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19 de setembro de 2016

Campanha de multivacinação começa em mais de 3 mil postos na Bahia


Em Salvador, são 120 unidades de saúde que oferecem todas as vacinas.
Coordenador destaca a importância de levar a caderneta de vacinação.


Começa nesta segunda-feira (19) a Campanha Nacional de Multivariação. Em Salvador, são 120 postos que oferecem os 14 tipos de vacinas para as crianças e cinco para os adolescentes. Em toda a Bahia, são 3.345 postos de saúde que fazem parte da campanha.
Além da vacinação contra poliomielite, que ocorre todos os anos, a campanha incluirá, pela primeira vez, todas as vacinas disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos e para crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos incompletos, incluindo a imunização contra HPV para meninas.
De acordo com o coordenador do Programa Estadual de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, Ramon Saavedra, é necessário levar a caderneta de vacinação ao comparecer a um dos postos. Lá, os profissionais de saúde irão avaliar se há alguma vacina que ainda não foi administrada, ou se há doses em atraso, para complementar o esquema. Por isso, conforme Saavedra, é importante levar a Caderneta de Vacinação.
"Iniciamos hoje mais uma campanha de multivacinação e esse nome é dado por conta das vacinas que são ofertadas. Nessa campanha, o mote é analisar cuidadosamente a caderneta de vacinação da criança e do adolescente. Isso é feito por um profissional de saúde e, a partir da necessidade de atualização daquela caderneta, ou seja, estando alguma dose atrasada, alguma vacina que não foi tomada, ela vai ser aplicada naquele momento. Isso vale para todas as vacinas que são ofertadas na rotina dos postos de saúde", afirma Saavedra.
Dia 'D'
O dia de mobilização nacional está marcado para o 24 de setembro, um sábado. Entre as vacinas disponíveis estão Hepatite A, VIP, Meningocócica C, rotavírus, HPV, Pneumo 10, febre amarela, varicela, pentavalente, tetraviral, dupla adulto, DTP, tríplice viral, VOP (poliomielite).
O objetivo principal da campanha é estimular que os pais levem os filhos para por em dia a carteira de vacinação. Como nos anos anteriores, as vacinas serão administradas de forma seletiva para possibilitar a atualização da Caderneta de Vacinação.
A vacinação contra pólio ocorre normalmente no mês de agosto, mas este ano, foi adiada, segundo o Ministério da Saúde, devido à Olimpíada no Rio, que poderia diminuir a adesão. Contra pólio, devem ser vacinadas crianças entre 6 meses e 5 anos de idade que ainda não tenham completado o esquema vacinal, que consiste em três doses da vacina injetável e mais duas doses de reforço em versão oral, a gotinha.
Vacinar adolescentes é desafio
Segundo a médica Mônica Levi, presidente da Comissão Técnica para revisão dos calendários vacinais e consensos da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a cobertura vacinal de crianças mais velhas e adolescentes ainda é um desafio a ser superado. “Temos um programa nacional de vacinação de muito sucesso, mas algumas vacinas do adolescente acabam esquecidas”, diz.
Um dos casos de baixa adesão é a vacina contra HPV para meninas, que tem o objetivo de prevenir câncer de colo de útero. Mônica lembra que a vacinação contra HPV teve sucesso na aplicação da primeira dose, mas informações divulgadas erroneamente sobre supostos efeitos colaterais da vacina, que posteriormente foram descartados, prejudicaram a campanha.
Quando entrou no programa nacional de imunizações, a vacina contra HPV chegou a ter 92,3% de adesão, entre 2014 e 2015. Porém, até março deste ano, apenas 69,5% das meninas de 9 a 11 anos tinham tomado a primeira dose da vacina. Quanto à segunda dose, a adesão foi ainda pior: só 43,73% do público-alvo foi atingido.
Confira mudanças na vacinação ocorridas este ano:
HPV
Como era: 2 doses para meninas de 9 a 13 anos com intervalo de 6 meses; 3ª dose 5 anos depois.Como fica: 2 doses com intervalo de 6 meses para meninas de 9 a 13 anos.
Poliomielite
Como era: injeção aos 2 e 4 meses e gotinha aos 6 meses. 2 doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos (ambas de gotinha).
Como fica: muda somente que a 3ª dose passa ser a injetável.
Pneumonia
Como era: 3 doses  (2, 4 e 6 meses de idade) e reforço entre 12 e 15 meses.
Como fica: 2 doses - aos 2 e 4 meses e um reforço aos 12 meses.
Meningite
Como era: 2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 15 meses.
Como fica:2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 12 meses.

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