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13 de agosto de 2013

Parecem mais não são?

Conheça cinco alimentos que não são o que parecem

Chocolate, kani-kama, cereja enlatada, pipoca de microondas e pão integral. Confere?

Os rótulos enganam, os processos de manufatura alimentícia não parecem ser tão confiáveis quanto nós gostaríamos que fossem e vez ou outra um escândalo acaba mostrando isso pra gente: lembra dos mais de 12 países europeus atingidos pelo escândalo envolvendo venda de carne de cavalo no lugar de carne de vaca no início desse ano? A carne de cavalo no lugar da de boi e vaca, aliás, nem é exclusividade europeia: no início do mês, em Pernambuco, a polícia apreendeu 500 quilos de carne de cavalo que estavam sendo usados para fazer cachorro-quente.

Nos EUA, a ONG U.S. Pharmacopeial Convention informou, em janeiro deste ano, que entre os alimentos mais camuflados nos EUA estão o azeite, que é vendido misturado com óleos mais baratos, o chá, que é diluído com outras ervas - até grama! - e temperos como páprica e açafrão, que são adulterados com corantes de alimentos que imitam as cores desses condimentos.

Ninguém está à salvo: a realidade é que só dá pra ter certeza do que se está comendo se é você o responsável pela cadeia de produção da sua comida. E como isso é algo muito raro nesses tempos, vale lembrar os cinco alimentos que você achou que estivesse comendo mas, na verdade, não passam de pura engenharia alimentícia.

Chocolate que não é chocolate 


As leis brasileiras são claras em relação ao que é um chocolate: para ser classificado como tal, um produto precisa ter pelo menos 25% de cacau. Acontece que, de acordo com uma entrevista do presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) para o portal UOL na última semana, um em cada três chocolates no Brasil não concentra essa quantidade de cacau e, portanto, não pode ser considerado chocolate. Na reportagem, Lessa estima que praticamente 35% dos chocolates comuns nas prateleiras, produzidos pelas grandes empresas alimentícias, são doces tipo chocolate. Segundo com ele, muitos afirmam ter alta porcentagem de cacau, mas estariam enganando o consumidor, já que não haveria fiscalização que comprovasse esse tipo de informação do rótulo - e informar esse número, aliás, nem é obrigatório por lei. Em vez de cacau, esses doces contém altas quantidades de açúcar e gordura.

Pão e biscoito integral que não são, digamos, integralmente integrais

Editora Globo

Alimentos integrais são grãos que não passam por um processo de refinamento. Com as fibras preservadas, eles ajudam a limpar o organismo: mantém os níveis de colesterol baixos e controlam os picos de insulina no sangue, aumentando a saciedade e facilitando o emagrecimento. Só que comprar pães e biscoitos integrais não é tão fácil quanto parece. É que a Anvisa não estabelece nenhuma regra para a fabricação desses produtos, como por exemplo uma porcentagem mínima de farinha integral na composição para que ela possa ser chamado assim. Comece a ler as embalagens com bastante atenção e você vai reparar que a maioria desses alimentos nas prateleiras também inclui farinha refinada na composição. Ou seja: na maioria das vezes, pão integral não é 100% integral. E em alguns casos, a porcentagem de farinha integral pode chegar a apenas 30%. Para ter certeza que não está levando gato por lebre, lembre-se dessa dica: o pão realmente integral tem de 3 a 5 gramas de fibras a cada 50 gramas de pão. Fique de olho na tabela nutricional.

Cereja que é feita de chuchu
Editora Globo

O chuchu é o vegetal mais sem personalidade que existe. E a cereja é cara no mundo tropical. Por isso, confeiteiros e culinaristas muitas vezes recorrem a um truque culinário que transforma o chuchu em cerejas em calda. Elas são usadas em bolos e tortas, e você provavelmente já comeu muito chuchu por cereja nessa vida. Claro que cerejas frescas, daquelas que a gente só come no Natal (e que são importadas) não fazem parte da farsa alimentícia. Mas aquela cerejinha que enfeita a fatia de bolo da padaria da esquina por cima do marshmallow provavelmente é uma farsante.

