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18 de janeiro de 2014

Procurando o mapa da mina - Ponto G sem mistério

O tema de discussões fervorosas entre as mu­lheres que povoa o i­ma­ginário masculino so­bre a des­coberta e as delícias de ser o que é por meio doponto G é muito mais controverso e simples do que se imagina. Primeiro, porque não existe comprovação científica de que haja alteração na região em que está localizado quando comparado a outras regiões da vagina. Segundo, porque, apesar disso, milhões de mulheres em todo o mundo garantem que ter orgasmo pelo ponto G é chegar ao ápice do prazer. Pelo sim, pelo não, uma coisa é certa: todas nós queremos ter (e repetir!) essa experiência sensorial que muitas chamam de extraordinária. O primeiro passo (óbvio que é para aquelas que ainda não chegaram lá) é saber, com precisão, onde está localizado o tal ponto G. Como ainda não inventaram um GPS para a hora do sexo, é preciso se empenhar nesse processo de autodescoberta. “Ele se localiza na parede vaginal superior, a 3 cm da entrada da vagina. Realmente, não há comprovação científica. Já foram realizadas biópsias dessa região que mostraram não haver nenhuma alteração de inervação ou algo que a diferencie das outras partes da vagina”, explica Carolina  Ambrogini, doutora, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite do ambulatório de sexualidade feminina da Unifesp. “Porém,  muitas mulheres referem-se a sensações de prazer nessa área, e isso pode ser explicado pela proximidade do clitóris, que se localiza nesse ponto. Afinal, trata-se um órgão que possui uma glande­ – parte que visualizamos – e um corpo interno que fica ereto com a excitação. Daí, o motivo de polêmica entre os sexólogos”, acrescenta Carolina Ambrogini.

Então, se a região pode levar ao prazer, o ideal é descartar os fatores que interferem no bom desempenho para se chegar ao ponto G. Embora sua real existência ainda seja uma dúvida para muitas, uma coisa é certa: sua estimulação depende de um considerável grau de excitação. “Como muitas mulheres têm dificuldade ou não têm tempo suficiente para atingir esse grau de excitação, acabam não tendo conhecimento dessa região. Aliado a isso, a falta de conhecimento do próprio corpo se deve, muitas vezes, ao fato de os genitais serem internos ou a falta da exploração dele contribuir para isso”, enfatiza Maria Cristina Romualdo Galati, doutora, psicóloga, psicodramatista, terapeuta e orientadora sexual do Instituto Kaplan e do ambulatório de Urologia da Unifesp.  

=> Pronta para começar?Tudo bem que não existe uma receita pronta para uma boa noite de sexo com os orgasmos a que se tem direito – e nisso não reside polêmica alguma –, mas sabe-se que alguns ingredientes ajudam a chegar ao êxtase com mais facilidade. Cuidar da saúde é importante, por exemplo, para descartar qualquer doença ligada ao aparelho reprodutor, procurar o bem-estar para ficar verdadeiramente à vontade na hora do sexo e buscar a liberdade com o parceiro, que são imprescindíveis – afinal, ele pode ajudar a explorar essa região com muito mais facilidade do que você imagina. “O orgasmo é uma sensação momentânea de perda do controle e da consciência, o ápice do prazer. Ele pode ser mais ou menos intenso de acordo com o grau de excitação, as fantasias desejadas, o período em que se está vivendo, a cumplicidade com o parceiro... Certamente, são muitas as variáveis. Embora o toque no ponto G gere uma sensação diferente e seja muito estimulante, não se pode mais ter a ideia de que ele é um botão mágico que vai levar as mulheres à loucura, simplesmente porque isso não acontece com todas”, reforça Carolina Ambrogini. Além disso, cobranças em demasia em torno do orgasmo também podem ser bastante prejudiciais à relação. Na hora H, concentrar-se nas sensações de prazer é um bom começo para que o processo de excitação aconteça em sua forma plena. “Cada mulher tem suas regiões erógenas e seu perfil de estimulação  (pressão, ritmo e intensidade do toque) diferentes, que desencadeiam as sensações de prazer relativamente intensas. Apesar disso, sabe-se que, elevando a excitação, aumenta-se a irrigação de sangue para os genitais femininos, a vagina se dilata e se lubrifica, todas as regiões ficam ingurgitadas de sangue (grandes e pequenos lábios e clitóris), e o ponto G, também, como se ele ficasse inchado. Quando ocorre a penetração, durante a relação ou masturbação, é possível estimulá-lo e obter muito prazer”, detalha Maria Cristina. 

