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2 de setembro de 2016

PARA LER E REFLETIR.


O que está por trás desta maquiagem social, do palco das ilusões?
Os que sabem não tem a consciência de que não sabem e os que realmente sabem, se calam perante o mar da inconsciência, transformando nossa sociedade no caos! Ai começa a luta exacerbada no palco dos dessabores, onde a ideologia e a democracia tão sonhada são rompidas, esmagada pela disputa pelo poder de eleger os mesmos, que veem há anos e anos afundando o tão sonhado crescimento do país... O leal idealismo visando representação do povo, em legislar para o povo é a falseta, incrustada no mau caratismo dos governantes. A capital do nosso país não deveria mais se chamar Brasília, pois, se tornou a capital dos jogos, onde a jogatina, a troca de favores, as trocas de figurinhas, de quem fica com quê, em qual partido, visando só uma aspiração, subtrair de todos os lados e poder se dar bem, ficar mais poderoso e rico! Portanto, Brasília deveria se chamar “Cassino”, e ai montado o palco da cafajestagem, dos manipuladores, onde se começa as olimpíadas das eleições. Eles acham que a população do país é microcéfala, subestimando a nossa capacidade evolutiva de pensar, de perceber que não estamos cegos, surdos ou mudos! Estamos assistindo neste palco a apresentação artística de cada um, mostrando a realidade nua e crua nos nossos bolsos, no desconforto, no dia-a-dia, ano a ano, vivenciando o sofrimento da falta de educação, de segurança, de crescimento, de saúde, de trabalho, numa verdadeira demonstração de incompetência, afundando o país na lama das corrupções, das fraudes, das mentiras, das roubalheiras e etc... E para conter toda esta tsunami de incompetência, pagamos nós. Com a nossa parcimônia! No sôfrego presidio do descontentamento, pois não exercemos o direito a nada que nos foi prometido e sentimos o peso da desaceleração do crescimento em todos os setores e sentidos, promovendo o caos no nosso belo Brasil.
- Empresas de pequeno e médio porte são fechadas, falidas, devido às inconsistências econômicas e politicas, impactando o crescimento, promovendo o mais alto índice de desemprego no país. Trazendo consigo o empobrecimento das classes, principalmente dos mais desfavorecidos, causando um efeito dominó. Provocando revolta e estimulando a violência. Pois, acompanho as dificuldades enfrentadas dos mais desfavorecidos, que contam os centavos para somar alguns míseros reais e poder comprar pelo menos, o pão de cada dia! Em contra partida, as riquezas ficam represadas nas mãos dos mesmos, os que ditam a falência do povo e não se envergonham de mostrar suas grifes, o confortável mundo de sonhos e ilusões, mostrando o jardim florido da fartura, sufocando e oprimindo os fracos, que vivem para servi-los, pois não têm outra opção! E como numa enchente de maré alta, nadam na flutuante razão de cada vez mais ter e ter, roubar e roubar, mentir e mentir, esvaziando como uma seca devasta, nossos cofres públicos...
- O povo fragilizado e adoecido busca desacreditado, nas homéricas filas, nos amontoados desagradáveis, como bois encurralados e enfileirados para morte, como nos antigos abatedouros, na busca de atendimento no “SUS” (Sistema Único de Saúde) o acoroçoamento do tratamento de suas doenças, e, deparam–se no céu do descontentamento do alento para seu tratamento, de estruturas comprometidas, na falta de atendimento, de médicos, na burocracia de regulação, de remédios, de vaga, e até de alimentos nos refeitórios dos hospitais e os internados sofrem além das suas doenças que os enfraquecem, pois, o pagamento do funcionalismo é atrasado e eles se recusam acertadamente em trabalhar sem receber, o tão suado salário. A falida instituição, que se coliga e acosta-se ao “INSS” (Instituto Nacional de Seguro Social), a qual asseguraria aos precisados nos sofridos dias de sua patologia, repulsa, retarda e nega, seu tão valoroso direito. O instituto é alvo do ninho das fraudes e furtos dos inescrupulosos, de asas abertas para as constantes reformas, que quer, por que quer, eliminar, assassinar, exterminar os precisados e fuzilar a Instituição que capenga, se arrasta, mostrando os seus dirigentes a população que há uma direção, trabalhar sem distinção ou divisão até os 70 (setenta) anos e mostrar a razão de aumentar a arrecadação e subtrair dos segurados e pobres trabalhadores, sem contundência ou direção...
A justiça por sua vez demonstra sua inviabilidade, sua falida reputação, onde se arrasta em suas diversas fases e se depara com a fragilidade e falhas de suas ultrapassadas leis. Que urgentemente precisam de reformas. A morosidade para impor, ainda que decadente, esbugalha olhos ressaltando a ansiedade da justa sociedade, mostrando sua longínqua morosidade dos tempos de Moisés, para se fazer cumprir a lei. E então, com quem contar? Só podemos contar com a força e infalível lei divina! Onde pau é pau e pedra é pedra, olho por olho, dente por dente.
Acuados de tantas incertezas, o povo brasileiro ainda tem que driblar os juros altos e sua infalível inflação, que rebate como eco estridente resvalando na cabeça à preocupação da busca do sustento, do alimento que renova e refaz a luta nos tropeços para sobrevivência.
As indústrias, os agros negócios do país, farejam feitos cães ao chão uma solução, que abra as portas dos investimentos e não seu fechamento. E, não vou entrar no mérito de comentários sobre a nossa Petrobras, pois ai será um comentário exclusivo!...
A educação se esbarra nas incertezas, com a falta de estrutura, de reconhecimento, de investimento de expansão. Os professores lutam por suas causas meticulosamente, sucessíveis ao desconforto de seus baixos salários e imposições diárias.
O direito de ir e vir são utopia, pois navegamos no mar da impunidade, da insegurança! A segurança é a sombra apagada da amostra da atual realidade, onde todos vivemos em presídios domésticos em sua própria casa. Não podemos andar de carro, táxi, ônibus, metrô, a pé ou de bicicleta, pois temos que ficar de faro fino, com um olho no padre, outro na missa, pois a exacerbada violência nos consome, rouba e mata sem punição, repetidas vezes. Não há em quem confiar se em bandidos disfarçados de civis, ou em bandidos disfarçados de policiais, é uma zona total! Enquanto os decentes e amedrontados civis reclusam-se em seus cárceres domésticos, a bandidagem saboreia sem medo a liberdade, tirando vidas e com a certeza da inexistente justiça para eles, onde aqui se faz, aqui se solta!
Diante de tantas demonstrações da incapacidade de nossos governantes, fico remoendo, massificando a mente, procurando onde está a beleza da vida, onde está a contestação do crescimento, da evolução do país! Ficou estagnando, durante muito tempo e continua parado. Quase todos os estados do país estão se embriagando em um buraco sem fim, por motivos das incapacidades de seus governantes, os municípios da mesma forma, mostrando ao povo brasileiro a sua ilustrada maquiagem da incapacidade de seus dirigentes. Ainda tem gente que se dar ao trabalho de se confrontar com a família, com os amigos e anônimos, pessoalmente ou pelos meios de comunicação e brigar uns com os outros, por causa destes podres políticos, ao invés de lutar contra eles, mantendo-se em um só pensamento ideológico para o bem comum, usando as armas em que se dispõem, e mostrar que esta nossa pátria é nossa e eles (políticos), são os nossos meros representantes.
Hora de colocar a mão na consciência, a razão e pensar se vale a pena um ou outro, subir ao paco e novamente representar, maquiar e declamar a ilusão!

Texto de: Rita Cidreira.

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Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.