Quem sou eu

Minha foto
Sou Guerreira, romântica, poeta, escritora, paciente, prudente, perseverante, amante da natureza...

Follow by Email

Minha lista de blogs

Dias de Vida do blog

Total de visualizações de página

8 de janeiro de 2014

08 de Janeiro dia nacional da fotografia, dia nacional do fotografo

O Blog do Lu Cidreira não podia deixar de falar algo sobre esse tema e ou dia em comemoração ao Fotografo Fotografia como Fotografo que sou. Estendo essa publicação a todos os Fotógrafos profissionais e amadores de nosso país.

Parabéns a todos os profissionais da fotografia.

Comemora-se o dia 08 de Janeiro como o Dia Nacional da fotografia ou Dia Nacional do Fotógrafo. Mas há controvérsias...
Calendários registram 6, 7, 8 e até 9 de Janeiro como dia do fotógrafo, dia da fotografia, dia nacional do fotógrafo e dia nacional da fotografia.
Já no dia 19 de Agosto, comemora-se o dia mundial da fotografia.
Dia Nacional do Fotógrafo
Também há quem afirme que este é o dia do fotógrafo. E há ainda registros de comemorações no dia 15 de agosto.
Já o dia do repórter fotográfico é 02 de Setembro...
Controvérsias à parte, foi no dia 19/08/1839 que a fotografia foi anunciada ao mundo oficialmente, em Paris, na Academia de Ciências da França, consagrando o Daguerreótipo, processo desenvolvido pelo francês Louis M. Daguérre.
Possivelmente, as datas em Janeiro referem-se à chegada do Daguerreótipo no Brasil, fato que aconteceu no primeiro mês do ano de 1840, exatamente no dia 16.
Segundo a literatura especializada, foi o abade Louis Compte que trouxe a novidade de Paris para o Rio de Janeiro, e apresentou o daguerreótipo ao imperador D. Pedro II (oficialmente, o Imperador foi o primeiro fotógrafo brasileiro).
Porém, segundo o historiador Bóris Kossoy, houve uma descoberta isolada da fotografia no Brasil, pelo pesquisador Hércules Florence, seis anos antes do anúncio oficial do feito de Daguerre...
Sem conhecimento das pesquisas na Europa, Florence descobriu a fotografia e foi a primeira pessoa a usar o termo, em 15 de Agosto de 1832, em Campinas - no interior do Estado de São Paulo.



História da Fotografia no Brasil



Desde seu nascimento, no século XIX, a fotografia - e os debates que a acompanham - revela uma tensão entre fotodocumentação e foto artística, e, mais claramente, a partir dos anos 1950, entre fotografia figurativa e abstrata. A história da fotografia no Brasil remonta à chegada do daguerreótipo ao Rio de Janeiro, em 1839, e ao francês Hercule Florence (1804 - 1879).
Entre 1840 e 1860, o recurso fotográfico difunde-se pelo país. Os nomes de Victor Frond (1821 - 1881), Marc Ferrez (1843 - 1923), Augusto Malta (1864 - 1957), Militão Augusto de Azevedo (1837 - 1905) e José Christiano Júnior (18-- - 1902) se destacam como pioneiros da fotografia entre nós. O valor expressivo e também documental de suas obras, dedicadas ao registro de aspectos variados da sociedade brasileira da época - por exemplo, os escravos de Christiano Júnior, ou a paisagem urbana captada por Militão no Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo, 1862-1887 -, vêm atraindo a atenção de pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento.
À fotografia como documento, opõe-se a idéia de fotografia como ramo das belas-artes, uma idéia já em discussão em fins do século XIX. As intervenções no registro fotográfico por meio de técnicas pictóricas foram amplamente realizadas numa tentativa de adaptar o meio às concepções clássicas de arte, no que ficou conhecido como fotopictorialismo.
Os anos 1940 são considerados um momento de virada no que diz respeito à construção de uma estética moderna na fotografia brasileira. Trata-se de pensar novas formas de aproximação entre fotografia e artes, longe da trilha aberta pelo pictorialismo. Em São Paulo, no interior do Foto Cine Club Bandeirantes, observa-se a experimentação de uma nova linguagem fotográfica, em trabalhos como os de Thomaz Farkas (1924) e Geraldo de Barros (1923 - 1998). Os trabalhos de Farkas desse período permitem flagrar a preocupação com pesquisas formais, exploração de planos e texturas, além da escolha de ângulos inusitados,      como em Escada ao Sol (1946). Geraldo de Barros, por sua vez, notabiliza-se pelas cenas montadas, pelos recortes e desenhos que realiza sobre os negativos.
Afinado com o movimento concreto dos anos 1950 e com o Grupo Ruptura, inaugura uma vertente abstrata na fotografia brasileira, como indica sua mostra Fotoformas, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp, em 1950. As sugestões de seu trabalho serão retomadas por novas gerações de fotógrafos no interior da chamada Escola Paulista de fotografia, como nos trabalhos de Anna Mariani (1935) e João Bizarro Nave Filho. O que não quer dizer que o filão figurativo tenha sido abandonado, como atestam as produções de Claudio Puggliese e Eduardo Ayrosa. No Rio de Janeiro, o nome de José Oiticica Filho (1906 - 1964) aparece como outra alternativa à característica documental do meio. O Túnel (1951) representa um exemplo das montagens e da valorização do trabalho em laboratório que tanto atraíram o fotógrafo.
Ainda nas décadas de 1940 e 1950, em que se observa a aproximação da fotografia com as artes plásticas, sob a égide do concretismo e do neoconcretismo, nota-se a franca expansão do fotojornalismo no país, nas revistas O Cruzeiro e Manchete. Jean Manzon (1915 - 1990), José Medeiros (1921 - 1990), Luís C. Barreto, Flávio Damm (1928) e outros, fizeram da fotografia elemento ativo da reportagem. Além dos profissionais contratados, os órgãos de imprensa se valiam de colaboradores, como Pierre Verger (1902 - 1996) e Marcel Gautherot (1910 - 1996), assíduos em suas páginas. Quanto aos jornais, o Última Hora parece ter sido o primeiro a dar destaque à fotografia, recrutando profissionais como Orlando Brito (1950), Walter Firmo (1937) e Pedro Martinelli (1950).
Os anos 1950 marcam ainda o anúncio de um mercado editorial ligado à fotografia, seguido pela criação de revistas especializadas; entre as mais importantes estão a Iris, fundada em 1947, e a Novidades Fotoptica, depois Fotoptica, criada em 1973 por Thomas Farkas. Ao lado da expansão de um mercado para o profissional da fotografia, nos anos 1950 e 1960, observa-se a entrada cada vez mais evidente dos trabalhos fotográficos nos museus e galerias de arte. As décadas de 1960 e 1970, por sua vez, conhecem uma produção crescente que continua a oscilar entre trabalhos de cunho mais documental e outros de caráter experimental. A trilha etnográfica acentuada por Gautherot, Verger e H. Shultz é seguida por Maureen Bisilliat (1931) e Claudia Andujar (1931), em 1960 e 1970, e posteriormente por Milton Guran (1948), Marcos Santilli (1951), Rosa Gauditano (1955).
O nome de Sebastião Salgado (1944) deve ser acrescentado à lista. Repórter fotográfico desde a década de 1970, Salgado realiza ensaios temáticos dedicados às questões sociais e políticas candentes, como os da década de 1990: Trabalhadores, Serra Pelada, Terra e Êxodos. A realidade social, as cenas urbanas e os pobres conhecem novo tratamento nos trabalhos de Miguel Rio Branco (1946), desde os anos 1980, quando fotografa o cotidiano de Salvador. A explosão de cores, a granulação da imagem e os ângulos inéditos recolocam o problema da relação entre a fotografia e a pintura As contribuições recentes de Rochelle Costi (1961), Vik Muniz (1961), Arthur Omar (1948), Rosângela Rennó (1962) e Cassio Vasconcellos (1965) e muitos outros apontam para as possibilidades abertas no campo das experimentações fotográficas.

