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17 de outubro de 2011

Esporão

Fascíte plantar/esporão (calcanhar de saltador)

Causa/sintomas

A fasceíte plantar e/ ou dor do esporão é uma inflamação na ligação da fascia plantar com o calcâneo sendo chamado fascíte ou esporão, segundo a presença ou não de um, no entanto, o problema é essencialmente o mesmo, é um problema mais comum nos pronadores.

Necessidades em calçado

É necessária estabilidade adequada mas, amortecimento de impactos também deverá ser levado em conta, um sapato estável com uma palmilha de amortecimento de impactos será o ideal.

Fascite Plantar


Plantar fascia

Descrição

Quando os primeiros passos de manhã causam uma dor nítida no calcanhar, que pode desaparecer em minutos ou oscilar ao longo do dia, você pode ter fascite plantar . É uma lesão de esforço que afeta qualquer ponto da superfície da sola ou do flexor (plantar) do pé. A fascite plantar significa inflamação da faixa resistente, fibrosa do tecido (fascia) que liga o osso do calcanhar à base de seus dedos do pé. As probabilidades de sofrer desta lesão aumentam , se for mulher se sofrer de excesso de peso , ou se trabalhar num sitio com superfícies duras ou que requeira caminhar muito . Também pertence ao grupo de risco quem corra ou caminhe como forma de exercício. As pessoas com pés rasos (popular pé chato) ou cavos também são mais susceptíveis de desenvolver fascite plantar.
A lesão começa com uma dor suave e gradual no osso do calcanhar descrita frequentemente como a uma "picada de agulha".
É comum percebê-la após (não durante) o exercício. Quando a dor é mais “profunda” e menos aguda como a picada de agulha, é provável que esta lesão já seja algo crônico. Se não tratarmos, a fascite plantar pode transformar-se numa lesão crônica. Não é recomendado prosseguir a atividade desportiva sem o devido tratamento e em alguns casos é necessário interromper as atividades durante o tratamento, sob pena de também desenvolver lesões no pé (calcificações), joelho, ancas e problemas de coluna por causa da fascite plantar, porque esta normalmente provoca má postura.
Tratamento (procure um profissional para a ideal administração dos procedimentos):
Alguns alongamentos específicos; Gelo de 2 a 3 vezes por dia por 20’; Calçados adequados para o tipo de pisada; Calcanheiras para quem usa calçados “rasteiros”; Fortalecimento específico.
Camilo O. Geraldi


O termo esporão calcâneo é o nome popular da dor embaixo do calcanhar. Estudos com dissecção de cadáveres mostraram que o esporão é uma calcificação na origem de um músculo intrínseco do pé chamado flexor curto dos dedos. O esporão calcâneo é simplesmente um osteófito, uma calcificação de tecidos moles - ligamento ou músculo – geralmente causado por tração.
O problema ortopédico que causa a dor subcalcaneana é chamado de fascite plantar, que é uma inflamação da fáscia plantar, uma estrutura fibrosa que funciona junto com o tendão de Aquiles e musculatura da panturrilha no mecanismo da caminhada.
A fascite plantar tem como características dor na sola do pé, que pode ser no calcanhar ou no meio do pé, principalmente pela manhã, ou após um período de repouso. Pode ocorrer piora no final do dia se permanecer por longos períodos em pé. A fascite plantar é uma lesão de sobrecarga mecânica, e costuma afetar indivíduos que ficam muito tempo de pé, andam muito, praticantes de caminhada, pacientes que aumentaram de atividade, obesos, e aqueles que usam muitos calçados tipo sandália.
O tratamento é essencialmente conservador, com fisioterapia, gelo local, antiinflamatórios, repouso e mudança de calçados. O mais importante no programa de fisioterapia é o alongamento da panturrilha e da fáscia plantar.
Esse protocolo costuma dar bons resultados em 70% dos casos em 3 meses.
Em casos agudos com muita dor e inchaço local, com paciente mancando, pode ser feita infiltração local com corticóide. A infiltração deve ser feita de modo parcimonioso pois aumenta a chance de ruptura da fáscia, e tem taxa de insucesso com retorno da dor em poucas semanas em torno de 60%.
Em casos muito sintomáticos e crônicos pode ser utilizada a imobilização gessada por 4 a 6 semanas, com bons resultados. A imobilização não é curativa mas acelera o processo de reabilitação.
Nos casos bem tratados com 4 a 6 meses de evolução sem resposta clínica uma opção é a terapia de ondas de choque, com bons resultados (86%) em até 6 meses pós tratamento.
Em último caso, existe a opção de cirurgia, com fasciotomia plantar parcial.

