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Sou Guerreira, romântica, poeta, escritora, paciente, prudente, perseverante, amante da natureza...

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18 de outubro de 2016

Vamos descontrair com regime

Tenho dois grandes problemas em relação a meu peso:
1 - Dificuldade de emagrecer e 2 - Facilidade de engordar.

Em algum lugar do meu DNA implantaram um gene de urso polar e meu organismo sempre tem a sensação de que eu vou hibernar durante seis meses e, assim, resolve guardar tudo o que como, pra sobreviver ao inverno. 

O problema é que a vida do urso polar é só inverno.
Sem contar que eu devo ter um sério distúrbio oftalmológico, ligado ao acúmulo de gordura, porque basta eu olhar para uma lasanha que minha bunda aumenta. 


Claro, ao longo da vida já engordei, emagreci, engordei, emagreci, como qualquer sanfona histérica. Nada de tão grave que me impedisse de virar a roleta no metrô com uma pequena ajuda ou que me fizesse entalar na roda-gigante. 

O caso é que nesse engorda-emagrece engorda-emagrece, eu parei por último no engorda.
O problema é que passar a vida inteira preocupada com o peso é um porre. 
E a pior parte é ouvir as mesmas soluções e receitas de dieta que você não vai fazer, como: "Comer muita fruta, muita verdura, cortar massas e suspender o açúcar".

Ah, então tá. Vamos cortar as massas.
Pega a tesoura, por favor, que eu vou picotar o espaguete e já volto.
O açúcar eu vou guardar em cima do armário prá ficar suspenso.

As frutas eu vou comer, todas, como um bom abacatesão e uma jaca gay.

Vamos deixar de ser hipócritas, o mundo ocidental, capitalista, foi projetado para produzir gente gorda. Você vai na lanchonete e tudo é gorduroso, calórico e cheio de açúcar. Pra disfarçar eles vendem uma daquelas saladinhas transgênicas cuja embalagem é mais saudável que o conteúdo. 
Em qualquer lugar do planeta, na padaria, no posto de gasolina, na banca de revistas, você pode comer salgadinhos, bala, chocolate, tudo que engorda. Ninguém nunca viu um pacote de cenoura picada, pepino em rodelinha, talos de salsão na boca de caixa da padaria. 

Porém, não é só a ingestão da comida que é programada para deixar você obeso e infeliz:
Todo o marketing da indústria do emagrecimento foi construído para mentir e levar seu dinheirinho. 


As modelos que vendem aparelhos de ginástica, fazem lipo, botam silicone e depois vão dizer que foi aquela cadeirinha super-duper-lipo-sculpt, em quatro parcelinhas de xis e noventa e nove, que fez com que ela ficasse com aquele corpinho. 

O apresentador toma remédio pra emagrecer, faz uma plástica e depois vende diet-sucos pra enganar você. Quem nasceu magro, seja magro de ruim ou magro de fome, está na vantagem.
Vai economizar muito dinheiro, tempo e sanidade mental. 


Quem tem tendência a sair rolando, sabe como é o momento de enfrentar a balança do banheiro. Primeiro você tira a roupa, o sapato, a meia, e sobe na balança (eu tiro tb a piranha do cabelo e os óculos de grau, mas daí, na hora de ver o peso sem os óculos, sempre acho que estou vendo errado. Não acredito naqueles quilos todos. 

Aí você faz xixi, escova os dentes, corta as unhas, pra se livrar de mais alguns gramas e sobe na balança de novo... Nada! O ponteiro já está rindo da sua cara e não sai do lugar.
Você resolve botar mais coisas pra fora.
Chora, corta o cabelo, tira a sobrancelha, depila as pernas, arranca uma obturação. Nada!

Dá vontade de pular da janela, mas morrer gordo e pelado é o pior vexame (HHHHHHAAAA!).
Melhor ficar vivo com uma roupinha larga.


Você volta, se veste e sai do banheiro se sentindo uma pizza de ontem grudada na tampa, um lixo, um nada. Mas, dizem que enquanto há vida há ex-pelancas e para tudo há uma solução. 
É só você fazer reeducação alimentar. Ah, bom!
Era isso... Falta de educação.


Agora sim, vou dividir minhas horas do dia, fragmentar as refeições, ingerir mais proteínas do que carboidratos, trocar o açúcar por adoçante e tudo vai dar certo. Sim, porque no fim, você vai ao spa, faz uma lipo, bota uma prótese. 

Se não der certo, você grampeia o estômago, costura a boca e amplia o reto!
Você vai ver que fácil vai ser, você vai ficar magro, direto!


"O que eu faria com uns 'quilinhos' a menos'?
Sairia correndo pra dar um soco na cara do imbecil que criou esse comercial!
Aproveitando o nome do remédio já faço a rima: vá K-gá (hahahahahahahaha) no matagal!!! 

Agora, com licença que eu tenho que sair pra caminhar.
Sabe, fazer exercícios queima calorias... Emagrece... Ou pelo menos, desengorda!

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Lançamento do livro de Rita Cidreira
Os maus tratos vividos em um casamento conturbado de uma mulher bem sucedida na vida vão transformar sua vida e viver um dilema de sentimentos. Ela luta com a ajuda da família, para solucionar o problema e se renova buscando a força necessária, para reviver uma nova historia, encontrado no acaso, através da ajuda de um homem desconhecido a força do amor que ira desabrochar e vai mudar toda sua vida. A mudança de um homem, que por causa de um atropelamento, ressurge, emerge para o brilho da vida e persevera, perseguindo seu real objetivo, para viver seu grande amor. Mesmo sabendo de todas as dificuldades que irá encontrar para prosseguir o seu caminho. Categorias: Romance, Poesia, Ficção e Romance, Ficção Palavras-chave: a, amor, do, força, fronteiras., sem. Clique na imagem que levará ao Clube dos Autores e adquira seu exemplar.