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12 de julho de 2014

Uma pequena amostra da história das copas desde o seu começo.

Vindo de uma das mais gostosas festas que se tem no Nordeste brasileiro, que é o São joão, curtindo  adoidado com muitas comidas e bebidas típicas e muito forró, um início de copa do mundo em nosso país que dava a impressão que iriamos chegar ao Hexa campeonato estamos  voltamos com alma desolada após uma derrota de 7 x 1 para a Alemanha. De agora em diante deixaremos uma pequena história das copas do mundo desde o seu começo para que relembremos com satisfação os nossos cinco campeonatos que já conquistamos desde 1930.Que sejamos bem vindos a nossa rotina normal na blogosfera.

Sabemos que no período do caos humano da 2 ª guerra mundial não houve copas em 1942, 1946.


Uruguai 1930
No Uruguai, em 1930, o Brasil esteve presente para a disputa da 1ª Copa do Mundo, mas um desentendimento entre times do Estado do Rio de Janeiro e times do Estado de São Paulo, ao preparar a escolha de seus jogadores, fez com que os melhores jogadores não participassem. A seleção entrou em um triangular com Iugoslávia e Bolívia, onde somente o primeiro do grupo se classificaria. A Iugoslávia venceu o Brasil por 2 gols a 1, porém venceu a Bolívia, sendo eliminado na primeira fase.

Itália 1934

Na Copa do Mundo de 1934, o Brasil foi eliminado ainda na primeira partida, no jogo contra a Espanha, onde perdeu por 3 a 1. Assim, a Seleção Brasileira aproveitou a viagem para realizar dois jogos amistosos. O primeiro em Belgrado, onde perdeu para a Seleção da Iugoslávia pelo placar 8 a 4. O segundo em Zagreb, onde empatou sem gols com o Gradjanski, uma equipe local.

França 1938

Na França, a Seleção Brasileira obteve o 3º lugar, sua melhor colocação até então nas Copas do Mundo. Eliminou a Polônia nas oitavas Suécia  de final e a Checoslováquia nas quartas, perdendo para a Itália na semifinal. Ganhou da na disputa do 3º lugar. Leônidas da Silva conhecido como Diamante Negro, foi o artilheiro da competição com 7 gols.

Brasil 1950

Na Copa do Mundo de 1950 a Seleção Brasileira era tido como favorito ao título. Se classificou em 1º em seu grupo e, no quadrangular final, goleou a Suécia pelo placar de 7-1 e a Seleção Espanhola por 6-1. Precisava somente de um empate contra o Uruguai para obter o título, porém, o Uruguai venceu o Brasil por 2-1 de virada. A partida foi realizada no estádio Maracanã, construído especialmente para a Copa. A tragédia foi tão grande que o fato passou a ser chamado de "Maracanazo" pela imprensa hispânica.

Suíça 1954

Na Copa do Mundo de 1954, o Brasil, pela primeira vez, usou o uniforme com a camisa amarela e o calção azul. Depois da derrota no Mundial de 1950, o uniforme antigo (camisa branca e calção azul usado desde 1919) foi considerado azarado. A Seleção Brasileira estava em um período de entressafra, e a desorganização era tão grande, que os jogadores mal sabiam o regulamento da competição. O Brasil conseguiu se classificar, vencendo o México e empatando com a Iugoslávia, mas nas quartas-de-final enfrentou a poderosa Hungria de Kocsis e Puskás, sensação daquela Copa, e perdeu de 4-2, sendo eliminada. Foi nesta copa que a Hungria emplacou o aquecimento antes dos jogos e depois todos os times copiaram.

Suécia 1958

O primeiro título do Brasil. A seleção ficou em 1º lugar num grupo forte, que tinha Inglaterra, União Soviética e Áustria. Ganhou com dificuldade do País de Gales, que utilizava um esquema fortemente defensivo, nas quartas-de-final. Na semifinal, goleou por 5á2 a França. A final foi disputada no Estádio Råsunda entre Brasil e Suécia. O Brasil perde o sorteio e joga de azul, ambos os times tinham o uniforme nº 1 em amarelo. A Seleção Brasileira vence por 5á2, mesmo placar que aplicara na semifinal. Nesta partida, a seleção tinha jogadores como: Pelé, Vavá, Zito, Mazzolla, Garrincha, Didi, Gilmar,Zagallio, entre outros. Assim o Brasil, que jogou com a base do Santos Futebol Clube e Botafogo do Rio, sagrava-se pela primeira vez Campeão Mundial de Futebol. Marcando para o mundo o surgimento de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, com apenas 17 anos.

