, as ruas ficaram perigosas e as crianças só têm os shopping e as escolas para se relacionarem com outras crianças. Os brinquedos de hoje são, apesar da moderna tecnologia, são isoladores e deixam a meninada solitária.
    Grande texto, principalmente para mim que sou um museu.

  • Suzy says:
    11 de outubro de 2011 18:30

    Ritinha, minha flor! Saudades d'ocê, poderosa!
    Que texto maravilhoso. Eu já voltei a ser criança, pelo menos por uns dias...rs

    Quem é esse menino lindinho da foto?

    Feliz Dia das Crianças para todos aí!

    Um beijão especial pra você ;)

  • Aleatoriamente says:
    11 de outubro de 2011 22:03

    Boa noite Lu.
    Lindo esse mocinho, todo brasileiro rsss.

    Passei para deixar um beijo.
    Com carinho.

    Fernanda

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.