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7 de setembro de 2012

A Dependência, Do Brazil


É claro que tinha que fazer uma postagem sobre o 7 de setembro, mas, encontrando uma crônica do nosso amigo José Maria Costa eu lucidreira achei tão bem incorporada a nossa vida dos dias de hoje que faço dela as minhas palavras no tocante deste importante dia para nós brasileiro. 

Está lá, na História. Em um dia, 07 de Setembro, um português, Proclamou a Independência do Brasil. Está escrito. Pergunta-se, independência de quê ? Senão vejamos: Nesta Pátria Mãe gentil, um professor, recebe menos, que o salário minimo da sua categoria, mesmo, isso estando escrito na Constituição Federal, e se esse individuo, ousar a reclamar, será abarroado pelos cacetetes e coturnos da Policia Militar, principalmente, se o protesto for na Cidade de São Paulo, e mais ainda, na Avenida Paulista. Ao aluno, não interessa saber ler ou escrever, basta fantasiar-se de estudante e sair por ai, que será agraciado com a fantasiosa, aprovação continuada. Ora pois pois, cá entre nós, um sociólogo estuprou a Carta Magna Federal, e patrocinou a sua reeleição. Eu, que ante a minha ingenuidade,  apaixonei-me pelo quadro da Primeira Missa, celebrada em Porto Seguro- Bahia, quando da chegada de Cabral, agora dizem que é plágio, de um outro quadro italiano. Prostituíram a minha memória e agora descubro, que não somos mais virgem, desde o nascimento. Fomos abusados, ainda no nascedouro. O cavalo do quadro do Pedro Américo, no qual monta o Imperador, historiadores dizem  ser uma baia pintada, que no rodapé da tradução, é uma jumenta com grife. E assim, estamos a fazer festa, o riacho do Ipiranga, a muito deixou de ser um riacho para transformar-se, em um esgoto a céu aberto, no bairro da Zona Sul da Cidade de São Paulo, que leva o mesmo nome. De saracoteio em sarucuteios, Dom Pedro I, foi chafurdar na Cidade de Santos, litoral paulista, com a  amante e visitar os Andradas. Comeu muita carne de porco, as toras e mau passadas, como escrevem alguns historiadores. Com cólicas, dores de barriga, tomando chá de folha de goiaba, e muita diarréia, o Português, nesta situação fisiológica desconfortável, encarou  a subida da serra do Mar. Em sua jumenta com grife, que Pedro Américo, diz ser um cavalo, e outros berram que o quadro é uma falsificação de um outro quadro " A batalha do Avaí ",  Dom Pedro I, estava outra vez no matinho, quando um dos seus guardas, entrega-lhe cartas vindas do Rio de Janeiro, a qual   narrava que os lusitanos, lhe rebaixava as condições de um delegado das Cortes Portuguesas, um office boy, com grife, ora pois pois. Para uns, ele berrou Independência ou Morte, para outros, a morte esta ante nós, por que temos esperança em uma independência plena e irrestrita.
Uma Independência, aonde seja sanado o deficit habitacional. Uma independência, aonde não seja necessário falarmos em cotas, de quaisquer especie. Uma Independência, aonde não mais teremos a violência contra os Direitos Humanos.
Precisamos sermos independentes, para não servirmos de massa de manobra, e muito menos os paladinos da degradação social. Se o Sol brilhar no céu da Pátria, muito certamente,  ressoará entre nós, não só a Esperança de um Brasil gigante. Mas sobretudo uno e justo.  
   


Matéria publicada no Blog do José Maria Costa em 04 de setembro de 2012, veja matéria clicando aqui para conhecer o seu blog. 

5 comentários :

  • Olinda Melo says:
    7 de setembro de 2012 08:26


    Caro Lu Cidreira


    Uma maneira diferente de encarar a Independência do Brasil e não menos válida.

    Uma crónica que aponta problemas de hoje que emperram a máquina social e, ao mesmo tempo, assinala o facto de que os factos históricos nem sempre são tão rigorosos como nos são relatados...

    Abraço

    Olinda

  • Anne Lieri says:
    7 de setembro de 2012 18:16

    Sensacional essa cronica,Lu!Fez bem em dividi-la conosco porque conta os fatos históricos da maneira que aconteceram e mostra que nossa independencia ainda está sendo construida com muito trabalho de todos nós brasileiros!Bjs e bom fim de semana!

  • Marcos Mariano says:
    7 de setembro de 2012 20:17

    Lu. são quinhentos anos de mentiras, corrupção, engano, roubo e por ai vai. É por isso que eu tenho certeza que o nosso país pode até melhorar, mas mudar é impossível, pois nosso país já nasceu torto, e como dizia minha avó, PAU QUE NASCE TORTO MORRE TORTO.

    Eu recomendo o livro ( A HISTÓRIA SECRETA DO BRASIL ) para quem quiser se aprofundar um pouco mais na história torta do nosso Brasil.

    Ou podem dar uma lida nesses posts.

    http://rebobinandomemoria.blogspot.com.br/2009/12/verdaeira-historia-do-brasil-voce.html

    OU

    http://rebobinandomemoria.blogspot.com.br/2009/12/origem-de-toda-corrupcao-verdadeira.html

    Abraços amigo Lu

  • Carla Fernanda says:
    7 de setembro de 2012 21:49

    Boa noite Lu!!
    E a tão proclamada independência por enquanto só na música...
    Belo post!

    Ontem tentei comentar no teu blog e não consegui. Abria só o google+ e eu não sei como participar dele ainda.

    Beijos e bom fim de semana!!!

  • Evanir says:
    8 de setembro de 2012 00:31

    Uma das grandes bênções da vida
    é a experiência que os anos vividos nos concebem.
    Aniversariar é uma amostra das oportunidades que temos de aprender a contar os nossos dias.
    mais uma janela e abre diante dos meus olhos,
    mais um espinho foi retirado da flor,
    restando somente a beleza de tão bela data.
    Com fé, na esperança e no empenho por ser melhor a cada dia.
    Seguindo pelos caminhos da verdade e do amor.
    Um dia encontrarei o mais belo jardim, o jardim que representará a realização
    dos meus maiores sonhos.
    Com saudades .
    desejo um feliz final de semana
    venha curtir meu aniversário.
    Beijos na sua Alma,Evanir.

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.