Chile 1962

A seleção faz seu bicampeonato nesta Copa. O Brasil se classificou em 1º do grupo forte. Eliminou a Inglaterra nas quarta-de-final e o Chile na semifinal. Na final, o Brasil, com a base do Santos Futebol Clube e Botafogo do Rio, venceu a Checoslováquia por 3 á 1 gols. Os jogadores Garrincha, Nilton Santos, Zagallo e Vavá foram grandes destaques, tendo o Pelé se contundido e foi substituído por Amarildo, que deu conta do recado.

Inglaterra 1966

Na busca pelo tricampeonato, o Brasil apresentou um time desorganizado e extremamente confuso, chegando a convocar mais de 40 jogadores. A Seleção acabou eliminada ainda na primeira fase, após perder para Portugal por 3-1 gols. Partida marcada pelas jogadas violentas contra Pelé, que acabou se machucando. E também foi quando fizeram seu primeiro mascote.

México 1970.

Brasil e Itália duelaram no estádio de Azteca, México, disputando o título de Primeira Seleção Tricampeã Mundial. Brasil venceu a competição por 4 x 1 gols, conquistando a Taça Jules Rimet em definitivo. A Seleção Brasileira da época, que, para evitar a repetição do fiasco de 1966, realizou grande preparo físico e organização antes da Copa, foi considerada uma das melhores da História. O técnico era o Zagalo, mas quem organizava tudo eram os jogadores Pelé, Gerson, Carlos Alberto e Rivelino. Pelé, que estava disputando sua quarta e última copa, queria ser tricampeão e conseguiu. A Seleção Brasileira contou novamente com jogadores do Santos e Botafogo, mas agora com reforço de jogadores do Cruzeiro de Minas Gerais.

Alemanha Ocidental 1974

Zagallo e sua equipe, agora sem o Pelé, tentaram o tetracampeonato com um time muito discutido pela imprensa brasileira. Mas a Seleção não resistiu à inovação colocada em campo pela Laranja Mecânica da Holanda, e acabou em quarto lugar após perder para a Polônia.

Argentina 1978

A Copa da Argentina é certamente a mais suspeita das copas. O Brasil conquistou o terceiro lugar, invicto, mais empatando do que vencendo. O árbitro anulou um gol do Brasil contra a Suécia, após a cobrança de escanteio onde o Zico fez 2 x 1, mas o árbitro apitou com a bola no ar, não dando nada de acréscimo. E só não chegou à final por causa da suspeitosíssima goleada de 6 a 0 da Argentina contra o Peru, já que a Argentina sabia de quanto precisava ganhar. Depois da vitória argentina, torcedores brasileiros foram humilhados e agredidos por torcedores locais: numa agência da Varig, sob ameaça de agressão. Nesta Copa, o técnico Cláudio Coutinho criou uma das jóias do anedotário futebolístico ao afirmar que o Brasil foi o campeão moral da competição. A partir daí, todos os jogos decisivos, passaram a ser jogados no mesmo horário e foi instituído a placa dos minutos de acréscimo, tendo o árbitro esperar a conclusão da jogada, para encerrar a partida..

Espanha 1982

A Seleção Brasileira era considerada a melhor equipe do mundo, recheada de craques como Zico, Sócrates e Falcão, comandados por Telê Santana. A Seleção jogava pelo empate e o jogo estava empatado por 2 x 2 até quase no final do segundo tempo, quando o jogador Toninho Cereso faz uma jogada de recuo e o goleiro do Brasil pegou a bola antes de passar pela linha de fundo, mas o bandeira sinaliza escanteio. Após a cobrança de escanteio acontece o terceiro gol da Itália, o terceiro marcado por Paolo Rossi e decreta a tragédia do Sarriá.

