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28 de dezembro de 2011

Rio Branco em seu dia do aniversário

Este blog não poderia deixar passar em branco sem render homenagem a esta cidade que poucos brasileiros conhecem por está em local distante dos grandes centros urbanos do nosso país. Recomendo aos que saem para o exterior e não reconhecem e visitam as nossas terras que é de uma beleza ímpar e agradável de se lidar e conviver.
Parabéns a mais uma bela cidade lá dos confins do pulmão do mundo e que faz parte do nosso Brasil, que é Rio Branco.

A mais populosa cidade do Acre (com mais da metade da população do Estado) foi fundada em 28 de dezembro de 1882 pelo cearense Neutel de Maia. A princípio o lugar recebeu o nome de Seringal Empresa e, em 1904, elevou-se à categoria de vila, ao tornar-se sede do departamento do Alto Acre.
Em 1909, seu nome foi mudado para Penapólis, em homenagem ao então presidente Afonso Pena, para em 1912 receber definitivamente a denominação de Rio Branco, numa forma de homenagear o chanceler brasileiro Barão do Rio Branco.
Tornou-se município no ano de 1913 e em 1920, capital do território do Acre. Em 1962, é elevada à posição de capital do estado.
Cortada pelo rio Acre, que divide a cidade em duas partes – 1o e 2o distritos – Rio Branco é hoje o centro administrativo, econômico e cultural da região.
Às margens do rio Acre
Rio Branco foi uma das primeiras cidades a surgir às margens do rio Acre – margem direita especificamente. Conta a lenda que, em fins de 1882, uma frondosa árvore, a Gameleira, chamou de tal forma a atenção de exploradores que navegavam pelo rio, que eles resolveram abrir novos seringais por ali.
Aquela mesma Gameleira, que viria a ser testemunha da luta entre revolucionários acreanos e tropas bolivianas, presenciou também o fim da disputa, que tornou o Acre parte do Brasil, no início do século XX.
Com a ação diplomática do chanceler brasileiro, Barão do Rio Branco, resultando na assinatura do Tratado de Petrópolis, a recém chamada “Villa Rio Branco” firmou-se como o principal centro urbano de todo o vale: o mais rico e produtivo do território do Acre.
As duas margens
A rua surgida a partir da Gameleira, na margem direita do rio Acre, era o centro da vida comercial e urbana, onde se encontravam bares, cafés, cassinos e os principais representantes do comércio em geral, como também as famílias da elite, formada por profissionais liberais e funcionários públicos.
Com o tempo, a administração política do território foi sendo transferida para a margem esquerda do rio, mais alta e sem inundação. Mesmo assim, a direita permanecia como pólo comercial da cidade.
Foi a partir da década de 50 que a margem direita passou a viver um processo de decadência econômica, passando a ser chamada de 2o distrito, enquanto a margem esquerda (1o distrito) atraiu cada vez mais para si as casas comerciais, as principais repartições públicas e as famílias mais importantes do lugar.

PONTOS TURÍSTICOS

Horto florestal
Possui algumas espécies da flora amazônica, além de um lago de 50 metros de extensão e locais para piqueniques. Ambiente bucólico numa área de 17 hectares.
Parque Ambiental Chico Mendes
52 hectares de floresta e lazer. Metade do parque é de vegetação exuberante e fauna diversificada. A outra parte é composta de equipamentos adequados de diversão e turismo. Na floresta, as trilhas são ideais para uma relaxante caminhada.
Parque Zoobotânico
O parque fica no Campus da Universidade Federal do Acre/UFAC e desenvolve inúmeras atividades voltadas para o estudo, manejo, preservação e reposição de fauna e flora regionais. Contém, além de um trecho de floresta virgem, diversas espécies vegetais da floresta tropical.
Rio Acre
Nasce no Peru, desemboca no Rio Purus (Amazonas) e banha a cidade de Rio Branco, dividindo-a em dois distritos. Suas águas barrentas e piscosas são propícias para banhos e esportes náuticos no período que vai de julho a setembro. Ao longo do seu curso, formam-se nessa época várias praias, como a Praia do Amapá e a Praia do Riozinho do Rolo, entre outras.
Parque Capitão Ciríaco
Localizado no 2o distrito de Rio Branco, o parque tem dezenas de seringueiras nativas e espécies da flora amazônica. É bastante visitado pela comunidade local, que aproveita o lugar para fazer
Fonte: www.ibge.br

1 comentários :

  • Aleatoriamente says:
    30 de dezembro de 2011 09:29

    Voar por cima de mares, lugares,na fonte casta das águas.
    Anunciação...
    Entre o suave e o belo,união perfeita...
    Para agradecer teu carinho neste ano que finda, e desejar saúde paz e amor, no novo ano que chega.
    Obrigada Lu,por fazeres parte do meu caminho.

    FELIZ ANO NOVO!

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.