=> Na busca do seu ponto GPreparada para turbinar a sua relação? 
Encha-se de criatividade e imaginação e veja a lista de sugestões de como chegar lá.
Na masturbação, introduza o dedo, para descobrir a área em que fica acerca de três centímetros da entrada da vagina, na parede superior, e massageie por alguns  minutos. 
• Durante a relação, compartilhe a sua descoberta com o seu parceiro e peça para ele fazer a brincadeira em você. Melhor! Deite de barriga para cima para que a mão dele fique na posição ideal.
•  Na relação sexual, uma opção é se deitar em cima do parceiro, de modo que o pênis seja introduzido e você sinta a fricção no vai e vem. Isso ajuda a tocar no ponto G. Experimente outras posições se achar melhor.
• Use e abuse de apetrechos específicos como o vibrador, que estimula a área. Segundo os fabricantes, ele tem um formato especial para o local. 
• Para ajudar nas preliminares, assista a filmes eróticos e deixe a imaginação correr solta. Converse com ele sobre as suas preferências e as dele.
• Compre lingeries eróticas, como as calcinhas comestíveis, de zíper ou com laços ou, ainda, promova um superstrip-tease. Tudo isso promove o jogo da excitação e causa maior cumplicidade entre vocês dois.
• Fale frases gostosas no ouvido dele e peça para ele dizer também no seu. 
• Experimente novas posições e novos lugares. A rotina do dia a dia, o mesmo bate canal e a mesma roupa podem, sim, ser fatores que prejudicam a relação.
• Cuide do emocional e faça terapia se for o caso. Muitas universidades e hospitais escolas oferecem ajuda terapêutica gratuita. Informe-se  no seu Estado.
• Faça exercícios regularmente (ioga, pilates, atividades aeróbicas, musculação etc.), mantenha uma dieta equilibrada e procure fugir do estresse, dando importância às questões sexuais na sua vida.  


Orgasmos, como te quero! A psicóloga e coordenadora do SOSex, do Instituto Kaplan, da cidade de São Paulo, Camila Macedo 
Reveja os seus mitos, tabus e crenças sobre sexo
A época em que se exigia ausência de desejo das mulheres e um repertório sexual somente ligado à reprodução já passou. Portanto, sacuda a poeira e dispa-se desses mitos.

2  Conheça o mapa da mina
Toque o seu corpo e, assim como se desvenda um mapa, veja como ele responde. Trata-se de um exercício fácil que pode ser feito no banho, enquanto se ensaboa, por exemplo. Descubra quais são as suas zonas erógenas: nuca; seios; costas; bumbum; coxas ou barriga. O toque é importantíssimo durante a transa, desde as preliminares até a penetração.

3  Pense no sexo fora da cama
O tesão é despertado pelo desejo, certo? Então, é essencial perceber quais as atitudes do seu companheiro que desencadeiam aquela sensação de “quero mais”. Isso funciona como o início do jogo erótico. Valorize essas atitudes e deixe claro as suas vontades. 
Um casal que conversa sobre sexo tem mais facilidade de sentir prazer e realizar os desejos dos dois. Crie um clima envolvente e libere-se.