México 1986

Problemas variados atrapalharam o Brasil na Copa de 1986. Várias lesões atrapalharam a formação de um time tão forte quanto o de 1982: Cereso foi cortado, Zico e Falcão não tinham condições de serem titulares. Renato Gaúcho foi cortado por indisciplina e Leandro o acompanhou, em solidariedade. No desembarque no México, Zico fazia tratamento intensivo para poder se recuperar a tempo de jogar; Júnior e Sócrates não estavam em suas melhores condições físicas. No início da Copa do México, a esperança era de repetir a campanha de 1970. Zico e companhia ganharam sofrendo os 2 primeiros jogos; o primeiro contra uma surpreendente (para a época) Espanha, e com a ajuda do juiz que não viu que o arqueiro brasileiro Carlos retirou uma bola de dentro do gol. O segundo contra a Argélia que diferente da copa anterior, não surpreendeu ninguém, o jogo poderia e deveria ter sido fácil, mas não foi. Jogaram melhor nos outros dois, contra a Irlanda e depois contra a Polonia, o Brasil mostrou sua superioridade no futebol mundial. Mas acabaram eliminados nas quartas-de-final pela França de Platini nos pênaltis. Apesar dos pesares, no final das contas teve uma efetividade melhor que a poderosa seleção de 1982, mesmo apresentando um futebol inferior, mas não foi suficiente para passar pela França. Telê Santana ganhava de vez a fama de pé frio.

Itália 1990

O Brasil havia ganho a Copa América de 1989, após 40 anos sem o título, e havia animação quanto ao possível desempenho do Brasil na Copa. Mas, treinada por Sebastião Lazaroni, a Seleção Brasileira não foi bem. Utilizando pela primeira vez o esquema 3-5-2, o time foi considerado muito defensivo e com um futebol ultrapassado. A Seleção obteve magras vitórias na primeira fase. O confronto entre Brasil e Argentina pelas oitavas de final foi um dos piores jogos da historia da copa. A lesão de Romário e a falta de união do grupo de jogadores foi apontada como a principal causa para a eliminação. Com o ambiente interno dividido por intrigas entre jogadores e comissão técnica. O futebol sofreu um grande abalo emocional após esta copa. Tendo reflexo inclusive nos espaços na mídia.

Estados Unidos 1994

Após um jejum de 24 anos sem conquista, a equipe brasileira foi para a Copa do Mundo dos Estados Unidos em 1994 desacreditada. Seu técnico, Carlos Alberto Parreira, com fama de turrão, convocou Romário, que era unanimidade nacional, apenas nas últimas partidas das eliminatórias na partida , onde Romário marcou varias vezes. A dupla Romário e Bebeto fez grandes apresentações e levaram o Brasil à final. Numa partida sem gols, Brasil e Itália fizeram a primeira final de Copa do Mundo definida por pênaltis. O tetracampeonato veio após Roberto Baggio mandar a bola aos ares e finalizar 3 a 2 . O campeonato serviu como uma redenção a quem ja desacreditava no futebol como esporte nacional.

França 1998

A esperança do penta estava toda depositada na dupla que havia feito sucesso nos anos anteriores, Ronaldo e Romário. Mas pouco antes da Copa, o Baixinho foi cortado. A Seleção apresentou-se como um bom time, mas havia dúvidas se era forte o suficiente para conquistar o título, pois apresentava deficiências que poderiam ser fatais em algum momento. Após uma difícil semifinal contra a talentosa Holanda, jogo que era considerado por alguns "a final antecipada", parecia que a Seleção conquistaria o penta. Mas a final contra a França foi, talvez, a mais estranha de todas as finais de Copa já realizadas. Ronaldo, o "Fenômeno", então considerado o melhor jogador do mundo, teve problemas que, até hoje, são motivos de controvérsia durante a final contra os donos da casa: citaram-se a possibilidade de convulsões, cansaço ou até mesmo uma má atuação proposital. O Brasil foi goleado pela França de Zidane por 3 a 0 em péssima atuação de todo o time, o que gera até hoje comentários de que a Copa foi "vendida". Cada jogador brasileiro receberia o prêmio de U$ 250.000,00 para ser campeão ao passo que cada jogador francês ganharia U$ 1.000.000,00 para ser campeão. Uma diferença considerável e como jogavam todos juntos, houve mesmo esta suspeita, que segue mal explicada.

