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8 de maio de 2016

As Mães homenagem e história sobre o dia



Às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;
Às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;
Às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;
Às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...;
Às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;
Também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...
A todas as Mães, a todas sem excepção, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça!

História do Dia da Mães

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas.
Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães.
Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade.
Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais ativo sobre as nossas mães.
Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.
Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.
A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.
Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fonte: www.arteducacao.pro.br

10 comentários :

  • Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz says:
    11 de maio de 2013 10:54

    Mãe é Mãe né? muita saudade da minha ... #fato

  • Reflexos Espelhando Espalhando Amig says:
    11 de maio de 2013 12:15

    Lu e Simone, como aprendo através dos posts de vocês!
    Sou infinitamente grata.
    Desejo um belo dia festivo em família.
    Aproveitem os filhos que ainda não
    voaram pra viver suas vidas e juntos
    consegue estar nesses momentos.
    Beijos em especial a Simone, viu?
    Ser mãe é uma dádiva, seja mãe biolócica ou mãe adotiva ou mulher que pra criar e cuidar de outros seres se dispõe. Pois cuidar é um dom.
    Lindo sabado e feliz domingo, adoro voces!
    Catiaho Alc./Reflexo d'Alma

  • Donetzka Cercck Lavrak Alvarez says:
    11 de maio de 2013 12:39

    Excelente,Lu!

    Mãe é o que de melhor Deus criou e nos deu de presente!

    Saudades da minha.

    Feliz Dia das Mães para as mulheres de sua família.

    Beijos

    Donetzka

  • Wanderley Elian Lima says:
    11 de maio de 2013 15:51

    Oi Lu
    Felizmente ainda tenho a minha e vamos poder comemorarmos juntos. Bela homenagem.
    Abração

  • Anne Lieri says:
    11 de maio de 2013 16:59

    Puxa,no Brasil a comemoração é bem recente!Gostei de saber mais sobre a história desse dia.A poesia inicial é linda demais!Desejo um domingo das mães bem feliz a vc e sua familia!bjs,

  • José María Souza Costa says:
    11 de maio de 2013 21:24

    Olá.
    Que todos tenhamos um dia das Mães, agradável.
    que a benção do Criador, reluz, sobre cada um de nós.
    Abraços.

  • Nanda B. says:
    11 de maio de 2013 22:03

    Pena que a data se tornou tão lucrativa, assim como o Natal... Anna lutou por um dia em que todos se lembrassem das mães (vivas e mortas), para que nesse dia se estreitassem os laços familiares, mas por sua popularidade logo virou uma data comercial.

  • Olinda Melo says:
    12 de maio de 2013 04:48


    Bom dia, Lu Cidreira

    Excelente artigo sobre as origens do Dia da Mãe como se diz por cá.

    Vejo que aí no Brasil o dia é comemorado no 2º domingo de Maio. O nosso é no primeiro.

    Desejo a todas as Mães um dia maravilhoso.

    Abraço

    Olinda

  • Evanir says:
    12 de maio de 2013 17:02

    Às vezes, você se aborrece
    Porque ainda sou criancinha
    E sempre deixo marcas de dedos
    Nos móveis da casa inteirinha.
    Mas estou crescendo dia a dia
    E logo adulto vou ser
    E essas marcas de dedos
    Vão todas desaparecer.
    Agora deixo uma marca bem especial
    Pra você nunca esquecer
    Como eram meus dedinhos
    Antes de eu crescer.
    Agora somos adultos a saudade
    que sentimos já é nossa dos nossos
    pequeninos já adultos também.
    Feliz Dia Das Mães com muito carinho.
    Ser mãe de verdade é ser amiga
    dos filhos é ser seu porto seguro.
    Cabe a nós mães ser exemplo
    ser espelho onde nossos filhos possa
    contemplar e refletir passado e futuro
    com muito amor e fé acima de tudo.
    Mãe :fale do amor de Deus para seus filhos
    só assim eles terão orgulho de chamar te de (Mãe)
    Feliz Dia das mães carinhosamente, Evanir.
    Tem mimo na postagem fique a vontade para levar de lembrança.
    Obrigada por ser meu Amigo.

  • Dorli says:
    15 de maio de 2013 19:07

    Oi amigo
    Nobre mulher!
    Antigamente tudo era mais difícil conseguir, eu mesma já arrebentei com vários tabus nos serviços públicos, os quais trabalhei.
    O problema é que mulher tem que saber dos seus direitos
    Eu sou mãe de coração e muito feliz.Ganhei 5 livros do Paulo Coelho e nem comecei a ler ainda...
    Obrigada
    Beijos
    Lua Singular

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.