ALONGAMENTOS PARA FASCITE PLANTAR

Recomenda-se fazer pelo menos duas vezes ao dia, pela manhã e à noite.
1- Dê um passo grande para trás. Mantenha a perna de trás esticada com o calcanhar apoiado no chão. Mantenha a perna da frente flexionada. Desloque a bacia para a frente para alongar a panturrilha da perna de trás. Mantenha a posição por 10 segundos. Repita o mesmo procedimento com a outra perna atrás. Repita 10 vezes cada lado.
Esporão
2- Dê um passo curto para trás. Mantenha os calcanhares fixos no chão. Vá abaixando e dobrando as duas pernas deslocando o peso do corpo para frente.
Deve sentir o alongamento da parte baixa do tendão de Aquiles e da sola do pé de trás. Mantenha por 10 segundos. Repita o mesmo procedimento com a outra perna atrás.
Esporão
3- Suba em um degrau apoiando as pontas dos pés. Deixa o peso do corpo alongar os dois tendões de Aquiles simultaneamente. Mantenha a posição por 10 segundos.
Esporão


Fonte: www.studiosaude.com.br, drmarcelonogueira.com.br     

8 comentários :

  • Anne Lieri says:
    17 de outubro de 2011 18:13

    Lu,muito interessante seu artigo!Já senti esse tipo de dor uma época que fiquei muito tempo sem me exercitar e depois voltei a caminhadas.Fiz exatamente esses alongamentos da foto antes e depois da caminhada e troquei o tenis tb.Foi o que resolveu!Muito legal seu post!Bjs e boa semana!

  • Aleatoriamente says:
    17 de outubro de 2011 21:42

    Oi Lu.
    Muito bom.
    Além de saber dos sintomas, ainda tem os exercícios, legal.

    Beijinho amigo

  • Vampira Dea says:
    18 de outubro de 2011 00:58

    O meu só falta falar rsrsr, ótimo post, esclareceu muita coisa. Beijinhos

  • Prof. Adinalzir says:
    20 de outubro de 2011 21:02

    Dicas muito interessantes para todos nós. Valeu mesmo! Abraços!

  • José María Souza Costa says:
    21 de outubro de 2011 20:22

    Uma postagem;
    - Fenomenal
    - Apropriada
    - Didática e sábia.
    Parabens.

  • Neusa Fiesta says:
    22 de outubro de 2011 02:14

    Lu, eu acho que foi esse tal esporão que arruinou a minha carreira de Ginger Rogers kkkkkkkkk
    Falando sério, certa feita entrei em uma Escola de Jazz e Sapateado- isso faz muito tempo, viu- eu ainda tinha pique hahahaha. Pois bem, sempre adorei dança. Eu até que ia indo muito bem, até melhor no sapateado do que no jazz, que é muito mais complexo. Todavia, chegou um momento que eu comecei a sentir uma dor tão infeliz, mas tão forte, tão forte, nesse local do pé que vc citou, mas não fui ao médico. E aí comecei a perceber que a dor era muito mais intensa quando eu fazia aula de sapateado- duas vezes por semana. Até que a coisa chegou a um ponto tal de dor tão lancinante, que eu tive que abandonar o Curso, a Escola, abandonei tudo!
    Guardo até hoje o meu sapato de sapateado com os ferrinhos nas pontas e saltos. Ai, quando olho para eles, me dá uma tristeza, que vc não tem noção. Era tão bom, tão gostoso e eu "levava tanto jeito"...
    Agora não dá mais, a idade já está avançada, penso eu. Sim, pois se naquela época, que eu era super jovem, já tive esse problema, o que dirá agora! É capaz de me cair o pé! Maldito esporão! kkkkkkkkkkkkkkkk
    Beijos e parabéns pelo post!

  • Beth Muniz says:
    11 de junho de 2013 10:36

    Esse tal Esporão sempre me assombrou...
    Mas, felizmente nunca me peou. rsrs
    Belo artigo.
    Valeu Lu.

  • Beth Muniz says:
    11 de junho de 2013 10:37

    Corrigindo: Quer dizer... Pegou

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