Coreia do Sul/Japão 2002

A seleção brasileira, na preparação para a Copa, não vinha apresentando bons resultados e a mudança constante de técnicos preocupava. O Brasil havia sido eliminado da Copa das Confederações e da Copa América, perdendo para a fraca seleção de Honduras. As eliminatórias foram sofridas, com o Brasil classificando em 3º lugar. Mas aí chegou o técnico Luís Felipe Scolari, famoso pelo seu pulso firme e seriedade. Ele comandou a seleção na Copa do Mundo de 2002 e não cedeu à pressão popular optando por não convocar Romário. Com um futebol pragmático, buscando o resultado, mas sem negar o talento brasileiro, a Seleção de Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho obteve uma campanha numericamente perfeita: sete vitórias em sete jogos. Ronaldo marca dois gols na final, contra a Alemanha, e espanta o fantasma de quatro anos antes. Brasil pentacampeão mundial de futebol.

Alemanha 2006

A Seleção Brasileira entrou como natural favorita, devido à campanha da última Copa. Seu ataque era chamado deQuadrado Mágico (Ronaldo, Ronaldinho, Kaká e Adriano). Porém, a seleção não inspirava confiança à todos: havia poucos treinos, farra na concentração e declarações arrogantes. Notava-se, portanto, uma situação inversa à de 2002, onde a seriedade era total. Nos primeiros jogos, o Brasil demonstrava apatia e lentidão em campo, e classificou-se devido à pouca força dos adversários. Os comandados de Carlos Alberto Parreira acabaram caindo novamente diante dos carrascos franceses, liderados por Zidane e Henry. A derrota por um a zero foi decretada com o gol de Thierry Henry.

África do Sul 2010

A Seleção Brasileira, comandada pelo capitão do tetracampeonato de 1994, Dunga, venceu tudo que disputou antes da Copa do Mundo de 2010: a Copa das Confederações, a Copa América, e ficou em 1º das Eliminatórias. O Brasil chegava como favorito. O desempenho do técnico era excelente. Na Copa, ficou em 1º  lugar de seu grupo, vencendo duas partidas e empatando uma, contra Portugal. Derrotou o Chile nas Oitavas-de-Final, e nas Quartas-de-Final, contra a Holanda, saiu vencendo por 1 x 0 no primeiro tempo, porém, a seleção voltou irreconhecível no segundo, não jogando o belo futebol apresentado no começo. Em duas jogadas aéreas do jogador Sneijder, o Brasil cedeu e sofreu a virada por 2 a 1, decretando o fim da segunda Era Dunga e também a eliminação brasileira na Copa. Vários motivos para a eliminação foram apontados pela torcida dentre eles a bola chamada Jabulani, que era muito leve e foi criticada antes do início da copa, pelo goleiro Julio Cesar, que disse parecer bola de voley. Nesta copa a Fifa não proibiu o o som das vuvuzelas (cornetas de plásticos), que ecoaram por todos os jogos.

Fonte Wikipédia
Imagem Google, meramente ilustrativa

3 comentários :

  • Beth Muniz says:
    14 de julho de 2014 08:55

    Oi Lu,
    Bom dia!
    Pequena e importante história.
    Adoro futebol. Portanto, gosto de saber de tudo.
    Valeu!
    Um abraço.
    Bom retorno.

  • Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz says:
    14 de julho de 2014 15:17

    Pois é Lu ... acho q sou um dos poucos basileiros q não suportam o tal futebol ... rs

  • Donetzka Cercck L. Alvarez says:
    15 de julho de 2014 01:19

    Adorei saber,Lu.

    E a desse ano,heim? Que frustração.

    Feliz por rever você no meu blog,querido amigo.Saudades.

    Feliz aniversário e que Deus o abençoe sempre!
    Obrigada pela visita!

    Beijos e uma semana de alegrias

    Donetzka

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.