Carne de siri que é feita de todo o resto que há no mar, menos siri
Editora Globo

Ele é a estrela do restaurante japonês: o kani é o coringa dos sushis mais sem-graça da bandeja. É usado também em saladas orientais e até como snack. O kani, como se sabe, é feito de carne de siri processada. Só que não. Carne de siri de verdade é cara - e o kani que conhecemos certamente não seria tão abundante assim se esse não fosse o caso. A principal matéria prima do kani é o surimi, uma massa feita de carnes de diferentes tipos de pescados e misturada com coisas como amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, extratos aromatizantes de caranguejo e lagostas, sal, vinho de arroz e até glutamato monossódico, uma substância difícil de ser metabolizada pelo corpo e que pode até causar câncer. O pigmento rosa? É Colchonilla, um corante alimentício avermelhado que é obtido esmagando-se um inseto vermelho de mesmo nome.

Manteiga na pipoca do cinema que é, na verdade, óleo de soja e aromatizante artificial

Editora Globo

Não tem nada mais aconchegante do que o cheirinho de pipoca amanteigada ao entrar no hall do cinema. Aquele cheiro antecipa todo o lazer e conforto o que você espera das duas horas que vai passar aninhado naquela poltrona. Pena que esse aroma tão emblemático é uma farsa. Para você ter uma ideia, em 2011, redes de cinema norte-americanas se recusaram a informar exatamente o que eles colocam em suas pipocas. Manteiga é cara e existem alternativas mais baratas e que não deixam a pipoca tão murcha: as pipocas de cinema costumam ser banhadas com óleo de soja com sabor artificial de manteiga, além de um pouco de beta caroteno pra ajudar na cor. 

Fonte: por Ana Freitas - Revista Galileu
Fotos: Wikimedia Commons

7 comentários :

  • Wanderley Elian Lima says:
    13 de agosto de 2013 22:10

    Oi Lu
    Coitados de nós consumidores, somos enganados todos os dias, e não tem ninguém que nos defenda, o poder do dinheiro é muito maior.
    Abraço

  • Vera Lúcia says:
    13 de agosto de 2013 23:09


    Pois é, LU, nós, consumidores, somos enganados de toda forma. A ganância por lucros, falta de respeito e de fiscalização nos levam a fazer uso equivocado de produtos que podem até comprometer nossa saúde. Não dá para ficar conferindo rótulos toda vez que vamos às compras. É lamentável.

    Já tinha ouvido falar sobre o chocolate e o pão integral.

    Muito válida a sua postagem.

    Abraço.

  • Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz says:
    14 de agosto de 2013 13:20

    só para avisar q voltei ... saudades daqui ...

    beijão

  • Anne Lieri says:
    14 de agosto de 2013 18:55

    Nossa,quanta embromação!Essa da cereja de chuchu foi demais! E a carne de cavalo não gosto nem de pensar! Muito preocupante!Bjs e boa noite,Lu! Voltando e espero que esteja bem de saude!

  • Dorli says:
    15 de agosto de 2013 14:44

    Oi Lu
    A única coisa que eu como desses alimentos é a cereja fruta, não como doce de espécie alguma, carne de vaca e mortadela e etc...crack!
    Em compensação meu filho come tudo que não presta e não adianta falar...
    Adorei suas dicas
    Beijos
    Lua Singular

  • Lu Nogfer says:
    15 de agosto de 2013 15:11

    Nossa! Ainda bem que entre todos estes, so gosto do chocolate e atento muito na hora de comprar. Pipoca eu gosto sim mas aquela feita em casa. A de microondas ja começa a nao me agradar pelo cheiro que sempre acho rançoso.
    Ha que se tomar muito cuidado com os produtos que enganam.

    Belo post Lu, como sempre!

    Beijos

  • Patricia Galis says:
    30 de agosto de 2013 17:19

    Me da uma tristeza qdo leio isso nem sabia que era enganada assim afff....otimo post.

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.