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29 de janeiro de 2013

Bullying, a Violência Escolar




Bullying é um termo do inglês ainda sem tradução para o português, mas que significa o comportamento agressivo entre estudantes.
São atos de agressão física ou verbal, que ocorre de modo repetitivo, sem motivação evidente e executada por um ou vários estudantes contra outro, em uma relação desigual de poder, normalmente dentro do ambiente escolar, ocorrendo principalmente dentro de sala de aula e no recreio escolar.
O bullying está relacionado com comportamentos agressivos e hostis de alunos que se julgam superiores aos outros colegas, acreditam na impunidade de seus atos dentro da escola e muitas vezes são pertencentes a famílias desestruturadas, convivendo com pais opressores, agressivos e violentos. Transtornos comportamentais como os transtornos disruptivos (transtorno desafiador opositivo e transtorno de conduta), transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e transtorno bipolar do humor são comumente associados a esses autores de bullying.
Os alvos de bullying normalmente são jovens tímidos, quietos, inseguros, possuem poucas amizades, são facilmente intimidados e incapazes de reagir aos atos de agressividade. Freqüentemente são fisicamente fracos e menores que os agressores, mais jovens e desta forma apresentam dificuldade em se defender das agressões. Alunos novos na escola, vindos de outras localidades e de diferentes religiões são comumente vítimas de bullying. Muitas vezes estes jovens apresentam transtornos comportamentais associados como fobia social, distimia, ou transtornos invasivos do desenvolvimento.
Normalmente a identificação precoce do bullying nas escolas e o trabalho de informação e conscientização entre professores e alunos são suficientes no manejo do problema. Entretanto, quadros graves de bullying podem estar diretamente ligados a transtornos comportamentais graves e nesses casos a avaliação neuropsiquiátrica está indicada e esses transtornos comportamentais podem ser identificados e tratados. A identificação precoce do comportamento bullying nas escolas possibilita uma intervenção terapêutica a fim de se evitar prejuízos acadêmicos e no relacionamento social dos alunos envolvidos.
Gustavo Teixeira
Fonte: www.comportamentoinfantil.com

Repostando em tempos de férias

12 comentários :

  • Blog da Fofa says:
    29 de janeiro de 2011 00:52

    Oi Lu, eu sempre fui meio assim do jeito que vc disse: tímida e quietinha. Sofri muito bullyng na época de escola. Mas naquele tempo tinha outro nome: "zoação" mesmo. Posso dizer que marca bastante e deixa cicatrizes na alma. Mas, de certa forma, tbm me trouxe um grande aprendizado: Evito julgar as pessoas. Sei que já é do instinto humano condenar, mas procuro entender todo mundo, pq sei o qto um julgamento pode trazer sofrimento. Adorei o post. Um grande beijo meu amigo

  • Luis Nantes® says:
    29 de janeiro de 2011 05:08

    Olá Amigo Lu!! Sempre houve nas escolas essas coisas, disputas, brigas e um "lider" negativo a ser seguido para não sermos exclu´dos ou penalizado, tá? Apenas mudaram o nome e deram ênfase...
    Valeu!!

  • Néia says:
    29 de janeiro de 2011 06:02

    oi Lú...
    Tenho uma filha especial e então conheço esse problema muito bem. Já passamos por tudo e talvez, espero eu, todos os estágios.Isolamento de amigos,apelidos,exclusão de atividades e danças por ela não andar e por aí vai.Acho que o problema é familiar, falta de educação mesmo...de bons exemplos e tudo mais que faz do ser humano, humano.
    beijos Néia

  • FERNANDO says:
    29 de janeiro de 2011 09:06

    Oi, Luizão.
    Essa questão vem sendo focada com frequência, atualmente. No entanto, embora mereça nosso repúdio, o Bullying não é nenhuma novidade e tampouco se restringe a crianças e adolescentes.
    Enfim, é curioso ver como certas pessoas frustradas e recalcadas se comprazem em constranger seus semelhantes, quando poderiam utilizar sua "superioridade" para fins bem mais producentes.
    Enfim, c'est la vie, mon ami.
    Abraços.

  • Sérgio Filho says:
    29 de janeiro de 2011 10:18

    Oi Lu,
    Tudo bem?

    É um assunto delicado, na minha aborrecencia presenciei bastante, de todos os tipos. E no tempo não davam orientação alguma sobre, a consciência sobre isso é bem recente, eu acredito que por isso possa demorar para as pessoas mudarem, até porque muitas escolas não fazem projetos sérios sobre. Em Portugal tem uma escola com um programa montado de ajuda ao aluno para essas coisas, muito bem elaborado, feito de aluno para aluno.

    Um lindo sábado para você.

    Aquele abraço!

  • Guará Matos says:
    29 de janeiro de 2011 10:35

    Comigo não tinha esse papo de coação e mesmo que eu apanhasse, partia pra porrada. Num instante acabava a pressão!

    Bjs.

  • Lu Nogfer says:
    29 de janeiro de 2011 12:06

    Ola Lu!

    Eu como professora ja prensenciei varios casos e fico horrorisada!
    Se é preciso tratamento,pq nao é feito antes que o pior aconteça!?
    Sera que os pais em casa, nao conseguem perceber o comportamento do filho com antecedencia pra que algo seja feito e ele nao venha causar tantos danos!?
    Deixo apenas essa pergunta!


    E voce,mandou mt bem no post como sempre!

    Tenha um otimo FDS!

    Beijos!

  • Wanderley Elian Lima says:
    29 de janeiro de 2011 16:07

    Oi Lu
    eu que trabalho em escola, vejo isso acontecer todos os dias. Os adolescentes são cruéis, não medem as consequências de suas brincadeiras.
    abração

  • Prof. Adinalzir says:
    29 de janeiro de 2011 21:43

    Concordo com o Luis Nantes... de que sempre houve essas coisas nas escolas. Apenas mudaram de nome.
    No meu tempo, sofria muito com essa zoação, mas hoje estou aqui e nada me abala, rsrs. Abração!

  • Anne Lieri says:
    31 de janeiro de 2011 16:41

    Lu,um tema que precisa ser muito falado nas escolas e que traz sofrimento á vítima de buyling!Gostei demais da abordagem proposta no artigo!Bjs,

  • Wanderley Elian Lima says:
    31 de janeiro de 2011 17:10

    Oi Lu
    Está acontecendo algum problema com seu blog. A reportagem anunciada não é a mesma exporta . Ainda está aparecendo sobre o bullyng, e não encontrei o selo.
    Obrigado pelo carinho.
    Abração

  • Paulo Braccini says:
    1 de fevereiro de 2011 13:45

    Hoje virou moda e dá ibope esta questão do Bullying ... nada de novo nisto ... a 50 anos atrás isto já existia e ninguém morreu ou ficou traumatizado por isto ... claro q os excessos devem ser corrigidos e punidos, mas isto apenas é um reflexo por parte dos jovens do q eles vêem e aprendem na sociedade ...

    ;-)

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.