Fonte: ww.itaucultural.org.br,   www2.portoalegre.rs.gov.brw

5 comentários :

  • João Vicente Petinelli Carvalho says:
    8 de janeiro de 2014 05:42

    Olá Lú,
    Adorei o post. Não sou fotógrafo mas amante de belas fotografias. Não sabia da data, portanto , parabéns a você e a todos os fotográfos do país. Gostei muito de saber um pouquinho da história da fotografia. Mais uma vez parabéns!!!
    abraços,

    joão vicente
    www.harmoniaesaude.org

  • Dorli says:
    8 de janeiro de 2014 07:15

    Olá Lu,
    Parabéns pelo dia do fotógrafo, ou seja, seu dia.
    Eu sou péssima fotógrafa amadora.
    Adorei a matéria.
    Beijos no coração
    Saudades
    Lua Singular

  • Daniel Costa says:
    8 de janeiro de 2014 16:13

    Lu, tendo sido Daguérre, pioneiro da fotografo ainda no século XIX. terá sido já em meados de século XX, que a sua utilização terá dado o grande salto. No que diz respeito à utilização da fotografia, para artes gráficas a partir de meados do século passado, terá sido a fotografia o setor industrial que mais evoluiu.
    Foi numa empresa, em Lisboa, de um grupo do Rio de Janeiro que acompanhei essa evolução.
    Um abraço

  • Daniel Costa says:
    8 de janeiro de 2014 16:13

    Lu, tendo sido Daguérre, pioneiro da fotografo ainda no século XIX. terá sido já em meados de século XX, que a sua utilização terá dado o grande salto. No que diz respeito à utilização da fotografia, para artes gráficas a partir de meados do século passado, terá sido a fotografia o setor industrial que mais evoluiu.
    Foi numa empresa, em Lisboa, de um grupo do Rio de Janeiro que acompanhei essa evolução.
    Um abraço

  • Fernanda Bender says:
    10 de janeiro de 2014 14:46

    Oi Lu, quanto tempo!!
    Fim de ano foi uma correria, início de ano ainda está sendo, hehehe!
    Nem lembrei do dia da fotografia... se tivesse dado um pulinho aqui antes eu saberia.
    Um abraço!!

Comentários atuais

Seguidores

assine o feed

siga no Twitter

Postagens

acompanhe

Comentários

comente também

Uol

Gostou do Blog? Então doe um drinque?

Estamos no Google+

Google+ Followers

Lançamento do livro de Rita Cidreira

Lançamento do livro de Rita Cidreira
Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.