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13 de junho de 2016

Asma

O que é ?

asma (ou bronquite alérgica ou ainda, bronquite asmática) é uma doença das vias respiratórias, muito comum, que pode atingir crianças e adultos.
Os sintomas surgem por causa da inflamação e do estreitamento dos brônquios - canais que levam o ar até os pulmões.
Os sintomas mais freqüentes são: tosse, falta de ar, cansaço, sensação de ‘aperto’ e ‘chiados’ no peito mas, podem variar de pessoa para pessoa.

Causas mais comuns

A asma pode ser causada por vários fatores. A alergia é uma causa freqüente, como por exemplo à poeira e ácaros, pêlos de animais, restos de insetos, mofos e pólens. A poeira é o alérgeno mais nocivo ao aparelho respiratório. Os ácaros são seres microscópicos que habitam o pó doméstico e se alimentam da descamação da pele humana e dos animais. A pessoa pode ser alérgica ao ácaro vivo, morto ou às suas fezes.
Os ácaros são responsáveis por 90% de todas as manifestações de alergia respiratória no Brasil. A alergia respiratória acontece devido a um fator genético, ou seja, é hereditária, não sendo obrigatório que se manifeste sempre, podendo aparecer em gerações diferentes e em qualquer idade.

Outras causas

Infecções das fias aéreas (gripes e resfriados), fatores ligados ao trabalho da pessoa, etc... A fumaça de cigarro, irritantes das vias aéreas (cheiros fortes, fumaças, poluição atmosférica), mudanças de clima e temperatura, exercícios físicos, fatores emocionais, entre outros, podem funcionar como fatores capazes de desencadear uma crise no paciente que não está bem controlado. Esses fatores irritantes atuam como instrumentos de pressão, que estimulam a crise, da mesma forma que podem provocar reações inflamatórias.
As causas variam para cada pessoa e para cada crise. É importante procurar conhecê-las e, se possível, afastá-las para controlar a asma.

Como reconhecer

A asma pode ser leve, com sintomas discretos como tosse seca e persistente que surge de vez em quando. Em algumas pessoas estes sintomas podem ser mais intensos, com surgimento de chiados e cansaço (sidpnéia), atrapalhando as atividades normais diárias. Em alguns casos, os sintomas são mais graves, sendo necessário o tratamento em hospital.
O diagnóstico correto da asma pode ser feito apenas por um médico. Só ele é capaz de realizar um exame cuidadoso e, se for o caso, solicitar exames complementares como a prova funcional respiratória - que mede o ar que entra e sai dos pulmões - , entre outros procedimentos. Em alguns casos, os testes alérgicos irão auxiliar no diagnóstico.

Crise de asma

É muito importante saber que os sintomas da asma podem variar de uma pessoa para outra e em diferentes situações. Portanto, é necessário ficar alerta para identificar, o mais rápido possível, os primeiros sinais de uma crise e tratá-la prontamente com medicamentos adequados e sempre sob orientação médica.
Há algumas situações comuns que ocorrem em uma crise de asma:
Impressão de peso no peito 
Tosse seca, persistente, podendo levar até ao vômito 
Coceira na garganta e espirros antes de começar uma crise.
Na crise, os músculos que envolvem os brônquios ficam contraídos, as paredes internas incham, há uma maior produção de ‘catarro’ e ocorre uma inflamação das vias pulmonares.
A inflamação é a maior responsável pela manutenção da crise e perpetuação da doença. Uma crise pode ocorrer de modo súbito, mas, em geral, começa fraca e aumenta gradativamente. Se a crise é forte, a respiração se torna difícil, surgindo o cansaço, a tosse e os chiados no peito.
É muito importante conhecer quais são os sinais mais precoces e tratar logo para evitar que a crise piore.

Crise leve

É possível sentir quando uma crise está bem no início. Os sintomas iniciais, geralmente, começam com a sensação de aperto no peito, leve cansaço, tosse ou pigarro insistentes, coceira na garganta, corrimento no nariz e irritação dos olhos. Em algumas pessoas apenas a tosse se manifesta.

Crise moderada

Na crise moderada, os sintomas da crise leve persistem e tendem a serem agravados. O desconforto respiratório torna-se perceptível, sugerindo fadiga e cansaço fácil, e ainda, dispnéia (falta de ar) e chiado. A respiração tende a ficar mais rápida que o usual e já existe prejuízo sensível de sono e das atividades diárias.

Crise grave

É o agravamento dos sintomas manifestados nos dois casos anteriores. O desconforto respiratório torna-se intenso, a respiração é difícil, entrecortada e ofegante.
Surgem suores, temperatura baixa, cansaço intenso, falta de ar, dificuldade para falar, caminhar ou alimentar-se. A tosse passa a ser muito incômoda e é possível verificar respiração ofegante com movimento das narinas, uso da musculatura do pescoço e do peito para respirar, lábios e unhas roxas ou azuladas. Estes são sinais de alarme que indicam a hora de procurar um pronto socorro.

Como evitar as crises

A chave do controle da asma é a educação do paciente e seus familiares para que possam reconhecer a doença, tornando-se, assim, parceiros efetivos do médico durante o tratamento. É muito importante procurar conhecer as causas e afastá-las sempre que possível, conhecer os medicamentos e saber como utilizá-los, reconhecer os sinais precoces de uma crise e, o mais importante, seguir à risca o tratamento prescrito pelo médico.

O tratamento da asma

Antes de mais nada é preciso entender o que o tratamento da asma deve ser feito em longo prazo e não apenas durante as crises. Além do controle do ambiente, os medicamentos são importantes para o controle da asma. Existem medicamentos de alívio, isto é, usados na crise para melhorar os sintomas e antiinflamatórios ou preventivos, usados para prevenir as crises.
Os medicamentos de alívio, ou bronquiodilatadores, agem relaxando a musculatura dos brônquios, provocando a bronquiodilatação. Já os medicamentos preventivos combatem a inflamação das vias respiratórias e previnem o aparecimento dos sintomas.
Procure sempre esclarecer com o médico as dúvidas sobre o tratamento e, sempre que houver dúvidas pergunte sobre os medicamentos, como tomar, efeitos colaterais. O sucesso do tratamento depende muito de seguir corretamente as orientações médicas.
Em alguns casos o uso de vacinas pode estar indicado nos casos de alergia, como no caso da poeira domiciliar e dos ácaros. Além disso, a fisioterapia e os exercícios respiratórios estão indicados como tratamentos auxiliares.
Fonte: www.novartis.com.br

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