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20 de janeiro de 2012

UMA PAIXÃO DE DÉCADAS - O Fusca também tem seu dia

20 DE JANEIRO

No Brasil, ele chegou no final dos anos 50, quase vinte anos depois de ter sido fabricado o primeiro modelo na Alemanha, em 1935.
Hoje, ele está presente no mundo todo, em mais de 150 países. De quem estamos falando? Do fusca - um carro com mais de 50 anos de vida, que tem data nacional e mundial (22 de junho) para ser comemorado.

UMA PAIXÃO DE DÉCADAS

Em 1953, o primeiro fusca motor 1200 cm3, genuinamente brasileiro, era montado num galpão alugado em São Paulo. Quatro anos depois, a indústria automobilística alemã, Volkswagen, que fabrica o carro, montava a primeira fábrica no Brasil, num espaço de 10 mil metros quadrados.
Até 1957, mais de 2 mil fuscas novinhos em folha saíram da linha de montagem. No começo, o modelo era importado da Alemanha para ser montado aqui. Depois, passou a ser fabricado na filial brasileira da indústria alemã.
Nos anos 60, o fusca já era líder no mercado brasileiro, com mais de 30 mil unidades vendidas em 1962. Em 4 de julho de 1967, a Wolkswagen atinge a marca de meio milhão de fuscas vendidos no Brasil.
As vendas continuam cada vez melhores no início da década de 70. Em 1973, mais de 220 mil fuscas - 40% das vendas totais de carros no país - foram vendidos. O modelo fusca Sedan ("fuscão"), luxuoso e equipado com cinto de segurança, surge nessa época.
Um ano depois é lançado o Super-fuscão, com motor de 1.600 cilindradas. E em 1979, o desenho original sofre mais uma das 2.500 modificações, com a introdução de lanternas traseiras maiores que a anterior. Logo ganhariam o apelido de "Fafá", em referência à cantora Fafá de Belém.
A decáda de 80 marca o fim da carreira do fusca no Brasil. Em 1986, a Wolkswagen anunciou que o modelo seria descontinuado por ser um carro que exigia uma produção manual e não permitia o desenvolvimento de modelos derivados - característica dos carros modernos.
Com a chegada do Gol, Saveiro, Parati e Voyage, observa-se uma queda brusca de vendas, o que determinaria de vez o fim da fabricação daquele que já foi o carro mais vendido do país.
Mas nos anos 90, exatamente em 1993, ele ressurge a pedido do então presidente da república, Itamar Franco, que pretendia oferecer uma alternativa popular de carro. Foram 8 meses de preparativos e ajustes e um investimento de US$ 30 milhões para recolocar o fusca no mercado brasileiro.
As inovações foram muitas: vidros laminados, catalisador, barras estabilizadoras na traseira e na frente, pneus radiais, freio dianteiro a disco e cintos de segurança de três pontos. No entanto, em 1997, ele é retirado de linha novamente.
Um ano depois, é apresentado oficialmente no Salão do Automóvel de Detroit (EUA) numa versão dirigida aos norte-americanos. No Brasil, chegaria com o nome de "New Beetle" (novo besouro). Do antigo fusca, apenas as linhas arredondadas. A parte mecânica foi reformulada e o modelo também ganhou motor 2.0 de 116 cavalos e freios a disco nas 4 rodas.
Você Sabia?
O fusca, diferentemente dos outros carros, tem a carroceria aparafusada e não soldada, o que facilita os reparos
Foi o holândes Bem Pon o responsável pela exportação dos primeiros fuscas ao mercado norte-americano. Logo depois, ele desistiu devido ao grande ceticismo demonstrado pelo público americano. Anos mais tarde o fusca era uma coqueluche nos Estados Unidos. As vendas deslancharam a partir de 1955 e até 1965 2 milhões de unidades já haviam sido vendidas, além de uma lista de espera de 9 meses pelo carro.
O fusca era muito ridicularizado no início de suas importações para os Estados Unidos e sofria várias brincadeiras freqüentes como a que consistia em abrir o capô e perguntar pelo motor. Depois, ir até a parte de trás e falar: "colocaram o motor na mala"
O fusca é o carro mais vendido em todos os tempos, com mais de 21 milhões de carros vendidos
Já foram produzidos mais de 21 milhões de Fuscas no mundo desde 1938
O Encontro Nacional do fusca de 1995 está registrado na edição nacional do Guinness Book (o "Livro dos Recordes") com a marca de 2.728 carros reunidos no Autódromo de Interlagos, em São Paulo
Bananinha é o apelido que foi dado ao componente eletromecânico que existia nas colunas dos Fuscas fabricados até 1959, em lugar da tradicional "luz de seta" das lanternas
No Brasil, foram fabricados mais de 3,3 milhões de Fuscas entre 1959 e 1996
Fonte: IBGE

2 comentários :

  • Geyme Lechner Mannes says:
    20 de janeiro de 2012 10:29

    Oi amigo!!

    Salve salve o grande fusquinha! Minha mae tinha um, e sempre me lembro dele, pois de vez em quando nos deixava na mao, haha por outro lado, lembro tb do quanto ele era resistente, um carro de verdade! Minha mae dizia que quem dirige um fusca, dirige qualquer carro, sem problemas!
    Hj em dia os automóveis parecem de plástico, credo!!



    Tb estou meu sumida da web, logo voltarei.... nao sei quando, mas volto...

    Passei para te deixar um abraco grande!!!!!!!

  • Lindalva says:
    23 de janeiro de 2012 16:30

    Olá querido amigo interessantíssimo o texto sobre o amado fusquinha, o pau pra toda obra :) Vim te convidar a participar das brincadeiras pelo aniversário de 2 anos de renascimento da minha Ilha. O convite está acima das postagens e basta dá um clic que serás levado a festa. Temos 2 brincadeiras e a grande festa dia 13 de fevereiro. Te espero lá. Beijos no coração ♥ ♥ ♥

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.