4   Capriche nas preliminares 
O corpo precisa delas. Então, capriche!  Brinque com o seu parceiro e invista nas carícias com as mãos, a língua e o próprio corpo em cima do dele. Use todos os sentidos nessa hora e se entregue ao prazer. O corpo feminino, para entrar no estado de excitação, deve ser explorado pelas carícias e pelos estímulos auditivo, visuais... Também fique atenta às transformações do seu corpo na hora do sexo. Na prática, os genitais recebem um fluxo sanguíneo maior, os bicos dos seios enrijecem, os grandes lábios ficam entreabertos, e os pequenos aumentam de tamanho e se projetam. Enquanto isso, o clitóris – espécie de botão um pouco acima dos pequenos lábios – se torna mais suscetível ao toque. 

5   Perceba os aliados: clitóris e ponto G 
O clitóris está localizado na parte externa (vulva) na junção superior dos pequenos lábios. Toda essa região externa é extremamente sensível ao toque, inclusive às carícias com a língua do parceiro. No clitóris, há muitas terminações nervosas que auxiliam na manutenção da excitação. Algumas mulheres gostam de carícias mais leves, e outras, com maior pressão, então, mostre a sua preferência. Uma vez excitada, você poderá investir maior exploração na parte interna da vagina – principalmente, a parte da frente, a uns três centímetros da entrada da vagina. Peça ao seu parceiro para tocar nessa região de formas diferentes e, se a  excitação aumentar progressivamente, você poderá ter encontrado o ponto G. Nesse caso, explore as posições em que o pênis do parceiro encostar nessa parte. Caso essa tentativa não traga prazer, não fique encanada, pois muitas mulheres não sentem diferença nessa estimulação.  Mude de carícia para aquela que você mais curte, afinal, durante o sexo, o que vale são as sensações e a entrega. 

6  Saiba mais sobre penetração e orgasmo
Outro mito que ainda está na cabeça de muitas mulheres é o de que o orgasmo só é atingido pela penetração. A mulher tem o potencial de ter orgasmo apenas com estimulação tátil ou oral para atingir o pico de prazer. O alto nível de excitação provoca contrações rítmicas que se iniciam ao redor da entrada da vagina e se expandem por toda a região pélvica. Dessas contrações, advém uma sensação rápida, porém, intensa, de prazer, relacionada à liberação de certas substâncias químicas no cérebro – as endorfinas, que aliviam a dor e proporcionam o bem-estar. O orgasmo com penetração também pode acontecer, mas, para isso, é preciso estar bem lubrificada e excitada. A intimidade e a confiança no parceiro são imprescindíveis para alcançar essa sintonia e chegar ao orgasmo.

Fonte: R7
Página Buquê de Noiva
Por Por Márcia Santos

4 comentários :

  • Dorli says:
    18 de janeiro de 2014 13:07

    Ah amigo,
    Esse assunto conheço bem.
    Não precisa nenhuma fantasia para se chegar ao orgasmo, quando a mulher é fogosa não precisa nem de companheiro e nenhum apetrecho que a faça se realizar.
    Ou é ou não é.kkkk
    Beijinhos
    Lua Singular

  • Blogueiros do Brasil says:
    19 de janeiro de 2014 10:19

    Orgulhosamente PUBLIQUEI uma 'chamada' para este ótimo artigo no NOVO SITE agregador de LINKS dos Blogueiros do Brasil (( http://omelhordos.blogueirosdobrasil.com/ )).

    Abraços cordiais.

  • Antonio Lopes says:
    20 de janeiro de 2014 22:11

    Amigo Cidreira :
    O seu blog, como sempre,muito bom. Assuntos bem pertinentes e surpreendentes.Também acho que não existem manuais para o prazer,cada um é de um jeito,e esse mistério da descoberta é sempre um prazer. Abração

  • Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz says:
    22 de janeiro de 2014 16:37

    ... voltei das férias e amanhã posto ...

    beijão ... saudades ...

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.